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Clínica Obstétrica Guarapari, Espírito Santo

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Alceu de Azevedo Falcao Neto
(27) 3225-6224
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Vitoria, Espírito Santo
Elielson Francisco Costa
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Colatina, Espírito Santo
Alfredo Silbermann Medicina Nuclear
273-3155
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Vitoria, Espírito Santo
CENTRO DE ESPECIALIDADES MEDICAS MEDICAL LTDA
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SERRA, Espírito Santo
Oncologistas Associados Serviços Médicos Ltda
(27) 3225-1974
r José Farias, 134, Sl 201, Sta Luíza
Vitória, Espírito Santo
Lilian Rodrigues Leitao
Vitoria, Espírito Santo
Henrique Tomasi Anal Clin Pat
Vitoria, Espírito Santo
CLINICA AURA - DERMATOLOGIA
27-3371 5650
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LINHARES, Espírito Santo
Cais - Centro de Atencao Integral A Saude do Adolescente e Adulto Jovem Ltda.
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Vitória, Espírito Santo
Centro - Clinica Medica e Seguranca do Trabalho Ltda
(27) 3327-4758
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Vitória, Espírito Santo
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Clínica Obstétrica

Uma nova técnica de citoscopia fetal, que utiliza terapia a laser para realizar a desobstrução, vem sendo aplicada no diagnóstico e tratamento de casos graves de feto com obstrução na bexiga. O método é minimamente invasivo, evitando os riscos das cirurgias feitas com a abertura da barriga da mãe e do feto. Os instrumentos utilizados no tratamento foram desenvolvidos pelo médico obstetra Rodrigo Ruano, pesquisador no HC.

A obstrução da bexiga ocorre aproximadamente em cada 2 mil nascidos vivos.“Em casos mais graves, a obstrução acontece por não formação do canal da uretra (atresia de uretra) ou pela existência de uma membrana conhecida como válvula de uretra posterior”, afirma Ruano, que também é professor da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). “Como a urina não pode sair, a função renal do feto é comprometida, ao mesmo tempo em que acontece a carência de líquido amniótico, o que prejudica o desenvolvimento dos pulmões.
 
O objetivo do médico era criar uma técnica com função diagnóstica e terapêutica. Os casos mais graves são identificados por ultra-som convencional, no pré-natal, entre 12 e 20 semanas de gestação. Para identificar o tipo de obstrução, Ruano utilizou uma agulha de 2,2 milímetros. “Guiada por ultra-som, ela atravessa a barriga da mãe, o útero e a barriga do feto, entrando na bexiga e fazendo a identificação do problema por meio de endoscopia”, conta.
 
Quando é identificada válvula de uretra posterior, um laser é introduzido na agulha para fazer a remoção da membrana. “O procedimento é feito em casos de obstrução completa, ausência de líquido amniótico e função renal razoavelmente preservada, até a vigésima sexta semana de gestação”, descreve o obstetra. Para os casos de obstrução por não formação do canal da uretra, que representam cerca de 30% a 40% das ocorrências mais graves, não há tratamento ainda.
 
Resultados

Desde que a técnica começou a ser utilizada no HC, em meados de 2006, foram identificados dez casos graves de fetos com obstrução da bexiga com a nova técnica. Seis deles apresentavam válvula de uretra posterior, passível de tratamento, sendo que quatro sobreviveram. “São resultados promissores”, ressalta o médico. &ldq...

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