Clínica Gástrica Angra dos Reis, Rio de Janeiro

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José Delzuith Maranhâo Filho
(21) 2268-4496
Rua Dona Delfina 12 - Casa 5
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Rosely Veneu Pinheiro
(21) 2234-7517
R Carmela Dutra 96
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Beatriz Ohana
(21) 3353-4114
Avenida das Américas7935 SUNPLAZA bloco 1 sala 718 Barra da Tijuca
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Eduardo de Almeida Mattos
(21) 2667-1870
Humberto Gentil Baroni 132
Nova Iguacu, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Paulo Marcos Nunes Valiante
(21) 2234-1003
Rua Sergipe 14 - 2º Andar
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Caíto Petroni Lemes
(21) 3316-2900
Rua Jaguaruna 105 - 4º Andar
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Julio Cezar dos Santos
(24) 2231-4572
Rua Mal. Deodoro 46
Petropolis, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina de Tráfego

Dados Divulgados por
Arquimedes Lima
(22) 2665-1709
Rua Oscar Clark 151 - L 4
Araruama, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Jose Antonio Abi Ramia
(21) 2189-9191
Rua Domingues de Sa 410 - Hospital
Niteroi, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Marlene Couto Campos
2196-0333
R. Cd. de Bonfim 255 - 703
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

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Clínica Gástrica

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O tratamento com laser de CO2 diminuiu substancialmente a halitose ou mau hálito, principal queixa dos pacientes com tonsilite crônica caseosa, doença mais conhecida como amigdalite crônica. Testada pela cirurgiã-dentista Ana Cristina C. Dal Rio Teixeira em pacientes do Hospital das Clínicas da Unicamp (HC), a técnica mostrou-se eficaz, podendo ser adotada na terapêutica de pacientes que apresentem sintomas da doença. Além da melhora da halitose, o tratamento tem a vantagem adicional de preservar as amígdalas, sem a necessidade de métodos invasivos. Para aplicá-lo, basta um procedimento ambulatorial, com anestesia local. A aplicação do laser é feita de quatro a seis sessões, com intervalo mínimo de quatro semanas entre os procedimentos.

A técnica de laser de CO2 foi desenvolvida em 2004 na Unicamp, pela equipe da professora e orientadora do trabalho de Ana Cristina, Ester Nicola, da Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Os testes contemplaram 49 pacientes, mas a cirurgiã-dentista estima que a técnica já tenha sido aplicada em mais de 300 pessoas. O alto custo do laser ainda é um desafio. No entanto, Ana Cristina avalia que sua aplicação está cada vez mais presente nos consultórios.

A tonsilite crônica caseosa é uma doença com grande incidência na população brasileira, acometendo adultos e jovens de ambos os sexos. É caracterizada pela formação de cáseo, uma massa consistente, nem sempre visível, que se forma nas profundidades das criptas amigdalianas, devido à retenção de células descamadas, restos alimentares, saliva e bactérias. Por isso, havia a suspeita de que a formação de cáseos era o responsável pelo mau hálito, o que foi comprovado com o estudo de Ana Cristina. O estudo também avaliou rigorosamente os efeitos da aplicação do laser, concluindo que a técnica promove o aumento da abertura da cripta, evitando assim a retenção de alimentos e outras substâncias que servem de substratos para as bactérias produtoras do mau hálito.

Num primeiro momento, a cirurgiã-dentista comparou, por meio da halitometria - exame que possibilita medir o grau de halitose -, os pacientes com e sem cáseo. Esse procedimento foi necessário para que se quantificasse a sua influência na produção do mau hálito. Na seqüência, Ana Cristina estudou os pacientes antes, durante e depois das aplicações, para aferir o nível de redução da halitose. Em todos os casos, observou-se a melhora e uma queda significativa, em torno de 30%, marca considerada satisfatória pela cirurgiã-dentista.

Em uma avaliação mais geral, a cirurgiã-dentista constatou também que os pacientes apresentaram um quadro de melhora na auto-estima e na auto-confiança. Embora a halitose não ofereça risco de vida nem seja uma doença contagiosa, o incômodo e a insegurança são muito grandes. "Não só os portadores, mas também as pessoas que os cercam sofrem com a presença da halitose", argumenta.

As pessoas que possuem mau hálito não percebem o moment...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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