Clínica Neurológica Mogi das Cruzes, São Paulo

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Lycurgo Tostes de Andrade
(43) 3323-9784
Duque de Caxias 1980 - 204
Londrina, Paraná
Especialidade
Medicina Legal

Dados Divulgados por
Roberto Vaz Piesco
(14) 3815-3030
Rua Reverendo Francisco Lotufo 96
Botucatu, São Paulo
Especialidade
Medicina de Tráfego

Dados Divulgados por
Jandui de Souza Moreira
(13) 3386-6884
R Benjamim Constant 388
Guarujá, São Paulo
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Vanderley Alfredo Madeira da Fonseca
(11) 5542-9244
Jacucaim 104
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Valdemiro de Souza Lima Júnior
(11) 2799-3381
Celso Garcia 2294
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Fred Ellinger
(14) 423-3830
Av Brigadeiro Eduardo Gomes 597
Marilia, São Paulo
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
LESLIE ROSE DE BARROS
(19) 3254-1401
R Maria Monteiro 786 sala 44 - Cambuí
Campinas, São Paulo
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Sandra Podóloga
(11) 7830-5454
Atendimento Delivery
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina Estetica

Dados Divulgados por
Endrigo Emanuel Giordani
(11) 8635-3195
Dr. Altino Arantes 870
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Maricondi Santini e Brandao - Cemen
(16) 3371-0123
Rua 7 - de Setembro 3033
Sao Carlos, São Paulo
Especialidade
Medicina Nuclear

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Clínica Neurológica

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A hanseníase é uma doença infecciosa, causada pelo mycobacterium leprae, de evolução crônica, que aparece no panorama nacional como um importante problema de saúde pública. Embora não represente uma causa básica de óbito, a hanseníase figura em lugar destacado entre as morbidades e, principalmente, entre as condições que originam incapacidades. O Brasil ocupa o segundo lugar no mundo em número de doentes com 83.180 casos em registro ativo no final de 1999, o que representou 5 doentes por 10.000 habitantes.

O número de casos novos tem sido crescente ano a ano, tendo sido detectado 41.119 doentes em 1999 o que significou 2,51 Casos Novos em cada 10.000 habitantes. Minas Gerais, em 2000 apresentou um registro ativo de 5.668 casos, significando uma proporção de 3,2 doentes para cada 10.000 habitantes. E com seus 2.871 casos novos apresentou um risco de adoecer 1,64 pessoas em cada 10.000 habitantes.

O mais grave é que, pelo desconhecimento da doença por parte dos profissionais de saúde e da população em geral, que não consegue identificar os primeiros sinais e sintomas, grande número de doentes só faz o diagnóstico quando já apresenta algum grau de incapacidade física. O diagnóstico tardio representa maior ônus para os sistema de saúde e, principalmente, um grande ônus para o doente que, além de enfrentar todos os problemas desencadeados pela doença em si, passa a conviver também com o medo da rejeição. O estigma causado pela hanseníase é um fenômeno observado universalmente, provocado principalmente pelas incapacidades e deformidades.

A hanseníase, compreendida assim, como um problema de saúde pública, exige medidas de controle que devem ser compartilhadas por todos os profissionais de saúde em todos os níveis de atenção. Para isto, é importante o reconhecimento dos sinais e sintomas iniciais, para um diagnóstico precoce e tratamento adequado, visando principalmente a eliminação de fontes de contagio e prevenção de incapacidades que são, na grande maioria das vezes, evitáveis.

A transmissão da hanseníase se faz de pessoa a pessoa, sendo tanto mais fácil, quanto mais intimo e prolongado for esse relacionamento, e somente os pacientes bacilíferos, não tratados, têm capacidades de transmitir, predominantemente, pela eliminação de bacilos pelo trato respiratório alto. A evolução da hanseníase depende da competência da imunidade celular do indivíduo infectado frente ao M. leprae. Aquele que apresenta resistência ao bacilo, poderá evoluir para a cura espontânea ou para as formas paubacilares, não contagiosas.

Por outro lado, as pessoas infectadas que não possuam resistência, poderão evoluir, se não tratadas, para as formas multibacilares, contagiosas. A hanseníase manifesta-se por alterações neurológicas periféricas, quer seja a nível dos ramos superficiais da pele, ou mesmo de nervos periféricos, levando a distúrbios de sensibilidade, inicialm...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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