Centro de fonoaudiologia infantil Rio Verde, Goiás

Encontre centro de fonoaudiologia infantil em Rio Verde. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Riolab Laboratório
Rua Afonso Ferreira 48
Rio Verde, Goiás
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Riolab Laboratório
Rua Afonso Ferreira 48
Rio Verde, Goiás
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Marisa Dell Eugenio Costa
(62) 3941-8484
R Dr Olinto Manso Pereira 51 - Scientia Med Lab
Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Julieta Dias Coelho
(62) 3265-0444
Av 5a Avenida 80 - Cebrom
Goiania, Goiás
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Alvaro Vitor Teixeira
(62) 3281-8336
Av 9 - 304 Clin San Vitor
Goiania, Goiás
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
junior costa silva
(62) 9218-6826
rua 5 centro
Goiania, Goiás
Especialidade
Medicina Preventiva e Social

Dados Divulgados por
Wilza de Castro Rabelo Suanno
(62) 3241-8040
Av 136 960 - Esp Med Espaco Vital
Goiania, Goiás
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Vicente Raul Chavarria Irusta
(62) 3225-4554
Av Dr Ismerino Soares de Carvalho 16 - Lab Alpha
Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Marise Amaral Reboucas Moreira
(62) 3230-1050
Aparecida de Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Euclides Barboza de Oliveira
(62) 3241-0512
Rua R-12 número 47 - Setor Oeste Clínica Reparadora Humana - PRONTOFACE
Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Centro de fonoaudiologia infantil

Fornecido por: 

Gagueira infantil: não fique surdo ao problema.

"Não esquenta mãe, toda criança gagueja, espera que passa". É isso que muitas mães ouvem quando demonstram preocupação com a fala do filho.

Algumas pessoas até culpam os pais por uma possível gagueira do filho. Mas a pesquisa de Cláudia Regina Furquim de Andrade, professora titular da Faculdade de Medicina (FM) da USP, mostra que estas atitudes precisam mudar. Existem algumas crenças em torno do tema, que devem ser questionadas.

A gagueira é um tipo de disfluência - quebras involuntárias no fluxo natural da fala - comum nos períodos em que a criança está desenvolvendo a linguagem. O bebê desenvolve a fala nos três primeiros anos de vida, e entre dois e seis anos ainda é normal que a criança tenha dificuldade em emitir sons e palavras mais difíceis. Mas é preciso saber diferenciar esta etapa natural do desenvolvimento dos sinais que indicam uma possível gagueira crônica.

Deve-se observar por quanto tempo a criança apresenta a disfluência (mais de seis meses é um período preocupante), e se existem alguns fatores que colocam a criança em um "grupo de risco": parentes com gagueira, outras desordens de comunicação associadas (troca de sons, por exemplo), características psicológicas predisponentes (como a timidez, o perfeccionismo ou a ansiedade) ou que tenham na família traços lingüísticos considerados desfavoráveis (fala muito rápida, crítica e exigência no padrão da fala).

Por muito tempo se acreditou que esta "gagueira momentânea" da infância desapareceria com o tempo e, por isto, não se deveria falar sobre o assunto. A solução encontrada era "ficar surdo à gagueira", como coloca Cláudia, em seu livro. Segundo a pesquisadora, em 25% dos casos, estas pequenas disfluências da infância se mantém ou se agravam com o tempo. Não existem soluções mágicas para o problema, mas não se deve simplesmente deixar para lá: procurar um fonoaudiólogo especializado em disfluências da fala pode ser um bom começo.

Outras crenças também devem ser revistas. Muitos acreditam que a gagueira infantil esteja associada a comportamentos como timidez e ansiedade, mas é muito difícil diferenciar quando é a ansiedade que piora a gagueira ou quando é a gagueira que gera a ansiedade. É o que Cláudia Regina resume na frase "Algumas crianças que gaguejam são tímidas, mas a maior parte das tímidas não gaguejam".

Quanto às causas do problema, não se sabe em que graus influenciam a genética e o ambiente. Sabe-se que nenhum dos dois atua sozinho. Mas são os fatores genéticos que determinam a gravidade do caso.

As disfluências graves têm algumas características em especial. Nestes casos, a criança gagueja em mais de 10% da sua fala. Os bloqueios (demorar a falar ou emitir um som que parece estar preso) são mais recorrentes que as repetições e prolongamentos de sons. Estas crianças aparentam medo de falar algumas palavras e costumam substituir palavras difíceis, podendo associar movimentos faciais ou cor...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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