Inicial | Apresentação | Anuncie | Contato | Mapa | Cadastro

Clínica Terapêutica Ibirité, Minas Gerais

Encontre clínica terapêutica em Ibirité. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Clínica Médica e Psicológica Metrópole
(31) 3911-0771
r Cornélio Belém, 30, Sede
Contagem, Minas Gerais
Clínica Memory
(31) 3353-3536
r Courupita, 547, Jardim Eldorado
Contagem, Minas Gerais
Rosiane Maria Campos do Prado Guedes
(31) 3041-7967
r Antonio Bernardino Muniz, 98, Centro
Contagem, Minas Gerais
Maria Geralda Meirelles Araújo
(31) 3391-7739
av João César Oliveira, 1298 s 301, Eldorado
Contagem, Minas Gerais
Sônia Maria de Melo
(31) 3532-3318
r Nicolau Alves Melo, 13 s 106, Centro
Betim, Minas Gerais
CABPS-Consultório avaliação Bio Psico Social Ltda
(31) 3352-2944
r Felisberta F Carvalho, 659, Glória
Contagem, Minas Gerais
Integrar-se Consultorios Ltda
(31) 3563-5811
r França, 484, Glória
Contagem, Minas Gerais
Marcos Guimarães de Medeiros
(31) 3355-1385
av João César Oliveira, 1298 sl 402, Eldorado
Contagem, Minas Gerais
Mary Lúcia de Medeiros Stochiero de Faria
(31) 3594-1772
av Pres Juscelino Kubitscheck, 140 s 401, Centro
Betim, Minas Gerais
Consultório Dra Margarete Oliveira
(31) 3531-1115
av Pres Juscelino Kubitscheck, 140, Centro
Betim, Minas Gerais
Dados Divulgados por
 
Fornecido por: 

Clínica Terapêutica

Na FMRP, uma das poucas linhas de pesquisa brasileiras sobre a analgesia por estimulação elétrica tem obtido resultados muito bons no período de recuperação de alguns tipos cirúrgicos, inclusive diminuindo a ingestão de medicamentos. "Após 24 horas, a dor se mantinha mais reduzida no grupo que usou a TENS do que nos grupos que receberam apenas placebo ou terapia medicamentosa". 
  
Apesar de ser pouco difundida no Brasil, a redução de dores pelo uso de correntes elétricas (TENS, sigla em inglês para Estimulação Elétrica Nervosa Transcutânea) pode ajudar a melhorar a qualidade analgésica de pacientes no período pós-operatório. "Além disso, o uso combinado aos tratamentos analgésicos convencionais tende a diminuir a quantidade de medicamentos ingeridos com esta finalidade", afirma a fisioterapeuta Josimari Melo de Santana, doutoranda do Departamento de Biomecânica, Medicina e Reabilitação do Aparelho Locomotor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP.

Em sua pesquisa, orientada pela professora Gabriela Rocha Lauretti, Josimari estuda a aplicação da TENS na analgesia após laqueaduras, procedimento inédito na área de saúde. O seu grupo de pesquisa tem desenvolvido, desde 2002, métodos bem sucedidos para minimizar a dor para outros tipos cirúrgicos, como cirurgias de vesícula, de hérnia inguinal e de correção perineal (que engloba a região genital e anal). "Infelizmente, nós estamos praticamente sozinhos, no Brasil, nesta linha de pesquisa", lamenta.

A eficiência da TENS tem surpreendido especialistas em dor no mundo inteiro e os resultados são cada vez mais promissores. "A TENS é segura, não-invasiva, não causa efeitos adversos e nem dependência física ou química", relata a fisioterapeuta. As principais desvantagens da terapia são o efeito de tolerância, assim no uso dos fármacos, e a necessidade de associação a medicação para tratamento de dores mais severas. Por isso que ela é indicada principalmente como adjuvante terapêutico, que combinado a outros tipos, potencializa o efeito analgésico do tratamento.

No entanto, mesmo sozinha a TENS pode ter resultados superiores aos de fármacos analgésicos. Aplicações em pacientes submetidos à cirurgia de hérnia inguinal mantiveram a redução da dor mesmo sem a aplicação contínua da corrente elétrica. "Após 24 horas, a dor se mantinha mais reduzida no grupo que usou a TENS do que nos grupos que receberam apenas placebo ou terapia medicamentosa".

Recomendações

Casos como estes são muito relevantes no tratamento analgésico de pacientes que apresentam disfunção nos rins ou no fígado, órgãos que têm participação no processo de metabolização de medicamentos. "Alguns pacientes com deficiência nestes órgãos têm contra-indicações para usar determinadas medicações", explica Josimari. Assim como em situações de tolerância ou reação alérgica a determinados fármacos, que impedem que eles...

Clique aqui para ler este artigo em Saude em Movimento

Webmaster- Saúde em Movimento
Copyright © 2000/2010 - Saúde em Movimento