Clínica Dentária Corumbá, Mato Grosso do Sul

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Carlos Alberto de Mari
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Corumba, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
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Corumba, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Odontologia

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Corumba, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Antônio Carlos Cereser
(51) 3664-2352
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Corumba, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Odontologia

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(37) 3523-2645
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Corumba, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
José Daltro Dalosto
(54) 3223-3924
Rua 20 de Setembro 2430 s 74
Corumba, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Odontologia

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Kátia Fernandes
(21) 3328-1090
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Corumba, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
José Wellington Bruschi
(31) 3271-5105
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Corumba, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Odontologia

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Av Ernani Amaral Peixoto 60 s 605
Corumba, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Odontologia

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Simone Valle
(48) 3263-2167
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Corumba, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Odontologia

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Clínica Dentária

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Pesquisa inédita na odontologia mundial, desenvolvida na Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB) da USP, comprova que o cimento Portland, largamente utilizado na construção civil, poderá revolucionar o tratamento endodôntico (tratamento de canal). O trabalho da dentista Ana Paula Camolese Fornetti aponta que o produto mostrou-se eficaz no tratamento da polpa dentária (nervo) em crianças com dentes de leite, com vantagens terapêuticas e financeiras. Os resultados do estudo serão divulgados em uma entrevista coletiva nesta quinta-feira (29), na FOB, em Bauru (interior de São Paulo).

Apesar dos resultados, a adoção do material dependerá de novas pesquisas, tanto em dentes decíduos (de leite), quanto permanentes. O estudo faz parte do projeto de Mestrado de Ana Paula, desenvolvido na disciplina de Odontopediatria do Departamento de Odontopediatria, Ortodontia e Saúde Coletiva da FOB. Segundo a dentista, o cimento Portland poderá substituir os dois principais produtos existentes no mercado para tratamento endodôntico, o formocresol e o MTA (agregado trióxido mineral). "A vantagem com relação ao primeiro é que o cimento é biologicamente compatível com os tecidos dentários", diz a dentista, "e com o segundo, é o preço, pois o MTA tem um custo muito elevado".

Foram avaliadas 68 crianças entre 5 e 9 anos de idade. "Além da redução de custos, o cimento traz a vantagem da biocompatibilidade, ou seja, o organismo aceita naturalmente o material, o que não acontece com o formocresol de Bukcley, substância introduzida em 1904 e mundialmente utilizada até hoje", conta a dentista. "Pesquisadores do mundo inteiro buscam alternativas capazes de unir ganhos terapêuticos e econômicos para esse tipo de tratamento", diz Ana Paula.

O cimento não traz conseqüências carcinogênicas (relacionadas ao câncer) e nem é tóxico. "Quanto ao formocresol, mesmo apresentando resultados satisfatórios, não há unanimidade na comunidade científica quanto aos seus efeitos colaterais", compara a dentista. "Já o MTA é biocompativel, porém tem um preço elevado em comparação aos seus concorrentes". Um grama do produto custa R$ 210,00, enquanto o valor médio de um quilo de cimento nas lojas de construção é de R$ 0,30. Um frasco de 20 ml de formocresol custa R$ 4,40.

Bactericida

De acordo com o professor da FOB, Ruy César Camargo Abdo, orientador da pesquisa, os resultados obtidos com o cimento Portland são semelhantes aos apresentados pelo MTA, sob o ponto de vista terapêutico. "A única diferença é que no MTA é acrescido o óxido de bismuto, uma substância radiopaca que permite visibilidade radiográfica, mas que não apresenta nenhuma função terapêutica", explica. "O cimento de construção é feito basicamente de calcário, não traz toxidade neste tipo de utilização e é bactericida por natureza, uma vez que possui um pH altamente alcalino". O produto utilizado na pesquisa foi esterilizado.

O estud...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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