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Clínica Obstétrica Sertãozinho, São Paulo

Encontre clínica obstétrica em Sertãozinho. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Josiene Germano
(16) 3931-2084
Rua Eliseu Guilherme 1025
Ribeirao Preto, São Paulo
Clínica Santa Branca
(16) 3636-5960
r Bernardino de Campos, 1902, Centro
Ribeirão Preto, São Paulo
Ana Honorina de O Gonçalves
(16) 3635-9644
r Floriano Peixoto, 666, Centro
Ribeirão Preto, São Paulo
Clínica de Retaguarda Santa Terezinha
(16) 3967-4455
r Cravinhos, 633, Jd Paulista
Ribeirão Preto, São Paulo
Toebaldo Carvalho
(11) 4221-1791
Rua Nilo Peçanha 46
Sao Caetano Do Sul, São Paulo
Dimen - Ribeirão Preto
(01) 6623-8281
Av.Independencia 2125
Ribeirao Preto, São Paulo
Jeana G Vicentim
(16) 3421-9545
av Califórnia, 215, Jd Califórnia
Ribeirão Preto, São Paulo
Clínica Pessini S/C Ltda
(16) 3636-7014
r Amador Bueno, 1294, Centro
Ribeirão Preto, São Paulo
Maricondi Santini e Brandao - Cemen
(16) 3371-0123
Rua 7 - de Setembro 3033
Sao Carlos, São Paulo
Francisco Carlos Quevedo
(14) 621-2553
Rua Paissandu 1080
Jau, São Paulo
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Clínica Obstétrica

Uma nova técnica de citoscopia fetal, que utiliza terapia a laser para realizar a desobstrução, vem sendo aplicada no diagnóstico e tratamento de casos graves de feto com obstrução na bexiga. O método é minimamente invasivo, evitando os riscos das cirurgias feitas com a abertura da barriga da mãe e do feto. Os instrumentos utilizados no tratamento foram desenvolvidos pelo médico obstetra Rodrigo Ruano, pesquisador no HC.

A obstrução da bexiga ocorre aproximadamente em cada 2 mil nascidos vivos.“Em casos mais graves, a obstrução acontece por não formação do canal da uretra (atresia de uretra) ou pela existência de uma membrana conhecida como válvula de uretra posterior”, afirma Ruano, que também é professor da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). “Como a urina não pode sair, a função renal do feto é comprometida, ao mesmo tempo em que acontece a carência de líquido amniótico, o que prejudica o desenvolvimento dos pulmões.
 
O objetivo do médico era criar uma técnica com função diagnóstica e terapêutica. Os casos mais graves são identificados por ultra-som convencional, no pré-natal, entre 12 e 20 semanas de gestação. Para identificar o tipo de obstrução, Ruano utilizou uma agulha de 2,2 milímetros. “Guiada por ultra-som, ela atravessa a barriga da mãe, o útero e a barriga do feto, entrando na bexiga e fazendo a identificação do problema por meio de endoscopia”, conta.
 
Quando é identificada válvula de uretra posterior, um laser é introduzido na agulha para fazer a remoção da membrana. “O procedimento é feito em casos de obstrução completa, ausência de líquido amniótico e função renal razoavelmente preservada, até a vigésima sexta semana de gestação”, descreve o obstetra. Para os casos de obstrução por não formação do canal da uretra, que representam cerca de 30% a 40% das ocorrências mais graves, não há tratamento ainda.
 
Resultados

Desde que a técnica começou a ser utilizada no HC, em meados de 2006, foram identificados dez casos graves de fetos com obstrução da bexiga com a nova técnica. Seis deles apresentavam válvula de uretra posterior, passível de tratamento, sendo que quatro sobreviveram. “São resultados promissores”, ressalta o médico. &ldq...

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