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Clínica Obstétrica Cubatão, São Paulo

Encontre clínica obstétrica em Cubatão. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Jandui de Souza Moreira
(13) 3386-6884
R Benjamim Constant 388
Guarujá, São Paulo
Sydney Ferreira de Moraes Rego Cia SC
(16) 3610-3040
Rua Americo Brasiliense 284 - 3 Andar
Ribeirao Preto, São Paulo
Raphael Capelli Guerra
11 4331-1368
Av:Indico 837
Sao Bernardo Do Campo, São Paulo
Joao Miguel Amorim Junior
(18) 3722-4960
R Mato Grosso 1100
Andradina, São Paulo
Angelica T. S. Ramos
(98) 231-2924
Rua Sao Pantaleao 169
Sao Luis, Maranhão
Nilson Hermida Maestre
(16) 3632-5633
R. João Penteado 376
Ribeirao Preto, São Paulo
Matheus Stucchi Salles
(16) 342-1693
R Fagundes Varela 314 - Vila Seixas
Ribeirao Preto, São Paulo
Eduardo Emilio de Souza Baena
(11) 4427-4242
Avenida Portugal 53
Santo Andre, São Paulo
Romulo Augusto Moreira Lima
(98) 3232-6504
Rua 1282 - Casa
Sao Luis, Maranhão
Clínica Jardim do Mar
(11) 4121-3007
r Atlântica, 88 Jardim do Mar
São Bernardo do Campo, São Paulo
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Clínica Obstétrica

Uma nova técnica de citoscopia fetal, que utiliza terapia a laser para realizar a desobstrução, vem sendo aplicada no diagnóstico e tratamento de casos graves de feto com obstrução na bexiga. O método é minimamente invasivo, evitando os riscos das cirurgias feitas com a abertura da barriga da mãe e do feto. Os instrumentos utilizados no tratamento foram desenvolvidos pelo médico obstetra Rodrigo Ruano, pesquisador no HC.

A obstrução da bexiga ocorre aproximadamente em cada 2 mil nascidos vivos.“Em casos mais graves, a obstrução acontece por não formação do canal da uretra (atresia de uretra) ou pela existência de uma membrana conhecida como válvula de uretra posterior”, afirma Ruano, que também é professor da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). “Como a urina não pode sair, a função renal do feto é comprometida, ao mesmo tempo em que acontece a carência de líquido amniótico, o que prejudica o desenvolvimento dos pulmões.
 
O objetivo do médico era criar uma técnica com função diagnóstica e terapêutica. Os casos mais graves são identificados por ultra-som convencional, no pré-natal, entre 12 e 20 semanas de gestação. Para identificar o tipo de obstrução, Ruano utilizou uma agulha de 2,2 milímetros. “Guiada por ultra-som, ela atravessa a barriga da mãe, o útero e a barriga do feto, entrando na bexiga e fazendo a identificação do problema por meio de endoscopia”, conta.
 
Quando é identificada válvula de uretra posterior, um laser é introduzido na agulha para fazer a remoção da membrana. “O procedimento é feito em casos de obstrução completa, ausência de líquido amniótico e função renal razoavelmente preservada, até a vigésima sexta semana de gestação”, descreve o obstetra. Para os casos de obstrução por não formação do canal da uretra, que representam cerca de 30% a 40% das ocorrências mais graves, não há tratamento ainda.
 
Resultados

Desde que a técnica começou a ser utilizada no HC, em meados de 2006, foram identificados dez casos graves de fetos com obstrução da bexiga com a nova técnica. Seis deles apresentavam válvula de uretra posterior, passível de tratamento, sendo que quatro sobreviveram. “São resultados promissores”, ressalta o médico. &ldq...

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