Inicial | Apresentação | Anuncie | Contato | Mapa | Cadastro

Clínica Obstétrica Angra dos Reis, Rio de Janeiro

Encontre clínica obstétrica em Angra dos Reis. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Eduardo de Mendonca e Silva
2254-5194
R. Gal. Roca 685 - 601
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Fernando Mauro Junqueira Bastos
(21) 2256-3618
Rua Tonelero 59 - 101
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Clarisse de Oliveira Waldstein de Moura
(21) 2622-2563
R Mem de Sa 19 - Sl. 1005
Niteroi, Rio de Janeiro
Caíto Petroni Lemes
(21) 3316-2900
Rua Jaguaruna 105 - 4º Andar
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
José Manoel Alves de Oliveira
(21) 2556-8096
Rua do Catete 90 - Sala 404
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Rosely Veneu Pinheiro
(21) 2234-7517
R Carmela Dutra 96
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Alvaro Henrique Braga
257-6111
R. Br. de S. Francisco 373 - 301
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Paulo Soares de Azevedo
(21) 2205-7223
Rua Barão do Flamengo 21 - 701
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Frederico Azevedo
(21) 2545-9005
Siqueira Campos 93 - 703
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Melissa Mazzoni Vieira
(21) 2401-9418
Rua Francisco Real 752
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Dados Divulgados por
 
Fornecido por: 

Clínica Obstétrica

Uma nova técnica de citoscopia fetal, que utiliza terapia a laser para realizar a desobstrução, vem sendo aplicada no diagnóstico e tratamento de casos graves de feto com obstrução na bexiga. O método é minimamente invasivo, evitando os riscos das cirurgias feitas com a abertura da barriga da mãe e do feto. Os instrumentos utilizados no tratamento foram desenvolvidos pelo médico obstetra Rodrigo Ruano, pesquisador no HC.

A obstrução da bexiga ocorre aproximadamente em cada 2 mil nascidos vivos.“Em casos mais graves, a obstrução acontece por não formação do canal da uretra (atresia de uretra) ou pela existência de uma membrana conhecida como válvula de uretra posterior”, afirma Ruano, que também é professor da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). “Como a urina não pode sair, a função renal do feto é comprometida, ao mesmo tempo em que acontece a carência de líquido amniótico, o que prejudica o desenvolvimento dos pulmões.
 
O objetivo do médico era criar uma técnica com função diagnóstica e terapêutica. Os casos mais graves são identificados por ultra-som convencional, no pré-natal, entre 12 e 20 semanas de gestação. Para identificar o tipo de obstrução, Ruano utilizou uma agulha de 2,2 milímetros. “Guiada por ultra-som, ela atravessa a barriga da mãe, o útero e a barriga do feto, entrando na bexiga e fazendo a identificação do problema por meio de endoscopia”, conta.
 
Quando é identificada válvula de uretra posterior, um laser é introduzido na agulha para fazer a remoção da membrana. “O procedimento é feito em casos de obstrução completa, ausência de líquido amniótico e função renal razoavelmente preservada, até a vigésima sexta semana de gestação”, descreve o obstetra. Para os casos de obstrução por não formação do canal da uretra, que representam cerca de 30% a 40% das ocorrências mais graves, não há tratamento ainda.
 
Resultados

Desde que a técnica começou a ser utilizada no HC, em meados de 2006, foram identificados dez casos graves de fetos com obstrução da bexiga com a nova técnica. Seis deles apresentavam válvula de uretra posterior, passível de tratamento, sendo que quatro sobreviveram. “São resultados promissores”, ressalta o médico. &ldq...

Clique aqui para ler este artigo em Saude em Movimento

Webmaster- Saúde em Movimento
Copyright © 2000/2010 - Saúde em Movimento