Cirurgia Bariátrica Poços de Caldas, Minas Gerais

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Marcio Luis de Souza Alves
(35) 3712-3000
Rua Paraiba 672
Pocos de Caldas, Minas Gerais
Especialidade
Medicina de Urgência

Dados Divulgados por
Paulo Gomes de Miranda
3461-5556
Av Mantiqueira 657
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Eduardo Zaguetto Nocera
323-2156
Av Rio Branco 2288 - 401 e 507
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Eduardo F. Tavares
(32) 3241-6327
Av Rio Branco 2001 sala 1501
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Francisco Ricardo Gomes Bueno
329-2664
R Timbiras 3156 - 1 Andar
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Dimen Poços de Caldas
(35) 3714-3721
Av. Joao Pinheiro 6180
Pocos de Caldas, Minas Gerais
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
Maria Beatriz Moreira Alkmim
3248-9600
Av Professor Alfredo Balena 110
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Rodolfo de Oliveira Lima Ferrari
(34) 9999-8505
Rua 29 de Outubro 701 - Ap 404 Bl C
Uberlandia, Minas Gerais
Especialidade
Administração em Saúde

Dados Divulgados por
Rosangela Fatima Di Lorenzo Pires
324-8960
Av Professor Alfredo Balena 190
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Jose Carlos Lassi Caldeira
(31) 3241-6826
Av dos Andradas 2287 - 2º Andar
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Foniatria

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Cirurgia Bariátrica

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Alguns pacientes submetidos à cirurgia de redução do estômago apresentam, após cinco anos ou mais, um considerável novo ganho de peso. Além disso, outros distúrbios também estão sendo observados no mesmo período após a operação, entre eles o alcoolismo, anorexia, bulimia, bruxismo, aumento excessivo de cáries e dentes quebradiços.

As informações vêm sendo obtidas e interpretadas por um grupo de estudo multidisciplinar do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP. O objetivo do estudo, ainda em andamento, é demonstrar que só a cirurgia, que é feita no hospital há nove anos, não basta para o sucesso do tratamento utilizado para a diminuição drástica do peso.

Segundo a psicóloga Marlene Monteiro da Silva, de um grupo de pacientes operados pela técnica Fobi-Capella entre cinco e nove anos atrás, 13% voltou a um estado de obesidade mórbida, com um índice de massa corpórea (IMC) superior a 40. O IMC é obtido dividindo-se o peso da pessoa pela altura ao quadrado. No total, 64,15% voltou a ser obeso, com um IMC maior que 30.

Após a cirurgia, espera-se que o paciente emagreça a quantidade almejada e, depois, engorde dez quilos novamente. Porém, entre os 53 pacientes pesquisados, 58,5% ganhou mais que dez quilos, 39,6% mais de vinte quilos e 13,2% engordou mais de trinta quilos. Somente 7,84% dos pacientes mantiveram o peso ideal ou emagreceram demasiadamente (nos casos de bulimia e anorexia).

"Trata-se de resultados brutos e ainda não foram feitos estudos estatísticos. Os dados não foram correlacionados com as questões orgânicas e a integridade da cirurgia. Mas não deixa de ser um alerta a pacientes e médicos: a cirurgia não deve ser entendida como uma fórmula mágica", explica Marlene.

Compulsão

De acordo com o médico e coordenador do grupo, Bruno Zilberstein, o estudo pretende mostrar que a operação não é o fim do tratamento. "Esses pacientes podem substituir uma compulsão por outra. O segredo para o sucesso é o acompanhamento", explica.

Para Marlene, o caso do alcoolismo, observado em 18% dos mesmos 53 pacientes estudados, é um dos exemplos da troca de compulsão. As pessoas começam a aproveitar o benefício social do emagrecimento - diferentemente da condição anterior, na qual elas não saíam de casa - passando, assim, a beber excessivamente.

"A obesidade, porém, é um sintoma de problemas anteriores a isso. Existe, no obeso, a necessidade de se esconder de alguma coisa que vai ser descoberta somente após a cirurgia", conta a psicóloga, acrescentando que perto de 80% das pessoas apresentam um quadro de depressão tanto antes quanto depois da cirurgia.

"A pessoa passa a comer menos porque o estômago não admite maior volume de alimento, e não porque tenha deixado voluntariamente o hábito de comer em grandes quantidades", observa o médico Joel Faintuch. Os retrocessos na perda de peso, segundo ele, vêm também pelo fato de o estômago o...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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