Clínica Neurológica Cabo Frio, Rio de Janeiro

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Gerson Carakushansky
(21) 2547-6838
Av. N. S. de Copacabana 500 - Conj. 611
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Genética Médica

Dados Divulgados por
Bronstein Med Diag Botafogo
(21) 2227-8080
Av Presidente Kennedy 1189 - Lj C
Duque de Caxias, Rio de Janeiro
Especialidade
Genética Médica

Dados Divulgados por
Paulo Marcos Nunes Valiante
(21) 2234-1003
Rua Sergipe 14 - 2º Andar
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Asilo da Velhice Desamparada
(22) 2772-7442
Rua Luis Belegard 540
Macae, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
Cristiane Xavier
(021) 3553-6440
Av. das Américas 3200 - Barra da Tijuca
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Terapias Complementares e Alternativas

Dados Divulgados por
Jose Antonio Abi Ramia
(21) 2189-9191
Rua Domingues de Sa 410 - Hospital
Niteroi, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Fernando J Chapermann
(21) 2247-0435
Av N S Copacabana 1066 - Sala 1102D
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Beatriz Ohana
(21) 3353-4114
Avenida das Américas7935 SUNPLAZA bloco 1 sala 718 Barra da Tijuca
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Marlene Couto Campos
2196-0333
R. Cd. de Bonfim 255 - 703
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Edson Bento Nascimento da Silva
(21) 2423-6079
Av. Nelson Cardoso 1149 - Sala 1519
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina do Trabalho

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Clínica Neurológica

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A hanseníase é uma doença infecciosa, causada pelo mycobacterium leprae, de evolução crônica, que aparece no panorama nacional como um importante problema de saúde pública. Embora não represente uma causa básica de óbito, a hanseníase figura em lugar destacado entre as morbidades e, principalmente, entre as condições que originam incapacidades. O Brasil ocupa o segundo lugar no mundo em número de doentes com 83.180 casos em registro ativo no final de 1999, o que representou 5 doentes por 10.000 habitantes.

O número de casos novos tem sido crescente ano a ano, tendo sido detectado 41.119 doentes em 1999 o que significou 2,51 Casos Novos em cada 10.000 habitantes. Minas Gerais, em 2000 apresentou um registro ativo de 5.668 casos, significando uma proporção de 3,2 doentes para cada 10.000 habitantes. E com seus 2.871 casos novos apresentou um risco de adoecer 1,64 pessoas em cada 10.000 habitantes.

O mais grave é que, pelo desconhecimento da doença por parte dos profissionais de saúde e da população em geral, que não consegue identificar os primeiros sinais e sintomas, grande número de doentes só faz o diagnóstico quando já apresenta algum grau de incapacidade física. O diagnóstico tardio representa maior ônus para os sistema de saúde e, principalmente, um grande ônus para o doente que, além de enfrentar todos os problemas desencadeados pela doença em si, passa a conviver também com o medo da rejeição. O estigma causado pela hanseníase é um fenômeno observado universalmente, provocado principalmente pelas incapacidades e deformidades.

A hanseníase, compreendida assim, como um problema de saúde pública, exige medidas de controle que devem ser compartilhadas por todos os profissionais de saúde em todos os níveis de atenção. Para isto, é importante o reconhecimento dos sinais e sintomas iniciais, para um diagnóstico precoce e tratamento adequado, visando principalmente a eliminação de fontes de contagio e prevenção de incapacidades que são, na grande maioria das vezes, evitáveis.

A transmissão da hanseníase se faz de pessoa a pessoa, sendo tanto mais fácil, quanto mais intimo e prolongado for esse relacionamento, e somente os pacientes bacilíferos, não tratados, têm capacidades de transmitir, predominantemente, pela eliminação de bacilos pelo trato respiratório alto. A evolução da hanseníase depende da competência da imunidade celular do indivíduo infectado frente ao M. leprae. Aquele que apresenta resistência ao bacilo, poderá evoluir para a cura espontânea ou para as formas paubacilares, não contagiosas.

Por outro lado, as pessoas infectadas que não possuam resistência, poderão evoluir, se não tratadas, para as formas multibacilares, contagiosas. A hanseníase manifesta-se por alterações neurológicas periféricas, quer seja a nível dos ramos superficiais da pele, ou mesmo de nervos periféricos, levando a distúrbios de sensibilidade, inicialm...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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