Centro de fonoaudiologia infantil Camaragibe, Pernambuco

Encontre centro de fonoaudiologia infantil em Camaragibe. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Monalisa Espíndola
(81) 3082-9429
Av. João de Barros 50 - Centro Diagnóstico Lucilo Ávila Jr.
Recife, Pernambuco
Especialidade
Terapias Complementares e Alternativas

Dados Divulgados por
Adamastor do Amaral Lemos Filho
3231-7199
R. Alvares de Azevedo 126
Recife, Pernambuco
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Marcelo Dantas de Oliveira
(81) 3117-5544
Av. Visconde de Albuquerque 681
Recife, Pernambuco
Especialidade
Administração em Saúde

Dados Divulgados por
Ana Tereza da Costa Albuquerque
322-1067
R. Estado do Israel 2621
Recife, Pernambuco
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Geraldo Dantas Alves
(81) 3421-2326
Rua Francisco Alves 325 - Sala 504
Recife, Pernambuco
Especialidade
Medicina Legal

Dados Divulgados por
Miguel Wanderely Satiro
Rua Francisco Alves 325 - Loja 02
Recife, Pernambuco
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Renata Duarte Fernandes Vieira
(81) 3321-4000
Rua Paissandu 286
Recife, Pernambuco
Especialidade
Administração em Saúde

Dados Divulgados por
Ana Paula Ferreira de Souza Leao
322-2232
R. Feliciano Gomes 342
Recife, Pernambuco
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Luisiana Lins Lamour
(81) 3442-4599
R Rua Jaco Velosino 101
Recife, Pernambuco
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Adriana Gomes Ferreira
342-7688
R. da Hora 170
Recife, Pernambuco
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Centro de fonoaudiologia infantil

Fornecido por: 

Gagueira infantil: não fique surdo ao problema.

"Não esquenta mãe, toda criança gagueja, espera que passa". É isso que muitas mães ouvem quando demonstram preocupação com a fala do filho.

Algumas pessoas até culpam os pais por uma possível gagueira do filho. Mas a pesquisa de Cláudia Regina Furquim de Andrade, professora titular da Faculdade de Medicina (FM) da USP, mostra que estas atitudes precisam mudar. Existem algumas crenças em torno do tema, que devem ser questionadas.

A gagueira é um tipo de disfluência - quebras involuntárias no fluxo natural da fala - comum nos períodos em que a criança está desenvolvendo a linguagem. O bebê desenvolve a fala nos três primeiros anos de vida, e entre dois e seis anos ainda é normal que a criança tenha dificuldade em emitir sons e palavras mais difíceis. Mas é preciso saber diferenciar esta etapa natural do desenvolvimento dos sinais que indicam uma possível gagueira crônica.

Deve-se observar por quanto tempo a criança apresenta a disfluência (mais de seis meses é um período preocupante), e se existem alguns fatores que colocam a criança em um "grupo de risco": parentes com gagueira, outras desordens de comunicação associadas (troca de sons, por exemplo), características psicológicas predisponentes (como a timidez, o perfeccionismo ou a ansiedade) ou que tenham na família traços lingüísticos considerados desfavoráveis (fala muito rápida, crítica e exigência no padrão da fala).

Por muito tempo se acreditou que esta "gagueira momentânea" da infância desapareceria com o tempo e, por isto, não se deveria falar sobre o assunto. A solução encontrada era "ficar surdo à gagueira", como coloca Cláudia, em seu livro. Segundo a pesquisadora, em 25% dos casos, estas pequenas disfluências da infância se mantém ou se agravam com o tempo. Não existem soluções mágicas para o problema, mas não se deve simplesmente deixar para lá: procurar um fonoaudiólogo especializado em disfluências da fala pode ser um bom começo.

Outras crenças também devem ser revistas. Muitos acreditam que a gagueira infantil esteja associada a comportamentos como timidez e ansiedade, mas é muito difícil diferenciar quando é a ansiedade que piora a gagueira ou quando é a gagueira que gera a ansiedade. É o que Cláudia Regina resume na frase "Algumas crianças que gaguejam são tímidas, mas a maior parte das tímidas não gaguejam".

Quanto às causas do problema, não se sabe em que graus influenciam a genética e o ambiente. Sabe-se que nenhum dos dois atua sozinho. Mas são os fatores genéticos que determinam a gravidade do caso.

As disfluências graves têm algumas características em especial. Nestes casos, a criança gagueja em mais de 10% da sua fala. Os bloqueios (demorar a falar ou emitir um som que parece estar preso) são mais recorrentes que as repetições e prolongamentos de sons. Estas crianças aparentam medo de falar algumas palavras e costumam substituir palavras difíceis, podendo associar movimentos faciais ou cor...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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