Clínica Neurológica Cabo Frio, Rio de Janeiro

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Osteodens Investigacao Doencas Osseas
Avenida Ataulfo de Paiva 355 - Sala 202
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
Anna Beatriz Chagas Bernardes
(21) 8121-9999
Rua Visconde de Pirajá 303 unidade 611
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Estetica

Dados Divulgados por
Clarisse de Oliveira Waldstein de Moura
(21) 2622-2563
R Mem de Sa 19 - Sl. 1005
Niteroi, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Luiz Francisco Souza da Fontoura
33258428
Av das Américas 4790 cj. 519 Barra da Tijuca Rio de Janeiro
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Cirurgia Cranio-Maxilo-Facial

Dados Divulgados por
Heleine Laudelina de Almeida
24871615
Av. das Américas 16355 (cob.02) Recreio
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Estetica

Dados Divulgados por
Denise Menezes Seroa da Motta
(21) 2142-0935
Av. Franklin Roosevelt 166 - Sala 403
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Frederico Azevedo
(21) 2545-9005
Siqueira Campos 93 - 703
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Melissa Mazzoni Vieira
(21) 2401-9418
Rua Francisco Real 752
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Julio Cezar dos Santos
(24) 2231-4572
Rua Mal. Deodoro 46
Petropolis, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina de Tráfego

Dados Divulgados por
Fabio Basilio Fernandes dos Santos
(21) 3501-3242
Rua Barçao de Itapagipe 169
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Intensiva

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Clínica Neurológica

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A hanseníase é uma doença infecciosa, causada pelo mycobacterium leprae, de evolução crônica, que aparece no panorama nacional como um importante problema de saúde pública. Embora não represente uma causa básica de óbito, a hanseníase figura em lugar destacado entre as morbidades e, principalmente, entre as condições que originam incapacidades. O Brasil ocupa o segundo lugar no mundo em número de doentes com 83.180 casos em registro ativo no final de 1999, o que representou 5 doentes por 10.000 habitantes.

O número de casos novos tem sido crescente ano a ano, tendo sido detectado 41.119 doentes em 1999 o que significou 2,51 Casos Novos em cada 10.000 habitantes. Minas Gerais, em 2000 apresentou um registro ativo de 5.668 casos, significando uma proporção de 3,2 doentes para cada 10.000 habitantes. E com seus 2.871 casos novos apresentou um risco de adoecer 1,64 pessoas em cada 10.000 habitantes.

O mais grave é que, pelo desconhecimento da doença por parte dos profissionais de saúde e da população em geral, que não consegue identificar os primeiros sinais e sintomas, grande número de doentes só faz o diagnóstico quando já apresenta algum grau de incapacidade física. O diagnóstico tardio representa maior ônus para os sistema de saúde e, principalmente, um grande ônus para o doente que, além de enfrentar todos os problemas desencadeados pela doença em si, passa a conviver também com o medo da rejeição. O estigma causado pela hanseníase é um fenômeno observado universalmente, provocado principalmente pelas incapacidades e deformidades.

A hanseníase, compreendida assim, como um problema de saúde pública, exige medidas de controle que devem ser compartilhadas por todos os profissionais de saúde em todos os níveis de atenção. Para isto, é importante o reconhecimento dos sinais e sintomas iniciais, para um diagnóstico precoce e tratamento adequado, visando principalmente a eliminação de fontes de contagio e prevenção de incapacidades que são, na grande maioria das vezes, evitáveis.

A transmissão da hanseníase se faz de pessoa a pessoa, sendo tanto mais fácil, quanto mais intimo e prolongado for esse relacionamento, e somente os pacientes bacilíferos, não tratados, têm capacidades de transmitir, predominantemente, pela eliminação de bacilos pelo trato respiratório alto. A evolução da hanseníase depende da competência da imunidade celular do indivíduo infectado frente ao M. leprae. Aquele que apresenta resistência ao bacilo, poderá evoluir para a cura espontânea ou para as formas paubacilares, não contagiosas.

Por outro lado, as pessoas infectadas que não possuam resistência, poderão evoluir, se não tratadas, para as formas multibacilares, contagiosas. A hanseníase manifesta-se por alterações neurológicas periféricas, quer seja a nível dos ramos superficiais da pele, ou mesmo de nervos periféricos, levando a distúrbios de sensibilidade, inicialm...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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