Inicial | Apresentação | Anuncie | Contato | Mapa | Cadastro

Clínica Obstétrica Lages, Santa Catarina

Encontre clínica obstétrica em Lages. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Amandio Rampinelli
3222-6541
Rua Felipe Schmidt 390 - 910
Florianopolis, Santa Catarina
Zulmar Vieira Coutinho
3223-1317
Rua Jose Boiteux 34
Florianopolis, Santa Catarina
Léo Meyer Coutinho
(48) 3223-1317
Rua José Boiteux 34 - Casa
Florianopolis, Santa Catarina
Vera Lúcia Velloso Brandão Silva
(49) 3321-0078
Rua Floriano Peixoto 316 - L
Chapeco, Santa Catarina
Carlos Renato da Silva Fonseca
3248-8778
Rua Arnoldo Candido Raulino 183
Florianopolis, Santa Catarina
Lourival Bonatelli Filho
3224-3265
Av Osmar Cunha 126 - 401
Florianopolis, Santa Catarina
Luiz Henrique Silva
3223-1122
Rua Luiz Delfino 86
Florianopolis, Santa Catarina
Irene Vieira Souza
322-4188
Rua Dom Jaime Camara 77 - 601
Florianopolis, Santa Catarina
Jose Caldeira Ferreira Bastos
3222-3032
Rua Pres Coutinho 197
Florianopolis, Santa Catarina
Ires Hamyra Bezerra Massaut
322-4500
Av Rio Branco 633
Florianopolis, Santa Catarina
Dados Divulgados por
 
Fornecido por: 

Clínica Obstétrica

Uma nova técnica de citoscopia fetal, que utiliza terapia a laser para realizar a desobstrução, vem sendo aplicada no diagnóstico e tratamento de casos graves de feto com obstrução na bexiga. O método é minimamente invasivo, evitando os riscos das cirurgias feitas com a abertura da barriga da mãe e do feto. Os instrumentos utilizados no tratamento foram desenvolvidos pelo médico obstetra Rodrigo Ruano, pesquisador no HC.

A obstrução da bexiga ocorre aproximadamente em cada 2 mil nascidos vivos.“Em casos mais graves, a obstrução acontece por não formação do canal da uretra (atresia de uretra) ou pela existência de uma membrana conhecida como válvula de uretra posterior”, afirma Ruano, que também é professor da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). “Como a urina não pode sair, a função renal do feto é comprometida, ao mesmo tempo em que acontece a carência de líquido amniótico, o que prejudica o desenvolvimento dos pulmões.
 
O objetivo do médico era criar uma técnica com função diagnóstica e terapêutica. Os casos mais graves são identificados por ultra-som convencional, no pré-natal, entre 12 e 20 semanas de gestação. Para identificar o tipo de obstrução, Ruano utilizou uma agulha de 2,2 milímetros. “Guiada por ultra-som, ela atravessa a barriga da mãe, o útero e a barriga do feto, entrando na bexiga e fazendo a identificação do problema por meio de endoscopia”, conta.
 
Quando é identificada válvula de uretra posterior, um laser é introduzido na agulha para fazer a remoção da membrana. “O procedimento é feito em casos de obstrução completa, ausência de líquido amniótico e função renal razoavelmente preservada, até a vigésima sexta semana de gestação”, descreve o obstetra. Para os casos de obstrução por não formação do canal da uretra, que representam cerca de 30% a 40% das ocorrências mais graves, não há tratamento ainda.
 
Resultados

Desde que a técnica começou a ser utilizada no HC, em meados de 2006, foram identificados dez casos graves de fetos com obstrução da bexiga com a nova técnica. Seis deles apresentavam válvula de uretra posterior, passível de tratamento, sendo que quatro sobreviveram. “São resultados promissores”, ressalta o médico. &ldq...

Clique aqui para ler este artigo em Saude em Movimento

Webmaster- Saúde em Movimento
Copyright © 2000/2010 - Saúde em Movimento