Centro de fonoaudiologia infantil Manaus, Amazonas

Encontre centro de fonoaudiologia infantil em Manaus. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Patricia de Holanda Vital
(92) 3659-3266
Av Djalma Batista 1661 - Sl 701 Medical Tower Edificio Millenium
Manaus, Amazonas
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Patricia de Holanda Vital
(92) 3659-3266
Av Djalma Batista 1661 - Sl 701 Medical Tower Edificio Millenium
Manaus, Amazonas
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
MEDINUTRI - Consultório médico e nutricional
(92) 3238-5700
Rua Cinco, 374 - Alvorada 2- Altos
Manaus, Amazonas
Especialidade
Endocrinologia

CLINICA ANDRE LUIZ
(92) 3584-2020
RUA RIO IÇA, 21 VIEIRALVES
Manaus, Amazonas
Especialidade
CIRURGIA PLASTICA

FISIOCENTER - CLÍNICA DE FISIOTERAPIA
(92) 3622-5839
Rua João Valério nº 53 São Geraldo
Manaus, Amazonas
Especialidade
FISIOTERAPIA

Neivaldo Jose Nazare dos Santos
(92) 3635-2862
Rua Acre 12 - 7º Andar sala 719
Manaus, Amazonas
Especialidade
Medicina Estetica

Dados Divulgados por
Neivaldo Jose Nazare dos Santos
(92) 3635-2862
Rua Acre 12 - 7º Andar sala 719
Manaus, Amazonas
Especialidade
Medicina Estetica

Dados Divulgados por
ANDRE LUIZ CARONE
(92) 3584-2020
RUA RIO IÇA 21, QUADRA 23
MANAUS, Amazonas
Especialidade
CIRURGIA PLASTICA

Thera Kids - Reabilitação Infantil
(92) 3087-8555
Rua Rio Iça, 192- Veirialves
Manaus, Amazonas
Especialidade
Fisioterapia, Fonoaudiologia e Psicologia

CLINICA DE DIAGNÓSTICOS LABORATORIAL DR DAMIAO ARAUJO
092 33621830 - 91138999 - 91743380
RUA PARAUÁ No 107 - Br 319 kM 118 - CENTRO
CAREIRO CASTANHO, Amazonas
Especialidade
ANÁLISES CLINICAS, CITOLOGOA CLINICA, BIOQUIMICA, TOXICOLOGIA

Dados Divulgados por

Centro de fonoaudiologia infantil

Fornecido por: 

Gagueira infantil: não fique surdo ao problema.

"Não esquenta mãe, toda criança gagueja, espera que passa". É isso que muitas mães ouvem quando demonstram preocupação com a fala do filho.

Algumas pessoas até culpam os pais por uma possível gagueira do filho. Mas a pesquisa de Cláudia Regina Furquim de Andrade, professora titular da Faculdade de Medicina (FM) da USP, mostra que estas atitudes precisam mudar. Existem algumas crenças em torno do tema, que devem ser questionadas.

A gagueira é um tipo de disfluência - quebras involuntárias no fluxo natural da fala - comum nos períodos em que a criança está desenvolvendo a linguagem. O bebê desenvolve a fala nos três primeiros anos de vida, e entre dois e seis anos ainda é normal que a criança tenha dificuldade em emitir sons e palavras mais difíceis. Mas é preciso saber diferenciar esta etapa natural do desenvolvimento dos sinais que indicam uma possível gagueira crônica.

Deve-se observar por quanto tempo a criança apresenta a disfluência (mais de seis meses é um período preocupante), e se existem alguns fatores que colocam a criança em um "grupo de risco": parentes com gagueira, outras desordens de comunicação associadas (troca de sons, por exemplo), características psicológicas predisponentes (como a timidez, o perfeccionismo ou a ansiedade) ou que tenham na família traços lingüísticos considerados desfavoráveis (fala muito rápida, crítica e exigência no padrão da fala).

Por muito tempo se acreditou que esta "gagueira momentânea" da infância desapareceria com o tempo e, por isto, não se deveria falar sobre o assunto. A solução encontrada era "ficar surdo à gagueira", como coloca Cláudia, em seu livro. Segundo a pesquisadora, em 25% dos casos, estas pequenas disfluências da infância se mantém ou se agravam com o tempo. Não existem soluções mágicas para o problema, mas não se deve simplesmente deixar para lá: procurar um fonoaudiólogo especializado em disfluências da fala pode ser um bom começo.

Outras crenças também devem ser revistas. Muitos acreditam que a gagueira infantil esteja associada a comportamentos como timidez e ansiedade, mas é muito difícil diferenciar quando é a ansiedade que piora a gagueira ou quando é a gagueira que gera a ansiedade. É o que Cláudia Regina resume na frase "Algumas crianças que gaguejam são tímidas, mas a maior parte das tímidas não gaguejam".

Quanto às causas do problema, não se sabe em que graus influenciam a genética e o ambiente. Sabe-se que nenhum dos dois atua sozinho. Mas são os fatores genéticos que determinam a gravidade do caso.

As disfluências graves têm algumas características em especial. Nestes casos, a criança gagueja em mais de 10% da sua fala. Os bloqueios (demorar a falar ou emitir um som que parece estar preso) são mais recorrentes que as repetições e prolongamentos de sons. Estas crianças aparentam medo de falar algumas palavras e costumam substituir palavras difíceis, podendo associar movimentos faciais ou cor...

Clique aqui para ler este artigo em Saude em Movimento

Termos e Condições | Política de Privacidade
Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
Obs.: Se seu nome aparece no nosso cadastro e deseja que o tiremos, favor entrar em contato com support@nsphere.net