Clínica Neurológica Presidente Prudente, São Paulo

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Micromed Anat Pat Citopatologia
Av. Washington Luiz 545
Presidente Prudente, São Paulo
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Rodrigo Plens Teixeira
(15) 3272-7220
Rua Sao Vicente de Paula 300
Itapetininga, São Paulo
Especialidade
Cirurgia Cranio-Maxilo-Facial

Dados Divulgados por
Edoardo Santino
(11) 3221-8671
Rua Visconde de Cairu 54 - Casa 6
Sorocaba, São Paulo
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Cleber Sartorio
(11) 8358-6556
Rua Joquim Felicio 146 - 13 B
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina Preventiva e Social

Dados Divulgados por
Nilson Hermida Maestre
(16) 3632-5633
R. João Penteado 376
Ribeirao Preto, São Paulo
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Andrea Aparecida Fassoni
Rua Araujo Leite 37 - Q 25
Bauru, São Paulo
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Rafael Andrade Moscatiello
(11) 5532-1342
Av. dos Bandeirantes 3426 - Campo Belo
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Jose Antonio Frizo
(11) 3263-2537
Rua Cel Arruda Botelho 558
Boituva, São Paulo
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Marcio Henrique de Oliveira Mattos
(11) 3965-2783
R Luis Vasconcelos 35
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Wesley Roberto Rafael
(19) 3272-0489
Rua João Felipe Xavier da Silva 384
Campinas, São Paulo
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
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Clínica Neurológica

Fornecido por: 

A hanseníase é uma doença infecciosa, causada pelo mycobacterium leprae, de evolução crônica, que aparece no panorama nacional como um importante problema de saúde pública. Embora não represente uma causa básica de óbito, a hanseníase figura em lugar destacado entre as morbidades e, principalmente, entre as condições que originam incapacidades. O Brasil ocupa o segundo lugar no mundo em número de doentes com 83.180 casos em registro ativo no final de 1999, o que representou 5 doentes por 10.000 habitantes.

O número de casos novos tem sido crescente ano a ano, tendo sido detectado 41.119 doentes em 1999 o que significou 2,51 Casos Novos em cada 10.000 habitantes. Minas Gerais, em 2000 apresentou um registro ativo de 5.668 casos, significando uma proporção de 3,2 doentes para cada 10.000 habitantes. E com seus 2.871 casos novos apresentou um risco de adoecer 1,64 pessoas em cada 10.000 habitantes.

O mais grave é que, pelo desconhecimento da doença por parte dos profissionais de saúde e da população em geral, que não consegue identificar os primeiros sinais e sintomas, grande número de doentes só faz o diagnóstico quando já apresenta algum grau de incapacidade física. O diagnóstico tardio representa maior ônus para os sistema de saúde e, principalmente, um grande ônus para o doente que, além de enfrentar todos os problemas desencadeados pela doença em si, passa a conviver também com o medo da rejeição. O estigma causado pela hanseníase é um fenômeno observado universalmente, provocado principalmente pelas incapacidades e deformidades.

A hanseníase, compreendida assim, como um problema de saúde pública, exige medidas de controle que devem ser compartilhadas por todos os profissionais de saúde em todos os níveis de atenção. Para isto, é importante o reconhecimento dos sinais e sintomas iniciais, para um diagnóstico precoce e tratamento adequado, visando principalmente a eliminação de fontes de contagio e prevenção de incapacidades que são, na grande maioria das vezes, evitáveis.

A transmissão da hanseníase se faz de pessoa a pessoa, sendo tanto mais fácil, quanto mais intimo e prolongado for esse relacionamento, e somente os pacientes bacilíferos, não tratados, têm capacidades de transmitir, predominantemente, pela eliminação de bacilos pelo trato respiratório alto. A evolução da hanseníase depende da competência da imunidade celular do indivíduo infectado frente ao M. leprae. Aquele que apresenta resistência ao bacilo, poderá evoluir para a cura espontânea ou para as formas paubacilares, não contagiosas.

Por outro lado, as pessoas infectadas que não possuam resistência, poderão evoluir, se não tratadas, para as formas multibacilares, contagiosas. A hanseníase manifesta-se por alterações neurológicas periféricas, quer seja a nível dos ramos superficiais da pele, ou mesmo de nervos periféricos, levando a distúrbios de sensibilidade, inicialm...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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