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Clínica Obstétrica Itaúna, Minas Gerais

Encontre clínica obstétrica em Itaúna. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Glaciano Nogueira Ribeiro
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Mario Paulo Cassiano e Paes
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Eng. Diniz 238
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Marcelo Monteiro de Aquino Filho
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Juiz de Fora, Minas Gerais
Marcio Grillo de Bretas
323-2176
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Juiz de Fora, Minas Gerais
Denise Batista da Cunha
(31) 3274-4409
Rua Doutor Jarbas Vidal Gomes 30 - Sala 301
Belo Horizonte, Minas Gerais
Anatomia Patologica e Citologia Ltda
(31) 3482-8005
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Belo Horizonte, Minas Gerais
Dairton Miranda
322-4636
R Padre Rolim 815 - Salas 208 507
Belo Horizonte, Minas Gerais
Denise Delon dos Santos
(32) 3216-3028
Av Rio Branco 2288 - 703
Juiz de Fora, Minas Gerais
Angela Maria Goncalves Felga
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Av Rio Branco 1863 - 511
Juiz de Fora, Minas Gerais
Antonio de Padua Massote
3484-6311
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Belo Horizonte, Minas Gerais
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Clínica Obstétrica

Uma nova técnica de citoscopia fetal, que utiliza terapia a laser para realizar a desobstrução, vem sendo aplicada no diagnóstico e tratamento de casos graves de feto com obstrução na bexiga. O método é minimamente invasivo, evitando os riscos das cirurgias feitas com a abertura da barriga da mãe e do feto. Os instrumentos utilizados no tratamento foram desenvolvidos pelo médico obstetra Rodrigo Ruano, pesquisador no HC.

A obstrução da bexiga ocorre aproximadamente em cada 2 mil nascidos vivos.“Em casos mais graves, a obstrução acontece por não formação do canal da uretra (atresia de uretra) ou pela existência de uma membrana conhecida como válvula de uretra posterior”, afirma Ruano, que também é professor da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). “Como a urina não pode sair, a função renal do feto é comprometida, ao mesmo tempo em que acontece a carência de líquido amniótico, o que prejudica o desenvolvimento dos pulmões.
 
O objetivo do médico era criar uma técnica com função diagnóstica e terapêutica. Os casos mais graves são identificados por ultra-som convencional, no pré-natal, entre 12 e 20 semanas de gestação. Para identificar o tipo de obstrução, Ruano utilizou uma agulha de 2,2 milímetros. “Guiada por ultra-som, ela atravessa a barriga da mãe, o útero e a barriga do feto, entrando na bexiga e fazendo a identificação do problema por meio de endoscopia”, conta.
 
Quando é identificada válvula de uretra posterior, um laser é introduzido na agulha para fazer a remoção da membrana. “O procedimento é feito em casos de obstrução completa, ausência de líquido amniótico e função renal razoavelmente preservada, até a vigésima sexta semana de gestação”, descreve o obstetra. Para os casos de obstrução por não formação do canal da uretra, que representam cerca de 30% a 40% das ocorrências mais graves, não há tratamento ainda.
 
Resultados

Desde que a técnica começou a ser utilizada no HC, em meados de 2006, foram identificados dez casos graves de fetos com obstrução da bexiga com a nova técnica. Seis deles apresentavam válvula de uretra posterior, passível de tratamento, sendo que quatro sobreviveram. “São resultados promissores”, ressalta o médico. &ldq...

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