Clínica Dentária Itumbiara, Goiás

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Ernane Eustáquio Rocha
(31) 3453-1755
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Anapolis, Goiás
Especialidade
Odontologia

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Marco Aurélio Teixeira Dias
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Especialidade
Odontologia

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Altino Martinez Mourão Dias de Pinho
(21) 2569-4022
Pc Saenz Pena 45 s 1401
Rio Verde, Goiás
Especialidade
Odontologia

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Valter Teófilo da Silva
(81) 3326-4557
Av Cons Aguiar 4887 ap 105
Goiania, Goiás
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Newton Chiabi Saliba
(31) 3226-5205
Rua Ceará 1431 s 402
Anapolis, Goiás
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Paulo S Carvalho
(64) 3413-3077
Rua 7 Setembro 471
Rio Verde, Goiás
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Roberto Luiz de Campos Aranha
(21) 2558-1589
Lgo do Machado 29 s 1022
Catalao, Goiás
Especialidade
Odontologia

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João H Pieroni
(64) 3654-1343
Faz Remanso s/n
Rio Verde, Goiás
Especialidade
Odontologia

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Oswaldo Paulino da Silva Neto
(21) 2619-2116
Rua Pres Pedreira 143 s 101
Anapolis, Goiás
Especialidade
Odontologia

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Sérgio Leonel Rockenbach
(55) 3412-1740
Av Dq Caxias 3396
Anapolis, Goiás
Especialidade
Odontologia

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Clínica Dentária

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Pesquisa inédita na odontologia mundial, desenvolvida na Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB) da USP, comprova que o cimento Portland, largamente utilizado na construção civil, poderá revolucionar o tratamento endodôntico (tratamento de canal). O trabalho da dentista Ana Paula Camolese Fornetti aponta que o produto mostrou-se eficaz no tratamento da polpa dentária (nervo) em crianças com dentes de leite, com vantagens terapêuticas e financeiras. Os resultados do estudo serão divulgados em uma entrevista coletiva nesta quinta-feira (29), na FOB, em Bauru (interior de São Paulo).

Apesar dos resultados, a adoção do material dependerá de novas pesquisas, tanto em dentes decíduos (de leite), quanto permanentes. O estudo faz parte do projeto de Mestrado de Ana Paula, desenvolvido na disciplina de Odontopediatria do Departamento de Odontopediatria, Ortodontia e Saúde Coletiva da FOB. Segundo a dentista, o cimento Portland poderá substituir os dois principais produtos existentes no mercado para tratamento endodôntico, o formocresol e o MTA (agregado trióxido mineral). "A vantagem com relação ao primeiro é que o cimento é biologicamente compatível com os tecidos dentários", diz a dentista, "e com o segundo, é o preço, pois o MTA tem um custo muito elevado".

Foram avaliadas 68 crianças entre 5 e 9 anos de idade. "Além da redução de custos, o cimento traz a vantagem da biocompatibilidade, ou seja, o organismo aceita naturalmente o material, o que não acontece com o formocresol de Bukcley, substância introduzida em 1904 e mundialmente utilizada até hoje", conta a dentista. "Pesquisadores do mundo inteiro buscam alternativas capazes de unir ganhos terapêuticos e econômicos para esse tipo de tratamento", diz Ana Paula.

O cimento não traz conseqüências carcinogênicas (relacionadas ao câncer) e nem é tóxico. "Quanto ao formocresol, mesmo apresentando resultados satisfatórios, não há unanimidade na comunidade científica quanto aos seus efeitos colaterais", compara a dentista. "Já o MTA é biocompativel, porém tem um preço elevado em comparação aos seus concorrentes". Um grama do produto custa R$ 210,00, enquanto o valor médio de um quilo de cimento nas lojas de construção é de R$ 0,30. Um frasco de 20 ml de formocresol custa R$ 4,40.

Bactericida

De acordo com o professor da FOB, Ruy César Camargo Abdo, orientador da pesquisa, os resultados obtidos com o cimento Portland são semelhantes aos apresentados pelo MTA, sob o ponto de vista terapêutico. "A única diferença é que no MTA é acrescido o óxido de bismuto, uma substância radiopaca que permite visibilidade radiográfica, mas que não apresenta nenhuma função terapêutica", explica. "O cimento de construção é feito basicamente de calcário, não traz toxidade neste tipo de utilização e é bactericida por natureza, uma vez que possui um pH altamente alcalino". O produto utilizado na pesquisa foi esterilizado.

O estud...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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