Clínica Obstétrica Cuiabá, Mato Grosso

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Naíra Domingos Sé
(65) 3322-2504
Rua Rua dos Líriosº 525
Cuiaba, Mato Grosso
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Clínica Genus Ltda
(65) 3642-4742
av Aclimação, 508, Bsq da Saúde
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
Ângela Cristina Fanzeres Monteiro Fortes
(65) 3621-1806
r Dr Clóvis Corrêa Costa, s/n c 201
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
Clínica Médica Mady Ltda
(65) 3625-1491
r Manoel Ramos Lino, 223, Coophamil
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
Audimet Auditoria em Saúde e Medicina do Trabalho
(65) 3321-8725
r Des José Mesquita, 303 Araés
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
Eliane Solange de Souza Pires
(65) 3617-1688
Cuiaba, Mato Grosso
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Center Med
(65) 3023-6666
r Gago Coutinho, 359
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
Antônio M Silva
(65) 3321-4451
r Joaquim Murtinho, 940 Centro Sul
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
Center Clin
(65) 3321-5658
r Br de Melgaço, 2403
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
Castro, Maria C D
(65) 3321-5658
r Br Melgaço, 2403
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Clínica Obstétrica

Fornecido por: 

Uma nova técnica de citoscopia fetal, que utiliza terapia a laser para realizar a desobstrução, vem sendo aplicada no diagnóstico e tratamento de casos graves de feto com obstrução na bexiga. O método é minimamente invasivo, evitando os riscos das cirurgias feitas com a abertura da barriga da mãe e do feto. Os instrumentos utilizados no tratamento foram desenvolvidos pelo médico obstetra Rodrigo Ruano, pesquisador no HC.

A obstrução da bexiga ocorre aproximadamente em cada 2 mil nascidos vivos.“Em casos mais graves, a obstrução acontece por não formação do canal da uretra (atresia de uretra) ou pela existência de uma membrana conhecida como válvula de uretra posterior”, afirma Ruano, que também é professor da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). “Como a urina não pode sair, a função renal do feto é comprometida, ao mesmo tempo em que acontece a carência de líquido amniótico, o que prejudica o desenvolvimento dos pulmões.
 
O objetivo do médico era criar uma técnica com função diagnóstica e terapêutica. Os casos mais graves são identificados por ultra-som convencional, no pré-natal, entre 12 e 20 semanas de gestação. Para identificar o tipo de obstrução, Ruano utilizou uma agulha de 2,2 milímetros. “Guiada por ultra-som, ela atravessa a barriga da mãe, o útero e a barriga do feto, entrando na bexiga e fazendo a identificação do problema por meio de endoscopia”, conta.
 
Quando é identificada válvula de uretra posterior, um laser é introduzido na agulha para fazer a remoção da membrana. “O procedimento é feito em casos de obstrução completa, ausência de líquido amniótico e função renal razoavelmente preservada, até a vigésima sexta semana de gestação”, descreve o obstetra. Para os casos de obstrução por não formação do canal da uretra, que representam cerca de 30% a 40% das ocorrências mais graves, não há tratamento ainda.
 
Resultados

Desde que a técnica começou a ser utilizada no HC, em meados de 2006, foram identificados dez casos graves de fetos com obstrução da bexiga com a nova técnica. Seis deles apresentavam válvula de uretra posterior, passível de tratamento, sendo que quatro sobreviveram. “São resultados promissores”, ressalta o médico. &ldq...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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