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Clínica Obstétrica Pelotas, Rio Grande do Sul

Encontre clínica obstétrica em Pelotas. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Jose Antonio Leivas Lang
(53) 3222-5522
Rua Padre Anchieta 2445
Pelotas, Rio Grande do Sul
Marilene Lucas Oliveira Bicca
(53) 3222-7398
Rua Anchieta 2396
Pelotas, Rio Grande do Sul
Gisele Finkler da Fonseca
(51) 3231-0688
Rua Grao Para 36
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Arlinda Quesada Beck
3320-3000
Ipiranga 6690 6690
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Elizabeth Lemos Silveira
(51) 3222-7139
Rua Dona Laura 45 - 204
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Claudete Mariza Dias Correa
(53) 222-1806
Rua Anchieta 2293
Pelotas, Rio Grande do Sul
Maria Cristina G Barbosa e Silva
(53) 3273-5103
Rua Senador Mendonça 301 - 403
Pelotas, Rio Grande do Sul
Vaniza Kloeckner Farias
(54) 313-2307
Tiradentes 420 - Sala 1
Passo Fundo, Rio Grande do Sul
GISLAINE ROCHA DE QUADROS
5.181.712.976
Consultório de Fonoaudiologia em Canoas
Canoas, Rio Grande do Sul
Flávio Dias Silva
(51) 3341-0100
Av. Andaraí 130
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
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Clínica Obstétrica

Uma nova técnica de citoscopia fetal, que utiliza terapia a laser para realizar a desobstrução, vem sendo aplicada no diagnóstico e tratamento de casos graves de feto com obstrução na bexiga. O método é minimamente invasivo, evitando os riscos das cirurgias feitas com a abertura da barriga da mãe e do feto. Os instrumentos utilizados no tratamento foram desenvolvidos pelo médico obstetra Rodrigo Ruano, pesquisador no HC.

A obstrução da bexiga ocorre aproximadamente em cada 2 mil nascidos vivos.“Em casos mais graves, a obstrução acontece por não formação do canal da uretra (atresia de uretra) ou pela existência de uma membrana conhecida como válvula de uretra posterior”, afirma Ruano, que também é professor da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). “Como a urina não pode sair, a função renal do feto é comprometida, ao mesmo tempo em que acontece a carência de líquido amniótico, o que prejudica o desenvolvimento dos pulmões.
 
O objetivo do médico era criar uma técnica com função diagnóstica e terapêutica. Os casos mais graves são identificados por ultra-som convencional, no pré-natal, entre 12 e 20 semanas de gestação. Para identificar o tipo de obstrução, Ruano utilizou uma agulha de 2,2 milímetros. “Guiada por ultra-som, ela atravessa a barriga da mãe, o útero e a barriga do feto, entrando na bexiga e fazendo a identificação do problema por meio de endoscopia”, conta.
 
Quando é identificada válvula de uretra posterior, um laser é introduzido na agulha para fazer a remoção da membrana. “O procedimento é feito em casos de obstrução completa, ausência de líquido amniótico e função renal razoavelmente preservada, até a vigésima sexta semana de gestação”, descreve o obstetra. Para os casos de obstrução por não formação do canal da uretra, que representam cerca de 30% a 40% das ocorrências mais graves, não há tratamento ainda.
 
Resultados

Desde que a técnica começou a ser utilizada no HC, em meados de 2006, foram identificados dez casos graves de fetos com obstrução da bexiga com a nova técnica. Seis deles apresentavam válvula de uretra posterior, passível de tratamento, sendo que quatro sobreviveram. “São resultados promissores”, ressalta o médico. &ldq...

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