Centro de fonoaudiologia infantil Sete Lagoas, Minas Gerais

Encontre centro de fonoaudiologia infantil em Sete Lagoas. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Jose Euclides Franco Ribeiro
3224-8503
R Aquiles Lobo 129
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Carlos Moreira Silva
(34) 3823-3700
Rua Tiradentes 260
Patos de Minas, Minas Gerais
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Maria Augusta Gomes Pereira
(31) 3221-5200
Av. do Contorno 4852 - Sala 408
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Rodrigo Martins Sales
(31) 3449-7011
Av. Antonio Carlos 1694 - Sl 11
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Terezinha de Oliveira Ribeiro
(32) 3332-1165
Barbacena, Minas Gerais
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Angela Maria Goncalves Felga
323-2123
Av Rio Branco 1863 - 511
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Arthur Ignacio Muzzi Lima
323-2115
R Ceara 186
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Rosangela Fatima Di Lorenzo Pires
324-8960
Av Professor Alfredo Balena 190
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
LUCIANA MARQUES DA COSTA
25527706
Rua São Paulo893 sala 706
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Foniatria

Dados Divulgados por
Carlos Lemos de Carvalho
3299-9030
R Gentios 1350
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
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Centro de fonoaudiologia infantil

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Gagueira infantil: não fique surdo ao problema.

"Não esquenta mãe, toda criança gagueja, espera que passa". É isso que muitas mães ouvem quando demonstram preocupação com a fala do filho.

Algumas pessoas até culpam os pais por uma possível gagueira do filho. Mas a pesquisa de Cláudia Regina Furquim de Andrade, professora titular da Faculdade de Medicina (FM) da USP, mostra que estas atitudes precisam mudar. Existem algumas crenças em torno do tema, que devem ser questionadas.

A gagueira é um tipo de disfluência - quebras involuntárias no fluxo natural da fala - comum nos períodos em que a criança está desenvolvendo a linguagem. O bebê desenvolve a fala nos três primeiros anos de vida, e entre dois e seis anos ainda é normal que a criança tenha dificuldade em emitir sons e palavras mais difíceis. Mas é preciso saber diferenciar esta etapa natural do desenvolvimento dos sinais que indicam uma possível gagueira crônica.

Deve-se observar por quanto tempo a criança apresenta a disfluência (mais de seis meses é um período preocupante), e se existem alguns fatores que colocam a criança em um "grupo de risco": parentes com gagueira, outras desordens de comunicação associadas (troca de sons, por exemplo), características psicológicas predisponentes (como a timidez, o perfeccionismo ou a ansiedade) ou que tenham na família traços lingüísticos considerados desfavoráveis (fala muito rápida, crítica e exigência no padrão da fala).

Por muito tempo se acreditou que esta "gagueira momentânea" da infância desapareceria com o tempo e, por isto, não se deveria falar sobre o assunto. A solução encontrada era "ficar surdo à gagueira", como coloca Cláudia, em seu livro. Segundo a pesquisadora, em 25% dos casos, estas pequenas disfluências da infância se mantém ou se agravam com o tempo. Não existem soluções mágicas para o problema, mas não se deve simplesmente deixar para lá: procurar um fonoaudiólogo especializado em disfluências da fala pode ser um bom começo.

Outras crenças também devem ser revistas. Muitos acreditam que a gagueira infantil esteja associada a comportamentos como timidez e ansiedade, mas é muito difícil diferenciar quando é a ansiedade que piora a gagueira ou quando é a gagueira que gera a ansiedade. É o que Cláudia Regina resume na frase "Algumas crianças que gaguejam são tímidas, mas a maior parte das tímidas não gaguejam".

Quanto às causas do problema, não se sabe em que graus influenciam a genética e o ambiente. Sabe-se que nenhum dos dois atua sozinho. Mas são os fatores genéticos que determinam a gravidade do caso.

As disfluências graves têm algumas características em especial. Nestes casos, a criança gagueja em mais de 10% da sua fala. Os bloqueios (demorar a falar ou emitir um som que parece estar preso) são mais recorrentes que as repetições e prolongamentos de sons. Estas crianças aparentam medo de falar algumas palavras e costumam substituir palavras difíceis, podendo associar movimentos faciais ou cor...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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