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Clínica Psiquiátrica Pelotas, Rio Grande do Sul

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Instituto Sandor Ferenczi
(53) 3227-2333
r Pe Anchieta, 3275, Centro
Pelotas, Rio Grande do Sul
Gervini, Anna M L S
(53) 3222-6148
r Anchieta, 2105 lj 609, Centro
Pelotas, Rio Grande do Sul
Francisco, Elizabeth A M
(53) 3225-3355
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Pelotas, Rio Grande do Sul
Clínica de Psicoterapia e Psicodrama
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r Pe Anchieta, 1508, Centro
Pelotas, Rio Grande do Sul
Clínica de Psicoterapia
(53) 3227-7787
r Br Santa Tecla, 519, Centro
Pelotas, Rio Grande do Sul
Carlos Alberto Teixeira Soares
(53) 3222-1704
r Princs Isabel, 280 sl 803, Centro
Pelotas, Rio Grande do Sul
Instituto Sandor Ferenczi
(53) 3227-2333
r Argolo,Gal, 1310, Centro
Pelotas, Rio Grande do Sul
Centro Gestalt Terapia
(53) 3225-0588
r Gonçalves Chaves, 907 ap 201, Centro
Pelotas, Rio Grande do Sul
Christina Schuch Zilberknop Psicoterapia
(53) 3028-0868
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Pelotas, Rio Grande do Sul
Clínica Dr Irineo Schuch Ortiz
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Pelotas, Rio Grande do Sul
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Clínica Psiquiátrica

30% dos obesos que procuram tratamento apresentam Transtorno de Compulsão Alimentar Periódica.

Tão importante quanto a bulimia e a anorexia, pouco se fala do Transtorno de Compulsão Alimentar Periódica (TCAP), que apresenta uma prevalência maior na população geral (3% a 5%) – quando comparados aos problemas citados acima, que ficam entre 1% e 05%, respectivamente – e atinge cerca de 30% das pessoas obesas que procuram tratamento para obesidade. 

Apesar de bastante freqüente nesse grupo, o TCAP também acomete indivíduos com peso considerado normal. “Até 1/3 dos pacientes relatam que tornam-se obesos após desenvolver o TCAP”, afirma Sergio Carlos Stefano, psicólogo do Programa de Orientação aos Pacientes com Transtornos Alimentares (PROATA) da UNIFESP.

O TCAP acomete, de forma quase equivalente, ambos os sexos, numa proporção de três mulheres para dois homens, e manifesta-se mais tardiamente que a anorexia e a bulimia, entre os 20 e 30 anos. É definido, atualmente, por episódios recorrentes de ingestão, em curto espaço de tempo, de uma quantidade de alimentos definitivamente maior do que a maioria das pessoas consumiria num período e circunstâncias similares e com a sensação de perda de controle sobre o que ou quanto está comendo, seguido por um sentimento de culpa e angústia profundas. “Para se ter noção do tamanho do descontrole e da gravidade da situação, há casos de pessoas que já quebraram os dentes por comer comida até mesmo congelada”, explica Stefano. “Em um único episódio de compulsão, que geralmente ocorre escondido, longe dos olhos alheios, a pessoa pode consumir mais de mil calorias”.

Entretanto, de acordo com o psicólogo, a compulsão alimentar não está associada a comportamentos compensatórios inadequados como jejuns, exercícios excessivos e purgação, nem ocorre durante o curso de anorexia ou bulimia nervosa. “Pessoas que, eventualmente, passam longos períodos do dia sem se alimentar e depois assaltam a geladeira, não se enquadram na compulsão”, diz. “O diagnóstico é feito pelo relato de dois ou mais episódios, por semana, do consumo descontrolado e excessivo de alimentos nos últimos seis meses, seguidos por marcado sofrimento que compromete sua qualidade de vida”.

Mais depressão e complicações clínicas e metabólicas

Estudos também apontam que os indivíduos obesos com TCAP têm duas vezes mais chances de sofrerem problemas psiquiátricos, como depressão e ansiedade, e apresentarem uma imagem corporal m...

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