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Clínica Obstétrica Governador Valadares, Minas Gerais

Encontre clínica obstétrica em Governador Valadares. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Sergio de Azevedo Naves
(33) 3277-7185
Barao do Rio Branco 681 - 2º Andar
Governador Valadares, Minas Gerais
Carlos Eduardo de Magalhaes Quintao
(32) 3215-1515
Av Rio Branco 2679 - 107
Juiz de Fora, Minas Gerais
Jose Carlos Rodrigues Sary Eldin
(31) 3356-4580
Av.Joao Cesar de Olivei 650 - Sala 10
Contagem, Minas Gerais
Alexandre Vaz
3295-6767
Av do Contorno 9921 - Sala 607
Belo Horizonte, Minas Gerais
Sylvio Silveira Martins Junior
323-2292
Av Rio Branco 3353
Juiz de Fora, Minas Gerais
Carlos Lemos de Carvalho
3299-9030
R Gentios 1350
Belo Horizonte, Minas Gerais
Hector Luis Coraspe Leon
(34) 3318-9200
Rua Constituiçao 751 - 751
Uberaba, Minas Gerais
Gisele Tasca Dutra
(34) 3239-6000
Av João Pinheiro 289
Uberlandia, Minas Gerais
Gustavo Decina Vieira
(31) 3232-0550
Joaquim Gouveia 560
Belo Horizonte, Minas Gerais
Marcio Grillo de Bretas
323-2176
Rua Constantino Paleta 134
Juiz de Fora, Minas Gerais
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Clínica Obstétrica

Uma nova técnica de citoscopia fetal, que utiliza terapia a laser para realizar a desobstrução, vem sendo aplicada no diagnóstico e tratamento de casos graves de feto com obstrução na bexiga. O método é minimamente invasivo, evitando os riscos das cirurgias feitas com a abertura da barriga da mãe e do feto. Os instrumentos utilizados no tratamento foram desenvolvidos pelo médico obstetra Rodrigo Ruano, pesquisador no HC.

A obstrução da bexiga ocorre aproximadamente em cada 2 mil nascidos vivos.“Em casos mais graves, a obstrução acontece por não formação do canal da uretra (atresia de uretra) ou pela existência de uma membrana conhecida como válvula de uretra posterior”, afirma Ruano, que também é professor da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). “Como a urina não pode sair, a função renal do feto é comprometida, ao mesmo tempo em que acontece a carência de líquido amniótico, o que prejudica o desenvolvimento dos pulmões.
 
O objetivo do médico era criar uma técnica com função diagnóstica e terapêutica. Os casos mais graves são identificados por ultra-som convencional, no pré-natal, entre 12 e 20 semanas de gestação. Para identificar o tipo de obstrução, Ruano utilizou uma agulha de 2,2 milímetros. “Guiada por ultra-som, ela atravessa a barriga da mãe, o útero e a barriga do feto, entrando na bexiga e fazendo a identificação do problema por meio de endoscopia”, conta.
 
Quando é identificada válvula de uretra posterior, um laser é introduzido na agulha para fazer a remoção da membrana. “O procedimento é feito em casos de obstrução completa, ausência de líquido amniótico e função renal razoavelmente preservada, até a vigésima sexta semana de gestação”, descreve o obstetra. Para os casos de obstrução por não formação do canal da uretra, que representam cerca de 30% a 40% das ocorrências mais graves, não há tratamento ainda.
 
Resultados

Desde que a técnica começou a ser utilizada no HC, em meados de 2006, foram identificados dez casos graves de fetos com obstrução da bexiga com a nova técnica. Seis deles apresentavam válvula de uretra posterior, passível de tratamento, sendo que quatro sobreviveram. “São resultados promissores”, ressalta o médico. &ldq...

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