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Clínica Terapêutica Florianópolis, Santa Catarina

Encontre clínica terapêutica em Florianópolis. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Clínica Espaço Psicologia e Fonoaudiologia Ltda
(48) 3224-2748
r Ferreira Lima, 52, Centro
Florianópolis, Santa Catarina
Instituto Muller-Granzotto Psiologia Clínica
(48) 3334-8372
r Irmão Joaquim, 169, Centro
Florianópolis, Santa Catarina
Carmem Vera Osório Coimbra
(47) 3322-7010
r 7 de Setembro, 220, Ribeirão Fresco
Blumenau, Santa Catarina
Clínica Centrap
(47) 3433-7449
av Juscelino Kubistchek, 410 bl B Sl 508, Centro
Joinville, Santa Catarina
July Gomes - psicoterapia e neurofeedback
(48) 91178803
R: Cônego Bernardo, 101, sl.104
Florianópolis, Santa Catarina
Espaco Clinica de Atendimento Psicologico e Fonoaudiologico Ltda
(48) 3223-4519
r Ferreira Lima, 10, Centro
Florianópolis, Santa Catarina
Instituto Evoluzione Centro de Saude S/s
(48) 3028-1980
r Ângelo La Porta, 170, Centro
Florianópolis, Santa Catarina
Leandro Benedet Psicólogo
(48) 3024-7070
Rua Lauro Linhares, 2055. Ed. Max & Flora, torre Max, sala 402. Trindade
Florianópolis, Santa Catarina
consultorio de psicologia
(47)3263-2013
rua 1500 nº 280 s/loja quase avda. brasil
balneario camboriu, Santa Catarina
clinica transformaçao - tratamento sem internação
(47) 91192210
rua alexandre schlemm 816,anita garibaldi
joinville, Santa Catarina
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Clínica Terapêutica

Na FMRP, uma das poucas linhas de pesquisa brasileiras sobre a analgesia por estimulação elétrica tem obtido resultados muito bons no período de recuperação de alguns tipos cirúrgicos, inclusive diminuindo a ingestão de medicamentos. "Após 24 horas, a dor se mantinha mais reduzida no grupo que usou a TENS do que nos grupos que receberam apenas placebo ou terapia medicamentosa". 
  
Apesar de ser pouco difundida no Brasil, a redução de dores pelo uso de correntes elétricas (TENS, sigla em inglês para Estimulação Elétrica Nervosa Transcutânea) pode ajudar a melhorar a qualidade analgésica de pacientes no período pós-operatório. "Além disso, o uso combinado aos tratamentos analgésicos convencionais tende a diminuir a quantidade de medicamentos ingeridos com esta finalidade", afirma a fisioterapeuta Josimari Melo de Santana, doutoranda do Departamento de Biomecânica, Medicina e Reabilitação do Aparelho Locomotor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP.

Em sua pesquisa, orientada pela professora Gabriela Rocha Lauretti, Josimari estuda a aplicação da TENS na analgesia após laqueaduras, procedimento inédito na área de saúde. O seu grupo de pesquisa tem desenvolvido, desde 2002, métodos bem sucedidos para minimizar a dor para outros tipos cirúrgicos, como cirurgias de vesícula, de hérnia inguinal e de correção perineal (que engloba a região genital e anal). "Infelizmente, nós estamos praticamente sozinhos, no Brasil, nesta linha de pesquisa", lamenta.

A eficiência da TENS tem surpreendido especialistas em dor no mundo inteiro e os resultados são cada vez mais promissores. "A TENS é segura, não-invasiva, não causa efeitos adversos e nem dependência física ou química", relata a fisioterapeuta. As principais desvantagens da terapia são o efeito de tolerância, assim no uso dos fármacos, e a necessidade de associação a medicação para tratamento de dores mais severas. Por isso que ela é indicada principalmente como adjuvante terapêutico, que combinado a outros tipos, potencializa o efeito analgésico do tratamento.

No entanto, mesmo sozinha a TENS pode ter resultados superiores aos de fármacos analgésicos. Aplicações em pacientes submetidos à cirurgia de hérnia inguinal mantiveram a redução da dor mesmo sem a aplicação contínua da corrente elétrica. "Após 24 horas, a dor se mantinha mais reduzida no grupo que usou a TENS do que nos grupos que receberam apenas placebo ou terapia medicamentosa".

Recomendações

Casos como estes são muito relevantes no tratamento analgésico de pacientes que apresentam disfunção nos rins ou no fígado, órgãos que têm participação no processo de metabolização de medicamentos. "Alguns pacientes com deficiência nestes órgãos têm contra-indicações para usar determinadas medicações", explica Josimari. Assim como em situações de tolerância ou reação alérgica a determinados fármacos, que impedem que eles...

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