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Clínica Obstétrica Formosa, Goiás

Encontre clínica obstétrica em Formosa. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Sergio Andrade de Carvalho
(62) 3223-7311
R 9 130 - Priori Diagnosticos
Goiania, Goiás
Daniel do Prado F Junior
(62) 3541-6022
R 122 - 185 Medicina Estetica
Goiania, Goiás
Fernanda Carneiro Beraldo
623-2816
Al Coronel Joaquim de Bastosº 248
Goiania, Goiás
Siderley de Souza Carneiro
(62) 3237-1700
Goiania, Goiás
Marco Aurelio Borges Barbosa
(62) 3311-9900
Av. Visconde de Taunay 134
Anapolis, Goiás
Wanderley Ribeiro Borges de Figueiredo
(62) 3224-0078
Av Oeste 3 - Vitalabor
Goiania, Goiás
Eliane Duarte Mota
(62) 3212-7333
R 39 - 181 Hosp Araujo Jorge
Goiania, Goiás
Maria Auxiliadora de P. Cysneiro
(62) 3521-9191
R 3 - C 63
Goiania, Goiás
Julieta Dias Coelho
(62) 3265-0444
Av 5a Avenida 80 - Cebrom
Goiania, Goiás
Nestor Carvalho Furtado
(62) 3251-9060
Al Rosasdas 1223
Goiania, Goiás
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Clínica Obstétrica

Uma nova técnica de citoscopia fetal, que utiliza terapia a laser para realizar a desobstrução, vem sendo aplicada no diagnóstico e tratamento de casos graves de feto com obstrução na bexiga. O método é minimamente invasivo, evitando os riscos das cirurgias feitas com a abertura da barriga da mãe e do feto. Os instrumentos utilizados no tratamento foram desenvolvidos pelo médico obstetra Rodrigo Ruano, pesquisador no HC.

A obstrução da bexiga ocorre aproximadamente em cada 2 mil nascidos vivos.“Em casos mais graves, a obstrução acontece por não formação do canal da uretra (atresia de uretra) ou pela existência de uma membrana conhecida como válvula de uretra posterior”, afirma Ruano, que também é professor da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). “Como a urina não pode sair, a função renal do feto é comprometida, ao mesmo tempo em que acontece a carência de líquido amniótico, o que prejudica o desenvolvimento dos pulmões.
 
O objetivo do médico era criar uma técnica com função diagnóstica e terapêutica. Os casos mais graves são identificados por ultra-som convencional, no pré-natal, entre 12 e 20 semanas de gestação. Para identificar o tipo de obstrução, Ruano utilizou uma agulha de 2,2 milímetros. “Guiada por ultra-som, ela atravessa a barriga da mãe, o útero e a barriga do feto, entrando na bexiga e fazendo a identificação do problema por meio de endoscopia”, conta.
 
Quando é identificada válvula de uretra posterior, um laser é introduzido na agulha para fazer a remoção da membrana. “O procedimento é feito em casos de obstrução completa, ausência de líquido amniótico e função renal razoavelmente preservada, até a vigésima sexta semana de gestação”, descreve o obstetra. Para os casos de obstrução por não formação do canal da uretra, que representam cerca de 30% a 40% das ocorrências mais graves, não há tratamento ainda.
 
Resultados

Desde que a técnica começou a ser utilizada no HC, em meados de 2006, foram identificados dez casos graves de fetos com obstrução da bexiga com a nova técnica. Seis deles apresentavam válvula de uretra posterior, passível de tratamento, sendo que quatro sobreviveram. “São resultados promissores”, ressalta o médico. &ldq...

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