Clínica Neurológica Vitória de Santo Antão, Pernambuco

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Jonas Francisco do Nascimento
Imperial 137
Vitoria de Santo Antao, Pernambuco
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Centro Clínico Sto Aleixo
(81) 3379-1546
r Sto Aleixo, 510 Santo Aleixo
Jaboatão dos Guararapes, Pernambuco

Dados Divulgados por
Centro Clínico de Piedade
(81) 3468-1785
r Maria Rita Barradas, 252 Piedade
Jaboatão dos Guararapes, Pernambuco

Dados Divulgados por
Clínica Especializada
(81) 3474-3729
r Dr Miguel Arcanjo, 21 an 1 s 18 Piedade
Jaboatão dos Guararapes, Pernambuco

Dados Divulgados por
Centro Médico Yapoatan
(81) 3481-1422
r Br de Lucena, 871 Centro
Jaboatão dos Guararapes, Pernambuco

Dados Divulgados por
Clínica Grupo Feirantes
(81) 3476-4175
r Colégio Pr, 35 Cajueiro Seco
Jaboatão dos Guararapes, Pernambuco

Dados Divulgados por
Cedip-Centro Diagnóstico de Pernambuco
(81) 3468-8336
r NS Copacabana, 4444 Piedade
Jaboatão dos Guararapes, Pernambuco

Dados Divulgados por
Centro Clínico de Prazeres
(81) 3476-4373
r Sto Elias, 168 an 1 Prazeres
Jaboatão dos Guararapes, Pernambuco

Dados Divulgados por
Centro Clínico Metropolitano
(81) 3481-1202
av Gal Manuel Rabelo, 97 Engenho Velho
Jaboatão dos Guararapes, Pernambuco

Dados Divulgados por
Clínica do Curado 2
(81) 3452-1476
r Leonardo Vinci, 16 c B Curado II
Jaboatão dos Guararapes, Pernambuco

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Clínica Neurológica

Fornecido por: 

A hanseníase é uma doença infecciosa, causada pelo mycobacterium leprae, de evolução crônica, que aparece no panorama nacional como um importante problema de saúde pública. Embora não represente uma causa básica de óbito, a hanseníase figura em lugar destacado entre as morbidades e, principalmente, entre as condições que originam incapacidades. O Brasil ocupa o segundo lugar no mundo em número de doentes com 83.180 casos em registro ativo no final de 1999, o que representou 5 doentes por 10.000 habitantes.

O número de casos novos tem sido crescente ano a ano, tendo sido detectado 41.119 doentes em 1999 o que significou 2,51 Casos Novos em cada 10.000 habitantes. Minas Gerais, em 2000 apresentou um registro ativo de 5.668 casos, significando uma proporção de 3,2 doentes para cada 10.000 habitantes. E com seus 2.871 casos novos apresentou um risco de adoecer 1,64 pessoas em cada 10.000 habitantes.

O mais grave é que, pelo desconhecimento da doença por parte dos profissionais de saúde e da população em geral, que não consegue identificar os primeiros sinais e sintomas, grande número de doentes só faz o diagnóstico quando já apresenta algum grau de incapacidade física. O diagnóstico tardio representa maior ônus para os sistema de saúde e, principalmente, um grande ônus para o doente que, além de enfrentar todos os problemas desencadeados pela doença em si, passa a conviver também com o medo da rejeição. O estigma causado pela hanseníase é um fenômeno observado universalmente, provocado principalmente pelas incapacidades e deformidades.

A hanseníase, compreendida assim, como um problema de saúde pública, exige medidas de controle que devem ser compartilhadas por todos os profissionais de saúde em todos os níveis de atenção. Para isto, é importante o reconhecimento dos sinais e sintomas iniciais, para um diagnóstico precoce e tratamento adequado, visando principalmente a eliminação de fontes de contagio e prevenção de incapacidades que são, na grande maioria das vezes, evitáveis.

A transmissão da hanseníase se faz de pessoa a pessoa, sendo tanto mais fácil, quanto mais intimo e prolongado for esse relacionamento, e somente os pacientes bacilíferos, não tratados, têm capacidades de transmitir, predominantemente, pela eliminação de bacilos pelo trato respiratório alto. A evolução da hanseníase depende da competência da imunidade celular do indivíduo infectado frente ao M. leprae. Aquele que apresenta resistência ao bacilo, poderá evoluir para a cura espontânea ou para as formas paubacilares, não contagiosas.

Por outro lado, as pessoas infectadas que não possuam resistência, poderão evoluir, se não tratadas, para as formas multibacilares, contagiosas. A hanseníase manifesta-se por alterações neurológicas periféricas, quer seja a nível dos ramos superficiais da pele, ou mesmo de nervos periféricos, levando a distúrbios de sensibilidade, inicialm...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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