Inicial | Apresentação | Anuncie | Contato | Mapa | Cadastro

Clínica Terapêutica Itaboraí, Rio de Janeiro

Encontre clínica terapêutica em Itaboraí. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Percepto Clínica de Assistência Psico Social Ltda
(21) 2604-2794
tr Euzelina, 53, Ze Garoto
São Gonçalo, Rio de Janeiro
Claudia Maria Pinto Vieira
(21) 2613-6433
r Borman,Dr, 23, Sl 707, Centro
Niterói, Rio de Janeiro
CRER
(21) 2627-5052
al Boaventura,S, 61, Fonseca
Niterói, Rio de Janeiro
Psicólogos Associados
(21) 3026-2193
r Clara,Sta, 50, Sl 1104, Copacabana
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Psicóloga Clínica Vera Mendes
(24) 2237-3739
r Dr Nelson Sá Earp, 95 s 209, Centro
Petrópolis, Rio de Janeiro
Clinica Medica e Psicologica de Condutores de Veiculos
(21) 2633-4281
av Simão da Motta 578 s 309, Centro
Magé, Rio de Janeiro
Rosa de Jesus Gomes Gonçalves Camargo
(21) 2610-3550
r Tavares Macedo,Dr, 95, Sl 412, Icaraí
Niterói, Rio de Janeiro
consultório
21) 3245 0145
RUA MIGUEL DE FRIAS 206/1001
NITEROI, Rio de Janeiro
Teresa Cristina Linhares Áreas
(22) 2723-2338
r Alm Wandenkolk, 29, Parque Tamandaré
Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro
Consultório Neuropsicológico
7868 7412 e 7894 8731
Rua Dr Thibau, n 80, sala 811 centro
Nova Iguaçu, Rio de Janeiro
Dados Divulgados por
 
Fornecido por: 

Clínica Terapêutica

Na FMRP, uma das poucas linhas de pesquisa brasileiras sobre a analgesia por estimulação elétrica tem obtido resultados muito bons no período de recuperação de alguns tipos cirúrgicos, inclusive diminuindo a ingestão de medicamentos. "Após 24 horas, a dor se mantinha mais reduzida no grupo que usou a TENS do que nos grupos que receberam apenas placebo ou terapia medicamentosa". 
  
Apesar de ser pouco difundida no Brasil, a redução de dores pelo uso de correntes elétricas (TENS, sigla em inglês para Estimulação Elétrica Nervosa Transcutânea) pode ajudar a melhorar a qualidade analgésica de pacientes no período pós-operatório. "Além disso, o uso combinado aos tratamentos analgésicos convencionais tende a diminuir a quantidade de medicamentos ingeridos com esta finalidade", afirma a fisioterapeuta Josimari Melo de Santana, doutoranda do Departamento de Biomecânica, Medicina e Reabilitação do Aparelho Locomotor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP.

Em sua pesquisa, orientada pela professora Gabriela Rocha Lauretti, Josimari estuda a aplicação da TENS na analgesia após laqueaduras, procedimento inédito na área de saúde. O seu grupo de pesquisa tem desenvolvido, desde 2002, métodos bem sucedidos para minimizar a dor para outros tipos cirúrgicos, como cirurgias de vesícula, de hérnia inguinal e de correção perineal (que engloba a região genital e anal). "Infelizmente, nós estamos praticamente sozinhos, no Brasil, nesta linha de pesquisa", lamenta.

A eficiência da TENS tem surpreendido especialistas em dor no mundo inteiro e os resultados são cada vez mais promissores. "A TENS é segura, não-invasiva, não causa efeitos adversos e nem dependência física ou química", relata a fisioterapeuta. As principais desvantagens da terapia são o efeito de tolerância, assim no uso dos fármacos, e a necessidade de associação a medicação para tratamento de dores mais severas. Por isso que ela é indicada principalmente como adjuvante terapêutico, que combinado a outros tipos, potencializa o efeito analgésico do tratamento.

No entanto, mesmo sozinha a TENS pode ter resultados superiores aos de fármacos analgésicos. Aplicações em pacientes submetidos à cirurgia de hérnia inguinal mantiveram a redução da dor mesmo sem a aplicação contínua da corrente elétrica. "Após 24 horas, a dor se mantinha mais reduzida no grupo que usou a TENS do que nos grupos que receberam apenas placebo ou terapia medicamentosa".

Recomendações

Casos como estes são muito relevantes no tratamento analgésico de pacientes que apresentam disfunção nos rins ou no fígado, órgãos que têm participação no processo de metabolização de medicamentos. "Alguns pacientes com deficiência nestes órgãos têm contra-indicações para usar determinadas medicações", explica Josimari. Assim como em situações de tolerância ou reação alérgica a determinados fármacos, que impedem que eles...

Clique aqui para ler este artigo em Saude em Movimento

Webmaster- Saúde em Movimento
Copyright © 2000/2010 - Saúde em Movimento