Centro de fonoaudiologia infantil Palhoça, Santa Catarina

Encontre centro de fonoaudiologia infantil em Palhoça. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Jose Carlos Silveira de Mello
324-6128
Rua Joao Sandim 2
Sao Jose, Santa Catarina
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Joao Nilson Zunino
322-4879
Rua Dom Joaquim 660
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Felipe Marcelo Xavier
3224-1511
Rua Jeronimo Coelho 389 - 46
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Genesis Laboratorio Clinico
(48) 3028-2882
Prefeito Osmar Cunha 486 - Sala 03
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Nicolau Heuko Filho
3224-9755
Av Osmar Cunha 217
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Fernando Oto dos Santos
(48) 3273-9000
Rua Luiz Fagundes 000
Sao Jose, Santa Catarina
Especialidade
Medicina de Urgência

Dados Divulgados por
Omar Cesar Ferreira de Castro
Av. Pref. Osmar Cunha 183 - Centro
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Daniel Gomes Silva
(48) 9162-0921
Rua Madalena Barbi 81
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Hildebrando Couto Scofano
322-4880
Rua Menino Deus 63 - 507 e 508
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Jose Maria Soares Filho
3223-3073
Rua Alvaro de Carvalho 267 - 301
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
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Centro de fonoaudiologia infantil

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Gagueira infantil: não fique surdo ao problema.

"Não esquenta mãe, toda criança gagueja, espera que passa". É isso que muitas mães ouvem quando demonstram preocupação com a fala do filho.

Algumas pessoas até culpam os pais por uma possível gagueira do filho. Mas a pesquisa de Cláudia Regina Furquim de Andrade, professora titular da Faculdade de Medicina (FM) da USP, mostra que estas atitudes precisam mudar. Existem algumas crenças em torno do tema, que devem ser questionadas.

A gagueira é um tipo de disfluência - quebras involuntárias no fluxo natural da fala - comum nos períodos em que a criança está desenvolvendo a linguagem. O bebê desenvolve a fala nos três primeiros anos de vida, e entre dois e seis anos ainda é normal que a criança tenha dificuldade em emitir sons e palavras mais difíceis. Mas é preciso saber diferenciar esta etapa natural do desenvolvimento dos sinais que indicam uma possível gagueira crônica.

Deve-se observar por quanto tempo a criança apresenta a disfluência (mais de seis meses é um período preocupante), e se existem alguns fatores que colocam a criança em um "grupo de risco": parentes com gagueira, outras desordens de comunicação associadas (troca de sons, por exemplo), características psicológicas predisponentes (como a timidez, o perfeccionismo ou a ansiedade) ou que tenham na família traços lingüísticos considerados desfavoráveis (fala muito rápida, crítica e exigência no padrão da fala).

Por muito tempo se acreditou que esta "gagueira momentânea" da infância desapareceria com o tempo e, por isto, não se deveria falar sobre o assunto. A solução encontrada era "ficar surdo à gagueira", como coloca Cláudia, em seu livro. Segundo a pesquisadora, em 25% dos casos, estas pequenas disfluências da infância se mantém ou se agravam com o tempo. Não existem soluções mágicas para o problema, mas não se deve simplesmente deixar para lá: procurar um fonoaudiólogo especializado em disfluências da fala pode ser um bom começo.

Outras crenças também devem ser revistas. Muitos acreditam que a gagueira infantil esteja associada a comportamentos como timidez e ansiedade, mas é muito difícil diferenciar quando é a ansiedade que piora a gagueira ou quando é a gagueira que gera a ansiedade. É o que Cláudia Regina resume na frase "Algumas crianças que gaguejam são tímidas, mas a maior parte das tímidas não gaguejam".

Quanto às causas do problema, não se sabe em que graus influenciam a genética e o ambiente. Sabe-se que nenhum dos dois atua sozinho. Mas são os fatores genéticos que determinam a gravidade do caso.

As disfluências graves têm algumas características em especial. Nestes casos, a criança gagueja em mais de 10% da sua fala. Os bloqueios (demorar a falar ou emitir um som que parece estar preso) são mais recorrentes que as repetições e prolongamentos de sons. Estas crianças aparentam medo de falar algumas palavras e costumam substituir palavras difíceis, podendo associar movimentos faciais ou cor...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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