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Clínica Obstétrica São João del Rei, Minas Gerais

Encontre clínica obstétrica em São João del Rei. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Terezinha de Oliveira Ribeiro
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Barbacena, Minas Gerais
Carlos Eduardo de Magalhaes Quintao
(32) 3215-1515
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Juiz de Fora, Minas Gerais
Wulmar dos Santos Bastos
(32) 3215-6489
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Juiz de Fora, Minas Gerais
Analises Pesquisas Laboratoriais Ltda
(32) 3215-0565
Av. Rio Branco 2337 - 503 e 511
Juiz de Fora, Minas Gerais
Marinho Paulo Moreira Bastos
323-6915
Av Rio Branco 2406 - 4 Andar
Juiz de Fora, Minas Gerais
Pedro Cavalcante Falcão Júnior
(32) 3729-7028
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Muriaé, Minas Gerais
Aloisio Ladeira
(32) 3212-5375
Av Independencia 1605 - 401
Juiz de Fora, Minas Gerais
Maria Beatriz Moreira Alkmim
3248-9600
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Belo Horizonte, Minas Gerais
Rosangela Fatima Di Lorenzo Pires
324-8960
Av Professor Alfredo Balena 190
Belo Horizonte, Minas Gerais
Hugo Junqueira Silviano Brandao
322-2878
Av Pasteur 88 - 1 Andar
Belo Horizonte, Minas Gerais
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Clínica Obstétrica

Uma nova técnica de citoscopia fetal, que utiliza terapia a laser para realizar a desobstrução, vem sendo aplicada no diagnóstico e tratamento de casos graves de feto com obstrução na bexiga. O método é minimamente invasivo, evitando os riscos das cirurgias feitas com a abertura da barriga da mãe e do feto. Os instrumentos utilizados no tratamento foram desenvolvidos pelo médico obstetra Rodrigo Ruano, pesquisador no HC.

A obstrução da bexiga ocorre aproximadamente em cada 2 mil nascidos vivos.“Em casos mais graves, a obstrução acontece por não formação do canal da uretra (atresia de uretra) ou pela existência de uma membrana conhecida como válvula de uretra posterior”, afirma Ruano, que também é professor da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). “Como a urina não pode sair, a função renal do feto é comprometida, ao mesmo tempo em que acontece a carência de líquido amniótico, o que prejudica o desenvolvimento dos pulmões.
 
O objetivo do médico era criar uma técnica com função diagnóstica e terapêutica. Os casos mais graves são identificados por ultra-som convencional, no pré-natal, entre 12 e 20 semanas de gestação. Para identificar o tipo de obstrução, Ruano utilizou uma agulha de 2,2 milímetros. “Guiada por ultra-som, ela atravessa a barriga da mãe, o útero e a barriga do feto, entrando na bexiga e fazendo a identificação do problema por meio de endoscopia”, conta.
 
Quando é identificada válvula de uretra posterior, um laser é introduzido na agulha para fazer a remoção da membrana. “O procedimento é feito em casos de obstrução completa, ausência de líquido amniótico e função renal razoavelmente preservada, até a vigésima sexta semana de gestação”, descreve o obstetra. Para os casos de obstrução por não formação do canal da uretra, que representam cerca de 30% a 40% das ocorrências mais graves, não há tratamento ainda.
 
Resultados

Desde que a técnica começou a ser utilizada no HC, em meados de 2006, foram identificados dez casos graves de fetos com obstrução da bexiga com a nova técnica. Seis deles apresentavam válvula de uretra posterior, passível de tratamento, sendo que quatro sobreviveram. “São resultados promissores”, ressalta o médico. &ldq...

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