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Clínica Obstétrica Aracaju, Sergipe

Encontre clínica obstétrica em Aracaju. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Leila Nacer de Oliveira
(79) 3211-2165
R Silveiramonsenhor 412
Aracaju, Sergipe
Almiro Alves de Oliva Sobrinho
(79) 3214-0819
R Construtor Joao Alves 198
Aracaju, Sergipe
Cynthia Figueiredo Leite
(79) 3213-0807
R Construtor Joao Alves 198
Aracaju, Sergipe
Analises Laboratorio Clinico Ltda
(79) 3241-4097
Rua Bahia 1134
Aracaju, Sergipe
Gilcelio Gonçalves de Almeida
(79) 3214-2626
Av Goncalo Prado Rolembergº 211 - Sala 905
Aracaju, Sergipe
Maria Jose Machado
(79) 3214-0680
Rua Monsenhor Silveira 342
Aracaju, Sergipe
Amalia Moreira Fernandes
(79) 3214-4662
R Santa Luzia 575 - Sala 01
Aracaju, Sergipe
Maria Licia de Souza Visnienski
(79) 3246-4873
Rua Guilhermino Rezende 423
Aracaju, Sergipe
Edla do Amaral Costa Cruz
(79) 3216-1408
Rua Frei Paulo 331 - Cl.Santa Helena
Aracaju, Sergipe
Celi Marques Santos
(79) 3213-0807
R Construtor Joao Alves 198
Aracaju, Sergipe
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Clínica Obstétrica

Uma nova técnica de citoscopia fetal, que utiliza terapia a laser para realizar a desobstrução, vem sendo aplicada no diagnóstico e tratamento de casos graves de feto com obstrução na bexiga. O método é minimamente invasivo, evitando os riscos das cirurgias feitas com a abertura da barriga da mãe e do feto. Os instrumentos utilizados no tratamento foram desenvolvidos pelo médico obstetra Rodrigo Ruano, pesquisador no HC.

A obstrução da bexiga ocorre aproximadamente em cada 2 mil nascidos vivos.“Em casos mais graves, a obstrução acontece por não formação do canal da uretra (atresia de uretra) ou pela existência de uma membrana conhecida como válvula de uretra posterior”, afirma Ruano, que também é professor da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). “Como a urina não pode sair, a função renal do feto é comprometida, ao mesmo tempo em que acontece a carência de líquido amniótico, o que prejudica o desenvolvimento dos pulmões.
 
O objetivo do médico era criar uma técnica com função diagnóstica e terapêutica. Os casos mais graves são identificados por ultra-som convencional, no pré-natal, entre 12 e 20 semanas de gestação. Para identificar o tipo de obstrução, Ruano utilizou uma agulha de 2,2 milímetros. “Guiada por ultra-som, ela atravessa a barriga da mãe, o útero e a barriga do feto, entrando na bexiga e fazendo a identificação do problema por meio de endoscopia”, conta.
 
Quando é identificada válvula de uretra posterior, um laser é introduzido na agulha para fazer a remoção da membrana. “O procedimento é feito em casos de obstrução completa, ausência de líquido amniótico e função renal razoavelmente preservada, até a vigésima sexta semana de gestação”, descreve o obstetra. Para os casos de obstrução por não formação do canal da uretra, que representam cerca de 30% a 40% das ocorrências mais graves, não há tratamento ainda.
 
Resultados

Desde que a técnica começou a ser utilizada no HC, em meados de 2006, foram identificados dez casos graves de fetos com obstrução da bexiga com a nova técnica. Seis deles apresentavam válvula de uretra posterior, passível de tratamento, sendo que quatro sobreviveram. “São resultados promissores”, ressalta o médico. &ldq...

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