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Clínica Neurológica Florianópolis, Santa Catarina

Encontre clínica neurológica em Florianópolis. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Jose Maria Soares Filho
3223-3073
Rua Alvaro de Carvalho 267 - 301
Florianopolis, Santa Catarina
Joao Nilson Zunino
322-4879
Rua Dom Joaquim 660
Florianopolis, Santa Catarina
Nicolau Heuko Filho
3224-9755
Av Osmar Cunha 217
Florianopolis, Santa Catarina
Felipe Marcelo Xavier
3224-1511
Rua Jeronimo Coelho 389 - 46
Florianopolis, Santa Catarina
Roberto da Costa Telles Ferreira
(48) 3228-9349
R.Ernesto Stodieck 307 - -
Florianopolis, Santa Catarina
Léo Meyer Coutinho
(48) 3223-1317
Rua José Boiteux 34 - Casa
Florianopolis, Santa Catarina
Zulmar Vieira Coutinho
3223-1317
Rua Jose Boiteux 34
Florianopolis, Santa Catarina
Mariuccia Grace Scott Brusa
3224-1888
Rua Dom Jaime Camara 77 - 601
Florianopolis, Santa Catarina
Maria de Fatima Marques da Silva
3226-1212
Rod SC 405 2507
Florianopolis, Santa Catarina
Irene Vieira Souza
322-4188
Rua Dom Jaime Camara 77 - 601
Florianopolis, Santa Catarina
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Clínica Neurológica

A hanseníase é uma doença infecciosa, causada pelo mycobacterium leprae, de evolução crônica, que aparece no panorama nacional como um importante problema de saúde pública. Embora não represente uma causa básica de óbito, a hanseníase figura em lugar destacado entre as morbidades e, principalmente, entre as condições que originam incapacidades. O Brasil ocupa o segundo lugar no mundo em número de doentes com 83.180 casos em registro ativo no final de 1999, o que representou 5 doentes por 10.000 habitantes.

O número de casos novos tem sido crescente ano a ano, tendo sido detectado 41.119 doentes em 1999 o que significou 2,51 Casos Novos em cada 10.000 habitantes. Minas Gerais, em 2000 apresentou um registro ativo de 5.668 casos, significando uma proporção de 3,2 doentes para cada 10.000 habitantes. E com seus 2.871 casos novos apresentou um risco de adoecer 1,64 pessoas em cada 10.000 habitantes.

O mais grave é que, pelo desconhecimento da doença por parte dos profissionais de saúde e da população em geral, que não consegue identificar os primeiros sinais e sintomas, grande número de doentes só faz o diagnóstico quando já apresenta algum grau de incapacidade física. O diagnóstico tardio representa maior ônus para os sistema de saúde e, principalmente, um grande ônus para o doente que, além de enfrentar todos os problemas desencadeados pela doença em si, passa a conviver também com o medo da rejeição. O estigma causado pela hanseníase é um fenômeno observado universalmente, provocado principalmente pelas incapacidades e deformidades.

A hanseníase, compreendida assim, como um problema de saúde pública, exige medidas de controle que devem ser compartilhadas por todos os profissionais de saúde em todos os níveis de atenção. Para isto, é importante o reconhecimento dos sinais e sintomas iniciais, para um diagnóstico precoce e tratamento adequado, visando principalmente a eliminação de fontes de contagio e prevenção de incapacidades que são, na grande maioria das vezes, evitáveis.

A transmissão da hanseníase se faz de pessoa a pessoa, sendo tanto mais fácil, quanto mais intimo e prolongado for esse relacionamento, e somente os pacientes bacilíferos, não tratados, têm capacidades de transmitir, predominantemente, pela eliminação de bacilos pelo trato respiratório alto. A evolução da hanseníase depende da competência da imunidade celular do indivíduo infectado frente ao M. leprae. Aquele que apresenta resistência ao bacilo, poderá evoluir para a cura espontânea ou para as formas paubacilares, não contagiosas.

Por outro lado, as pessoas infectadas que não possuam resistência, poderão evoluir, se não tratadas, para as formas multibacilares, contagiosas. A hanseníase manifesta-se por alterações neurológicas periféricas, quer seja a nível dos ramos superficiais da pele, ou mesmo de nervos periféricos, levando a distúrbios de sensibilidade, inicialm...

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