Centro de fonoaudiologia infantil Juazeiro do Norte, Ceará

Encontre centro de fonoaudiologia infantil em Juazeiro do Norte. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Ana Francisca Moreira Martins
3279-8500
Av Oliveira Paiva- 1291
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Maria Flavia Nobre Damasceno
3221-6716
R Costa Barros 1419
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Marilia Pereira Nogueira
3246-6477
R Coronel Alves Teixeira 1355
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Irene de Castro Maia Nogueira
Av Antonio Sales 2933
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Francisco Jose Nunes Candido
3261-7557
R Coronel Linhares 950
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Regia Maria do S V do Patrocínio
(34) 8661-6161
Av Dom Luis 1233
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Erlane Marques Ribeiro
(85) 3244-7899
R. Des. Leite Albuquerque 158 - Aldeota
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Genética Médica

Dados Divulgados por
Victor Hugo Medeiros Alencar
3486-6121
Av Dom Luis 1233
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Madison Gomes Montalverne
3226-1177
R Antonio Augusto 1271
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Adriana Alencar Araujo
3288-4494
R Papi Junior 1222
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
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Centro de fonoaudiologia infantil

Fornecido por: 

Gagueira infantil: não fique surdo ao problema.

"Não esquenta mãe, toda criança gagueja, espera que passa". É isso que muitas mães ouvem quando demonstram preocupação com a fala do filho.

Algumas pessoas até culpam os pais por uma possível gagueira do filho. Mas a pesquisa de Cláudia Regina Furquim de Andrade, professora titular da Faculdade de Medicina (FM) da USP, mostra que estas atitudes precisam mudar. Existem algumas crenças em torno do tema, que devem ser questionadas.

A gagueira é um tipo de disfluência - quebras involuntárias no fluxo natural da fala - comum nos períodos em que a criança está desenvolvendo a linguagem. O bebê desenvolve a fala nos três primeiros anos de vida, e entre dois e seis anos ainda é normal que a criança tenha dificuldade em emitir sons e palavras mais difíceis. Mas é preciso saber diferenciar esta etapa natural do desenvolvimento dos sinais que indicam uma possível gagueira crônica.

Deve-se observar por quanto tempo a criança apresenta a disfluência (mais de seis meses é um período preocupante), e se existem alguns fatores que colocam a criança em um "grupo de risco": parentes com gagueira, outras desordens de comunicação associadas (troca de sons, por exemplo), características psicológicas predisponentes (como a timidez, o perfeccionismo ou a ansiedade) ou que tenham na família traços lingüísticos considerados desfavoráveis (fala muito rápida, crítica e exigência no padrão da fala).

Por muito tempo se acreditou que esta "gagueira momentânea" da infância desapareceria com o tempo e, por isto, não se deveria falar sobre o assunto. A solução encontrada era "ficar surdo à gagueira", como coloca Cláudia, em seu livro. Segundo a pesquisadora, em 25% dos casos, estas pequenas disfluências da infância se mantém ou se agravam com o tempo. Não existem soluções mágicas para o problema, mas não se deve simplesmente deixar para lá: procurar um fonoaudiólogo especializado em disfluências da fala pode ser um bom começo.

Outras crenças também devem ser revistas. Muitos acreditam que a gagueira infantil esteja associada a comportamentos como timidez e ansiedade, mas é muito difícil diferenciar quando é a ansiedade que piora a gagueira ou quando é a gagueira que gera a ansiedade. É o que Cláudia Regina resume na frase "Algumas crianças que gaguejam são tímidas, mas a maior parte das tímidas não gaguejam".

Quanto às causas do problema, não se sabe em que graus influenciam a genética e o ambiente. Sabe-se que nenhum dos dois atua sozinho. Mas são os fatores genéticos que determinam a gravidade do caso.

As disfluências graves têm algumas características em especial. Nestes casos, a criança gagueja em mais de 10% da sua fala. Os bloqueios (demorar a falar ou emitir um som que parece estar preso) são mais recorrentes que as repetições e prolongamentos de sons. Estas crianças aparentam medo de falar algumas palavras e costumam substituir palavras difíceis, podendo associar movimentos faciais ou cor...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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