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Clínica Terapêutica Patos, Paraíba

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Sayonara Barbosa de Lima
(83) 3341-4037
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Campina Grande, Paraíba
Clínica de Terapias
(83) 3224-7742
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João Pessoa, Paraíba
Climepsi Clínica Médica Psicológica
(83) 3226-3095
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João Pessoa, Paraíba
Eugenio Felipe Albuquerque Araújo
(83) 3341-6395
r José de Alencar 807 s 2, Prata
Campina Grande, Paraíba
Consultório PSICOLOGIA
(838) 814-7954
Av. Expedicionários, 850 - Expedicionários
João Pessoa, Paraíba
Clínica Psicológica Ana Maria Gonçalves da Silva Cordula
(83) 3247-4221
av Gal Edson Ramalho, 100 s 401
João Pessoa, Paraíba
Christiani Simões de Melo - Psicóloga Clínica
(83) 3566-8300
RUA MARIA CAETANO FERNANDES DE LIMA 213 -
João Pessoa, Paraíba
Clínica de Atendimento Psicológico
(83) 3341-2030
r Dq Caxias, 603 an 1 sl 101, Prata
Campina Grande, Paraíba
CAMP-Centro de Atendimento Médico e Psicológico
(83) 3239-3209
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João Pessoa, Paraíba
Centro Psicologico de Desenvolvimento Humano Ltda
(83) 3342-3780
r Teixeira de Freitas, 307, Centenário
Campina Grande, Paraíba
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Clínica Terapêutica

Na FMRP, uma das poucas linhas de pesquisa brasileiras sobre a analgesia por estimulação elétrica tem obtido resultados muito bons no período de recuperação de alguns tipos cirúrgicos, inclusive diminuindo a ingestão de medicamentos. "Após 24 horas, a dor se mantinha mais reduzida no grupo que usou a TENS do que nos grupos que receberam apenas placebo ou terapia medicamentosa". 
  
Apesar de ser pouco difundida no Brasil, a redução de dores pelo uso de correntes elétricas (TENS, sigla em inglês para Estimulação Elétrica Nervosa Transcutânea) pode ajudar a melhorar a qualidade analgésica de pacientes no período pós-operatório. "Além disso, o uso combinado aos tratamentos analgésicos convencionais tende a diminuir a quantidade de medicamentos ingeridos com esta finalidade", afirma a fisioterapeuta Josimari Melo de Santana, doutoranda do Departamento de Biomecânica, Medicina e Reabilitação do Aparelho Locomotor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP.

Em sua pesquisa, orientada pela professora Gabriela Rocha Lauretti, Josimari estuda a aplicação da TENS na analgesia após laqueaduras, procedimento inédito na área de saúde. O seu grupo de pesquisa tem desenvolvido, desde 2002, métodos bem sucedidos para minimizar a dor para outros tipos cirúrgicos, como cirurgias de vesícula, de hérnia inguinal e de correção perineal (que engloba a região genital e anal). "Infelizmente, nós estamos praticamente sozinhos, no Brasil, nesta linha de pesquisa", lamenta.

A eficiência da TENS tem surpreendido especialistas em dor no mundo inteiro e os resultados são cada vez mais promissores. "A TENS é segura, não-invasiva, não causa efeitos adversos e nem dependência física ou química", relata a fisioterapeuta. As principais desvantagens da terapia são o efeito de tolerância, assim no uso dos fármacos, e a necessidade de associação a medicação para tratamento de dores mais severas. Por isso que ela é indicada principalmente como adjuvante terapêutico, que combinado a outros tipos, potencializa o efeito analgésico do tratamento.

No entanto, mesmo sozinha a TENS pode ter resultados superiores aos de fármacos analgésicos. Aplicações em pacientes submetidos à cirurgia de hérnia inguinal mantiveram a redução da dor mesmo sem a aplicação contínua da corrente elétrica. "Após 24 horas, a dor se mantinha mais reduzida no grupo que usou a TENS do que nos grupos que receberam apenas placebo ou terapia medicamentosa".

Recomendações

Casos como estes são muito relevantes no tratamento analgésico de pacientes que apresentam disfunção nos rins ou no fígado, órgãos que têm participação no processo de metabolização de medicamentos. "Alguns pacientes com deficiência nestes órgãos têm contra-indicações para usar determinadas medicações", explica Josimari. Assim como em situações de tolerância ou reação alérgica a determinados fármacos, que impedem que eles...

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