Centro de fonoaudiologia infantil Fortaleza, Ceará

Encontre centro de fonoaudiologia infantil em Fortaleza. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Jose Gonçalves Moreira Filho
3494-7266
R Coronel Amancio Cavalcante 4
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Maria Amelia Simoes P Nogueres
3252-4400
Av Tristao Goncalves 1343
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
Aila M Martins Pimentel Oliveira
3287-5589
R Pintor Antonio Bandeira 1500
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Luciana Maria Caccavo Miguel
(85) 9995-3903
Visconde de Maua 556
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Maria Lucia Martins de Aragao
3244-2527
R Cel Juca 1367
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Heloisa Beatriz de Holanda
3271-2091
R Doutor Jose Furtado 1660
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Vera Maria Sampaio Monteiro
3486-6166
Av Dom Luis 1233
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Emilia Tome de Sousa
R Coronel Linhares 850
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Renato de Miranda S Sobrinho
3261-9294
Av Sen. Virgilio Tavora 1901
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Luciana Gomes da R Arruda
3272-6414
Av Pontes Vieira 2591
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Centro de fonoaudiologia infantil

Fornecido por: 

Gagueira infantil: não fique surdo ao problema.

"Não esquenta mãe, toda criança gagueja, espera que passa". É isso que muitas mães ouvem quando demonstram preocupação com a fala do filho.

Algumas pessoas até culpam os pais por uma possível gagueira do filho. Mas a pesquisa de Cláudia Regina Furquim de Andrade, professora titular da Faculdade de Medicina (FM) da USP, mostra que estas atitudes precisam mudar. Existem algumas crenças em torno do tema, que devem ser questionadas.

A gagueira é um tipo de disfluência - quebras involuntárias no fluxo natural da fala - comum nos períodos em que a criança está desenvolvendo a linguagem. O bebê desenvolve a fala nos três primeiros anos de vida, e entre dois e seis anos ainda é normal que a criança tenha dificuldade em emitir sons e palavras mais difíceis. Mas é preciso saber diferenciar esta etapa natural do desenvolvimento dos sinais que indicam uma possível gagueira crônica.

Deve-se observar por quanto tempo a criança apresenta a disfluência (mais de seis meses é um período preocupante), e se existem alguns fatores que colocam a criança em um "grupo de risco": parentes com gagueira, outras desordens de comunicação associadas (troca de sons, por exemplo), características psicológicas predisponentes (como a timidez, o perfeccionismo ou a ansiedade) ou que tenham na família traços lingüísticos considerados desfavoráveis (fala muito rápida, crítica e exigência no padrão da fala).

Por muito tempo se acreditou que esta "gagueira momentânea" da infância desapareceria com o tempo e, por isto, não se deveria falar sobre o assunto. A solução encontrada era "ficar surdo à gagueira", como coloca Cláudia, em seu livro. Segundo a pesquisadora, em 25% dos casos, estas pequenas disfluências da infância se mantém ou se agravam com o tempo. Não existem soluções mágicas para o problema, mas não se deve simplesmente deixar para lá: procurar um fonoaudiólogo especializado em disfluências da fala pode ser um bom começo.

Outras crenças também devem ser revistas. Muitos acreditam que a gagueira infantil esteja associada a comportamentos como timidez e ansiedade, mas é muito difícil diferenciar quando é a ansiedade que piora a gagueira ou quando é a gagueira que gera a ansiedade. É o que Cláudia Regina resume na frase "Algumas crianças que gaguejam são tímidas, mas a maior parte das tímidas não gaguejam".

Quanto às causas do problema, não se sabe em que graus influenciam a genética e o ambiente. Sabe-se que nenhum dos dois atua sozinho. Mas são os fatores genéticos que determinam a gravidade do caso.

As disfluências graves têm algumas características em especial. Nestes casos, a criança gagueja em mais de 10% da sua fala. Os bloqueios (demorar a falar ou emitir um som que parece estar preso) são mais recorrentes que as repetições e prolongamentos de sons. Estas crianças aparentam medo de falar algumas palavras e costumam substituir palavras difíceis, podendo associar movimentos faciais ou cor...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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