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Clínica Obstétrica Hortolândia, São Paulo

Encontre clínica obstétrica em Hortolândia. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Evaldo Jose Bizachi Rodrigues
(19) 3234-9409
Rua Barata Ribeiro 280
Campinas, São Paulo
Júlio da Silva Pinto
(19) 3232-9971
Rua Bernardo Jose Sampaio 339 - 3º Andar - Cj 34
Campinas, São Paulo
Marcos Tiago Cervi
(19) 3518-3000
Rua José Pires Neto 160
Campinas, São Paulo
Claudio Hideyo Assato
19 3243-5667
Rua : frei Antonio de Padua 531 Guanabara
Campinas, São Paulo
Jose Ribeiro de Menezes Netto
Rua Barao de Itapura 1518
Campinas, São Paulo
Rosangela Deliza
Rua Santa Cruz 175
Campinas, São Paulo
Wesley Roberto Rafael
(19) 3272-0489
Rua João Felipe Xavier da Silva 384
Campinas, São Paulo
Fabio Augusto Portes Tmbasci
(19) 3287-5500
Rua Edilberto Luiz Pereira da Silva 150
Campinas, São Paulo
Adriana Celeste Gebrin
3755-8800
Sampainho 45
Campinas, São Paulo
Roberval de Campos
(19) 3755-8800
Benjamin Cosntant 1717
Campinas, São Paulo
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Clínica Obstétrica

Uma nova técnica de citoscopia fetal, que utiliza terapia a laser para realizar a desobstrução, vem sendo aplicada no diagnóstico e tratamento de casos graves de feto com obstrução na bexiga. O método é minimamente invasivo, evitando os riscos das cirurgias feitas com a abertura da barriga da mãe e do feto. Os instrumentos utilizados no tratamento foram desenvolvidos pelo médico obstetra Rodrigo Ruano, pesquisador no HC.

A obstrução da bexiga ocorre aproximadamente em cada 2 mil nascidos vivos.“Em casos mais graves, a obstrução acontece por não formação do canal da uretra (atresia de uretra) ou pela existência de uma membrana conhecida como válvula de uretra posterior”, afirma Ruano, que também é professor da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). “Como a urina não pode sair, a função renal do feto é comprometida, ao mesmo tempo em que acontece a carência de líquido amniótico, o que prejudica o desenvolvimento dos pulmões.
 
O objetivo do médico era criar uma técnica com função diagnóstica e terapêutica. Os casos mais graves são identificados por ultra-som convencional, no pré-natal, entre 12 e 20 semanas de gestação. Para identificar o tipo de obstrução, Ruano utilizou uma agulha de 2,2 milímetros. “Guiada por ultra-som, ela atravessa a barriga da mãe, o útero e a barriga do feto, entrando na bexiga e fazendo a identificação do problema por meio de endoscopia”, conta.
 
Quando é identificada válvula de uretra posterior, um laser é introduzido na agulha para fazer a remoção da membrana. “O procedimento é feito em casos de obstrução completa, ausência de líquido amniótico e função renal razoavelmente preservada, até a vigésima sexta semana de gestação”, descreve o obstetra. Para os casos de obstrução por não formação do canal da uretra, que representam cerca de 30% a 40% das ocorrências mais graves, não há tratamento ainda.
 
Resultados

Desde que a técnica começou a ser utilizada no HC, em meados de 2006, foram identificados dez casos graves de fetos com obstrução da bexiga com a nova técnica. Seis deles apresentavam válvula de uretra posterior, passível de tratamento, sendo que quatro sobreviveram. “São resultados promissores”, ressalta o médico. &ldq...

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