Inicial | Apresentação | Anuncie | Contato | Mapa | Cadastro

Clínica Obstétrica Rio de Janeiro, Rio de Janeiro

Encontre clínica obstétrica em Rio de Janeiro. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Rosely Veneu Pinheiro
(21) 2234-7517
R Carmela Dutra 96
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Juliano Victor Albuquerque Luna
(21) 2295-3449
Av Venceslau Bras 71 - Fundos
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Vanderson Almeida Meirelles
(21) 7836-8466
Rau das Larangeiras 146
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Euzelia Mamede Silveira
(21) 2549-8282
Avenida Nossa Senhora de Copacabana 427 - Sala 1205
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Paulo Marcos Nunes Valiante
(21) 2234-1003
Rua Sergipe 14 - 2º Andar
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Rubens Carmo Costa Filho
(21) 2528-1547
Atahualpa 86 - 1
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Gerson Carakushansky
(21) 2547-6838
Av. N. S. de Copacabana 500 - Conj. 611
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Luiz Francisco Souza da Fontoura
33258428
Av das Américas 4790 cj. 519 Barra da Tijuca Rio de Janeiro
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Eduardo de Mendonca e Silva
2254-5194
R. Gal. Roca 685 - 601
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Antonio Monteiro de Miranda
242-3147
Av. Nelson Cardoso 1149 - 712
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Dados Divulgados por
 
Fornecido por: 

Clínica Obstétrica

Uma nova técnica de citoscopia fetal, que utiliza terapia a laser para realizar a desobstrução, vem sendo aplicada no diagnóstico e tratamento de casos graves de feto com obstrução na bexiga. O método é minimamente invasivo, evitando os riscos das cirurgias feitas com a abertura da barriga da mãe e do feto. Os instrumentos utilizados no tratamento foram desenvolvidos pelo médico obstetra Rodrigo Ruano, pesquisador no HC.

A obstrução da bexiga ocorre aproximadamente em cada 2 mil nascidos vivos.“Em casos mais graves, a obstrução acontece por não formação do canal da uretra (atresia de uretra) ou pela existência de uma membrana conhecida como válvula de uretra posterior”, afirma Ruano, que também é professor da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). “Como a urina não pode sair, a função renal do feto é comprometida, ao mesmo tempo em que acontece a carência de líquido amniótico, o que prejudica o desenvolvimento dos pulmões.
 
O objetivo do médico era criar uma técnica com função diagnóstica e terapêutica. Os casos mais graves são identificados por ultra-som convencional, no pré-natal, entre 12 e 20 semanas de gestação. Para identificar o tipo de obstrução, Ruano utilizou uma agulha de 2,2 milímetros. “Guiada por ultra-som, ela atravessa a barriga da mãe, o útero e a barriga do feto, entrando na bexiga e fazendo a identificação do problema por meio de endoscopia”, conta.
 
Quando é identificada válvula de uretra posterior, um laser é introduzido na agulha para fazer a remoção da membrana. “O procedimento é feito em casos de obstrução completa, ausência de líquido amniótico e função renal razoavelmente preservada, até a vigésima sexta semana de gestação”, descreve o obstetra. Para os casos de obstrução por não formação do canal da uretra, que representam cerca de 30% a 40% das ocorrências mais graves, não há tratamento ainda.
 
Resultados

Desde que a técnica começou a ser utilizada no HC, em meados de 2006, foram identificados dez casos graves de fetos com obstrução da bexiga com a nova técnica. Seis deles apresentavam válvula de uretra posterior, passível de tratamento, sendo que quatro sobreviveram. “São resultados promissores”, ressalta o médico. &ldq...

Clique aqui para ler este artigo em Saude em Movimento

Webmaster- Saúde em Movimento
Copyright © 2000/2010 - Saúde em Movimento