Clínica Neurológica Presidente Prudente, São Paulo

Encontre clínica neurológica em Presidente Prudente. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Micromed Anat Pat Citopatologia
Av. Washington Luiz 545
Presidente Prudente, São Paulo
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Haggeas Fernandes
(11) 9994-8978
Av Morumbi 627 - Quinto Andar
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Paulo de Tarso Nunes Chiode
(14) 3624-2882
Rua José Lúcio de Carvalho 548
Jau, São Paulo
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Tania Regina de Oliveira
(15) 3272-2862
Benjamim Constant 556 - Casa
Itapetininga, São Paulo
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Aldemir Natucci Rizzo
(11) 3266-5819
Avenida Paulista 575 - Conjunto 507
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Walther Dutra Cardoso
(16) 3371-6188
Rua Quinze de Novembro 1340 - Sala 1
Sao Carlos, São Paulo
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Paulo José Rossi Salles
(17) 3232-3987
Rua Voluntários de São Paulo 3598
Sao Jose Do Rio Preto, São Paulo
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Ana Claudia Montezino
(11) 3285-2685
R. Carlos Sampaio 304 cj.112
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Paulo Roberto Aben Athar Veiros
(11) 4025-0386
Rua Convenção 550 - Subsolo
Itu, São Paulo
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Ana Cecilia Paiva Barreto da Rocha Calfat
(11) 3714-9418
Rua Gaston Elie Pouget 23 - Casa
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Clínica Neurológica

Fornecido por: 

A hanseníase é uma doença infecciosa, causada pelo mycobacterium leprae, de evolução crônica, que aparece no panorama nacional como um importante problema de saúde pública. Embora não represente uma causa básica de óbito, a hanseníase figura em lugar destacado entre as morbidades e, principalmente, entre as condições que originam incapacidades. O Brasil ocupa o segundo lugar no mundo em número de doentes com 83.180 casos em registro ativo no final de 1999, o que representou 5 doentes por 10.000 habitantes.

O número de casos novos tem sido crescente ano a ano, tendo sido detectado 41.119 doentes em 1999 o que significou 2,51 Casos Novos em cada 10.000 habitantes. Minas Gerais, em 2000 apresentou um registro ativo de 5.668 casos, significando uma proporção de 3,2 doentes para cada 10.000 habitantes. E com seus 2.871 casos novos apresentou um risco de adoecer 1,64 pessoas em cada 10.000 habitantes.

O mais grave é que, pelo desconhecimento da doença por parte dos profissionais de saúde e da população em geral, que não consegue identificar os primeiros sinais e sintomas, grande número de doentes só faz o diagnóstico quando já apresenta algum grau de incapacidade física. O diagnóstico tardio representa maior ônus para os sistema de saúde e, principalmente, um grande ônus para o doente que, além de enfrentar todos os problemas desencadeados pela doença em si, passa a conviver também com o medo da rejeição. O estigma causado pela hanseníase é um fenômeno observado universalmente, provocado principalmente pelas incapacidades e deformidades.

A hanseníase, compreendida assim, como um problema de saúde pública, exige medidas de controle que devem ser compartilhadas por todos os profissionais de saúde em todos os níveis de atenção. Para isto, é importante o reconhecimento dos sinais e sintomas iniciais, para um diagnóstico precoce e tratamento adequado, visando principalmente a eliminação de fontes de contagio e prevenção de incapacidades que são, na grande maioria das vezes, evitáveis.

A transmissão da hanseníase se faz de pessoa a pessoa, sendo tanto mais fácil, quanto mais intimo e prolongado for esse relacionamento, e somente os pacientes bacilíferos, não tratados, têm capacidades de transmitir, predominantemente, pela eliminação de bacilos pelo trato respiratório alto. A evolução da hanseníase depende da competência da imunidade celular do indivíduo infectado frente ao M. leprae. Aquele que apresenta resistência ao bacilo, poderá evoluir para a cura espontânea ou para as formas paubacilares, não contagiosas.

Por outro lado, as pessoas infectadas que não possuam resistência, poderão evoluir, se não tratadas, para as formas multibacilares, contagiosas. A hanseníase manifesta-se por alterações neurológicas periféricas, quer seja a nível dos ramos superficiais da pele, ou mesmo de nervos periféricos, levando a distúrbios de sensibilidade, inicialm...

Clique aqui para ler este artigo em Saude em Movimento

Termos e Condições | Política de Privacidade
Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
Obs.: Se seu nome aparece no nosso cadastro e deseja que o tiremos, favor entrar em contato com support@nsphere.net