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Clínica Terapêutica Alegrete, Rio Grande do Sul

Encontre clínica terapêutica em Alegrete. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Clínica Psicológica In Vita
(54) 3202-1258
r Dal Canalle, 2186 s 5001 an 1, Exposição
Caxias do Sul, Rio Grande do Sul
Psicóloga
55-81444192
Rua Venâncio Aires 2035 sala: 402
Santa Maria, Rio Grande do Sul
Help- Assessoria Psicologica Sociedade Simples Ltda
(51) 3383-0657
r Matias José Bins, 606, Três Figueiras
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Espaço Terapêutico Cristina Hartung e Anelise Ramos
(51) 3423-5580
av Dorival Cândido Luz de Oliveira, 3782, Cohab A
Gravataí, Rio Grande do Sul
Canps Centro de Atendimento Neuro Psico Social Ltda
(51) 3224-4296
av Venâncio Aires, 1019, Cs 2 Pvm, Cid Baixa
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Humanitas Instituto de Psicologia Ltda
(51) 3346-1046
r Miguel Tostes, 840, Rio Branco
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Guinter Lühring - Psicólogo
(51)91283101
Av. Carlos Gomes, 1200 cj. 904
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Andressa Grando Hoewell - Psicóloga
(51) 8433-0599
r Fioravante Milanez, 58 S 404, Centro
Canoas, Rio Grande do Sul
Clínica Dr Irineo Schuch Ortiz
(53) 3225-9050
r Félix Cunha, 755 s 202, Centro
Pelotas, Rio Grande do Sul
CAT- Centro de Atendimento Terapêutico
51-91127447
Rua Nossa Senhora da Conceição, 125 sala 215
Sapucaia do Sul, Rio Grande do Sul
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Clínica Terapêutica

Na FMRP, uma das poucas linhas de pesquisa brasileiras sobre a analgesia por estimulação elétrica tem obtido resultados muito bons no período de recuperação de alguns tipos cirúrgicos, inclusive diminuindo a ingestão de medicamentos. "Após 24 horas, a dor se mantinha mais reduzida no grupo que usou a TENS do que nos grupos que receberam apenas placebo ou terapia medicamentosa". 
  
Apesar de ser pouco difundida no Brasil, a redução de dores pelo uso de correntes elétricas (TENS, sigla em inglês para Estimulação Elétrica Nervosa Transcutânea) pode ajudar a melhorar a qualidade analgésica de pacientes no período pós-operatório. "Além disso, o uso combinado aos tratamentos analgésicos convencionais tende a diminuir a quantidade de medicamentos ingeridos com esta finalidade", afirma a fisioterapeuta Josimari Melo de Santana, doutoranda do Departamento de Biomecânica, Medicina e Reabilitação do Aparelho Locomotor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP.

Em sua pesquisa, orientada pela professora Gabriela Rocha Lauretti, Josimari estuda a aplicação da TENS na analgesia após laqueaduras, procedimento inédito na área de saúde. O seu grupo de pesquisa tem desenvolvido, desde 2002, métodos bem sucedidos para minimizar a dor para outros tipos cirúrgicos, como cirurgias de vesícula, de hérnia inguinal e de correção perineal (que engloba a região genital e anal). "Infelizmente, nós estamos praticamente sozinhos, no Brasil, nesta linha de pesquisa", lamenta.

A eficiência da TENS tem surpreendido especialistas em dor no mundo inteiro e os resultados são cada vez mais promissores. "A TENS é segura, não-invasiva, não causa efeitos adversos e nem dependência física ou química", relata a fisioterapeuta. As principais desvantagens da terapia são o efeito de tolerância, assim no uso dos fármacos, e a necessidade de associação a medicação para tratamento de dores mais severas. Por isso que ela é indicada principalmente como adjuvante terapêutico, que combinado a outros tipos, potencializa o efeito analgésico do tratamento.

No entanto, mesmo sozinha a TENS pode ter resultados superiores aos de fármacos analgésicos. Aplicações em pacientes submetidos à cirurgia de hérnia inguinal mantiveram a redução da dor mesmo sem a aplicação contínua da corrente elétrica. "Após 24 horas, a dor se mantinha mais reduzida no grupo que usou a TENS do que nos grupos que receberam apenas placebo ou terapia medicamentosa".

Recomendações

Casos como estes são muito relevantes no tratamento analgésico de pacientes que apresentam disfunção nos rins ou no fígado, órgãos que têm participação no processo de metabolização de medicamentos. "Alguns pacientes com deficiência nestes órgãos têm contra-indicações para usar determinadas medicações", explica Josimari. Assim como em situações de tolerância ou reação alérgica a determinados fármacos, que impedem que eles...

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