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Clínica Obstétrica Divinópolis, Minas Gerais

Encontre clínica obstétrica em Divinópolis. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Rosangela de Fatima Soares
(37) 3222-0660
Av Antonio o. de Morais 545 - 1001
Divinopolis, Minas Gerais
Jose Henrique Macedo Cerqueira
3275-4499
Av do Contorno 9797
Belo Horizonte, Minas Gerais
Marcelo Noce Rocha
(31) 2105-6344
Afonso Pena 2436 - 3º Andar
Belo Horizonte, Minas Gerais
Francisco Ricardo Gomes Bueno
329-2664
R Timbiras 3156 - 1 Andar
Belo Horizonte, Minas Gerais
Jorge Eustaquio Heredia
(32) 3215-1016
Av Rio Branco 2370 - 1204
Juiz de Fora, Minas Gerais
Alexandre Antonio Barroso Vieira
(37) 3222-9999
Av. Getúlio Vargas 715
Divinopolis, Minas Gerais
Andrea Juca Nunes Rocha
323-2159
Rua Santo Antonio 1500 - 801
Juiz de Fora, Minas Gerais
Maria de Lourdes Junqueira Rodrigues Melo
3274-3733
R Padre Rolim 491
Belo Horizonte, Minas Gerais
Marco Victor Hermeto
(31) 3283-9932
Av Contorno 4747 - Sala 1613/1614 Ed Lifecenter
Belo Horizonte, Minas Gerais
Jose Edelberto Sanches
323-2152
Av Rio Branco 2986 - Terreo
Juiz de Fora, Minas Gerais
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Clínica Obstétrica

Uma nova técnica de citoscopia fetal, que utiliza terapia a laser para realizar a desobstrução, vem sendo aplicada no diagnóstico e tratamento de casos graves de feto com obstrução na bexiga. O método é minimamente invasivo, evitando os riscos das cirurgias feitas com a abertura da barriga da mãe e do feto. Os instrumentos utilizados no tratamento foram desenvolvidos pelo médico obstetra Rodrigo Ruano, pesquisador no HC.

A obstrução da bexiga ocorre aproximadamente em cada 2 mil nascidos vivos.“Em casos mais graves, a obstrução acontece por não formação do canal da uretra (atresia de uretra) ou pela existência de uma membrana conhecida como válvula de uretra posterior”, afirma Ruano, que também é professor da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). “Como a urina não pode sair, a função renal do feto é comprometida, ao mesmo tempo em que acontece a carência de líquido amniótico, o que prejudica o desenvolvimento dos pulmões.
 
O objetivo do médico era criar uma técnica com função diagnóstica e terapêutica. Os casos mais graves são identificados por ultra-som convencional, no pré-natal, entre 12 e 20 semanas de gestação. Para identificar o tipo de obstrução, Ruano utilizou uma agulha de 2,2 milímetros. “Guiada por ultra-som, ela atravessa a barriga da mãe, o útero e a barriga do feto, entrando na bexiga e fazendo a identificação do problema por meio de endoscopia”, conta.
 
Quando é identificada válvula de uretra posterior, um laser é introduzido na agulha para fazer a remoção da membrana. “O procedimento é feito em casos de obstrução completa, ausência de líquido amniótico e função renal razoavelmente preservada, até a vigésima sexta semana de gestação”, descreve o obstetra. Para os casos de obstrução por não formação do canal da uretra, que representam cerca de 30% a 40% das ocorrências mais graves, não há tratamento ainda.
 
Resultados

Desde que a técnica começou a ser utilizada no HC, em meados de 2006, foram identificados dez casos graves de fetos com obstrução da bexiga com a nova técnica. Seis deles apresentavam válvula de uretra posterior, passível de tratamento, sendo que quatro sobreviveram. “São resultados promissores”, ressalta o médico. &ldq...

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