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Clínica Obstétrica Petrolina, Pernambuco

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Marilea de Lima Guimaraes
Rua Tabira 229
Recife, Pernambuco
Neap-Nucleo Especializado em Anatomia Patologia
Av Portugal 163
Recife, Pernambuco
Jadlecir Jose Coelho
R. Enock Ignacio de Oliveira 885
Serra Talhada, Pernambuco
Ana Tereza da Costa Albuquerque
322-1067
R. Estado do Israel 2621
Recife, Pernambuco
Ana Maria Vanderlei
3465-9465
Av. Engenheiro Domingos Ferreira 636
Recife, Pernambuco
Gorette de Fatima Bezerra de Albuquerque
813-3414
Rua João Cardoso Ayres 888
Recife, Pernambuco
Monalisa Espíndola
(81)3082.9429
Av. João de Barros 50 - Centro Diagnóstico Lucilo Ávila Jr.
Recife, Pernambuco
Jonas Francisco do Nascimento
Imperial 137
Vitoria de Santo Antao, Pernambuco
Cerpe Inst. Endocrinologia Medicina Nuclear Recife
Gov Carlos de Lima Cavalcante 2249
Olinda, Pernambuco
Ana Paula Ferreira de Souza Leao
322-2232
R. Feliciano Gomes 342
Recife, Pernambuco
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Clínica Obstétrica

Uma nova técnica de citoscopia fetal, que utiliza terapia a laser para realizar a desobstrução, vem sendo aplicada no diagnóstico e tratamento de casos graves de feto com obstrução na bexiga. O método é minimamente invasivo, evitando os riscos das cirurgias feitas com a abertura da barriga da mãe e do feto. Os instrumentos utilizados no tratamento foram desenvolvidos pelo médico obstetra Rodrigo Ruano, pesquisador no HC.

A obstrução da bexiga ocorre aproximadamente em cada 2 mil nascidos vivos.“Em casos mais graves, a obstrução acontece por não formação do canal da uretra (atresia de uretra) ou pela existência de uma membrana conhecida como válvula de uretra posterior”, afirma Ruano, que também é professor da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). “Como a urina não pode sair, a função renal do feto é comprometida, ao mesmo tempo em que acontece a carência de líquido amniótico, o que prejudica o desenvolvimento dos pulmões.
 
O objetivo do médico era criar uma técnica com função diagnóstica e terapêutica. Os casos mais graves são identificados por ultra-som convencional, no pré-natal, entre 12 e 20 semanas de gestação. Para identificar o tipo de obstrução, Ruano utilizou uma agulha de 2,2 milímetros. “Guiada por ultra-som, ela atravessa a barriga da mãe, o útero e a barriga do feto, entrando na bexiga e fazendo a identificação do problema por meio de endoscopia”, conta.
 
Quando é identificada válvula de uretra posterior, um laser é introduzido na agulha para fazer a remoção da membrana. “O procedimento é feito em casos de obstrução completa, ausência de líquido amniótico e função renal razoavelmente preservada, até a vigésima sexta semana de gestação”, descreve o obstetra. Para os casos de obstrução por não formação do canal da uretra, que representam cerca de 30% a 40% das ocorrências mais graves, não há tratamento ainda.
 
Resultados

Desde que a técnica começou a ser utilizada no HC, em meados de 2006, foram identificados dez casos graves de fetos com obstrução da bexiga com a nova técnica. Seis deles apresentavam válvula de uretra posterior, passível de tratamento, sendo que quatro sobreviveram. “São resultados promissores”, ressalta o médico. &ldq...

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