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Clínica Obstétrica Marília, São Paulo

Encontre clínica obstétrica em Marília. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Altino Luiz Silva Therezo
(14) 422-2555
Rua Arco Verde 87
Marilia, São Paulo
Fred Ellinger
(14) 423-3830
Av Brigadeiro Eduardo Gomes 597
Marilia, São Paulo
Matheus Stucchi Salles
(16) 342-1693
R Fagundes Varela 314 - Vila Seixas
Ribeirao Preto, São Paulo
Rosa Maria Ragneri Domingues
Rua Doutor Querubino Soeiro 276
Leme, São Paulo
Gilberto Rodrigues dos Santos Filhos
Rua Tres 187
Rio Claro, São Paulo
Leonardo Parr S. Fernandes
(142) 105-4560
R. Dr. Próspero Cecílio Coimbra 80 sala 5- 2° andar
Marilia, São Paulo
Wu Chi Haur
(11) 3209-0112
Praça Santo Agostinho 70 - Conjunto 11
São Paulo, São Paulo
Dimen - Ribeirão Preto
(01) 6623-8281
Av.Independencia 2125
Ribeirao Preto, São Paulo
Tania Regina de Oliveira
(15) 3272-2862
Benjamim Constant 556 - Casa
Itapetininga, São Paulo
Delboni Auriemo
Av. Jurua 434
Barueri, São Paulo
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Clínica Obstétrica

Uma nova técnica de citoscopia fetal, que utiliza terapia a laser para realizar a desobstrução, vem sendo aplicada no diagnóstico e tratamento de casos graves de feto com obstrução na bexiga. O método é minimamente invasivo, evitando os riscos das cirurgias feitas com a abertura da barriga da mãe e do feto. Os instrumentos utilizados no tratamento foram desenvolvidos pelo médico obstetra Rodrigo Ruano, pesquisador no HC.

A obstrução da bexiga ocorre aproximadamente em cada 2 mil nascidos vivos.“Em casos mais graves, a obstrução acontece por não formação do canal da uretra (atresia de uretra) ou pela existência de uma membrana conhecida como válvula de uretra posterior”, afirma Ruano, que também é professor da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). “Como a urina não pode sair, a função renal do feto é comprometida, ao mesmo tempo em que acontece a carência de líquido amniótico, o que prejudica o desenvolvimento dos pulmões.
 
O objetivo do médico era criar uma técnica com função diagnóstica e terapêutica. Os casos mais graves são identificados por ultra-som convencional, no pré-natal, entre 12 e 20 semanas de gestação. Para identificar o tipo de obstrução, Ruano utilizou uma agulha de 2,2 milímetros. “Guiada por ultra-som, ela atravessa a barriga da mãe, o útero e a barriga do feto, entrando na bexiga e fazendo a identificação do problema por meio de endoscopia”, conta.
 
Quando é identificada válvula de uretra posterior, um laser é introduzido na agulha para fazer a remoção da membrana. “O procedimento é feito em casos de obstrução completa, ausência de líquido amniótico e função renal razoavelmente preservada, até a vigésima sexta semana de gestação”, descreve o obstetra. Para os casos de obstrução por não formação do canal da uretra, que representam cerca de 30% a 40% das ocorrências mais graves, não há tratamento ainda.
 
Resultados

Desde que a técnica começou a ser utilizada no HC, em meados de 2006, foram identificados dez casos graves de fetos com obstrução da bexiga com a nova técnica. Seis deles apresentavam válvula de uretra posterior, passível de tratamento, sendo que quatro sobreviveram. “São resultados promissores”, ressalta o médico. &ldq...

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