Centro de fonoaudiologia infantil São Paulo, São Paulo

Encontre centro de fonoaudiologia infantil em São Paulo. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Ivan Fernandes da Silva
(11) 3283-5233
Paulista 509 - Cj. 1107
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Arturo Frick Carpes
(11) 5573-1970
Alameda dos Nhambiquaras 159.
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Cirurgia Cranio-Maxilo-Facial

Dados Divulgados por
Elkis Furlanetto Ct Diag An Clin
Av. Angelica 2250
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
Carlos Eugenio Ventura Lopes
(11) 3707-1188
Rua Joaquim Floriano 72 - 15 Andar
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Haggeas Fernandes
(11) 9994-8978
Av Morumbi 627 - Quinto Andar
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Marcio Henrique de Oliveira Mattos
(11) 3965-2783
R Luis Vasconcelos 35
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Rafael Andrade Moscatiello
(11) 5532-1342
Av. dos Bandeirantes 3426 - Campo Belo
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Paulo Engler Pinto Jr.
(11) 3081-9791
Rua Cacapava 49 - Cj. 34
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Maykyol Avaroma Melgar
(11) 2029-7222
Rua Terenas 161
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Aldemir Natucci Rizzo
(11) 3266-5819
Avenida Paulista 575 - Conjunto 507
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
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Centro de fonoaudiologia infantil

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Gagueira infantil: não fique surdo ao problema.

"Não esquenta mãe, toda criança gagueja, espera que passa". É isso que muitas mães ouvem quando demonstram preocupação com a fala do filho.

Algumas pessoas até culpam os pais por uma possível gagueira do filho. Mas a pesquisa de Cláudia Regina Furquim de Andrade, professora titular da Faculdade de Medicina (FM) da USP, mostra que estas atitudes precisam mudar. Existem algumas crenças em torno do tema, que devem ser questionadas.

A gagueira é um tipo de disfluência - quebras involuntárias no fluxo natural da fala - comum nos períodos em que a criança está desenvolvendo a linguagem. O bebê desenvolve a fala nos três primeiros anos de vida, e entre dois e seis anos ainda é normal que a criança tenha dificuldade em emitir sons e palavras mais difíceis. Mas é preciso saber diferenciar esta etapa natural do desenvolvimento dos sinais que indicam uma possível gagueira crônica.

Deve-se observar por quanto tempo a criança apresenta a disfluência (mais de seis meses é um período preocupante), e se existem alguns fatores que colocam a criança em um "grupo de risco": parentes com gagueira, outras desordens de comunicação associadas (troca de sons, por exemplo), características psicológicas predisponentes (como a timidez, o perfeccionismo ou a ansiedade) ou que tenham na família traços lingüísticos considerados desfavoráveis (fala muito rápida, crítica e exigência no padrão da fala).

Por muito tempo se acreditou que esta "gagueira momentânea" da infância desapareceria com o tempo e, por isto, não se deveria falar sobre o assunto. A solução encontrada era "ficar surdo à gagueira", como coloca Cláudia, em seu livro. Segundo a pesquisadora, em 25% dos casos, estas pequenas disfluências da infância se mantém ou se agravam com o tempo. Não existem soluções mágicas para o problema, mas não se deve simplesmente deixar para lá: procurar um fonoaudiólogo especializado em disfluências da fala pode ser um bom começo.

Outras crenças também devem ser revistas. Muitos acreditam que a gagueira infantil esteja associada a comportamentos como timidez e ansiedade, mas é muito difícil diferenciar quando é a ansiedade que piora a gagueira ou quando é a gagueira que gera a ansiedade. É o que Cláudia Regina resume na frase "Algumas crianças que gaguejam são tímidas, mas a maior parte das tímidas não gaguejam".

Quanto às causas do problema, não se sabe em que graus influenciam a genética e o ambiente. Sabe-se que nenhum dos dois atua sozinho. Mas são os fatores genéticos que determinam a gravidade do caso.

As disfluências graves têm algumas características em especial. Nestes casos, a criança gagueja em mais de 10% da sua fala. Os bloqueios (demorar a falar ou emitir um som que parece estar preso) são mais recorrentes que as repetições e prolongamentos de sons. Estas crianças aparentam medo de falar algumas palavras e costumam substituir palavras difíceis, podendo associar movimentos faciais ou cor...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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