Clínica de Angiologia Parnaíba, Piauí

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Lucia Maria Machado Rego
863-2225
R Primeiro de Maio 1066
Teresina, Piauí
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Benedita Andrade Leal de Abreu
R Desembargador Pires de Castro 489 - S
Teresina, Piauí
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
Lucia Maria de Miranda Adad
(86) 221-8240
R Governador Raimundo Artur de Vasconcelos 616 - S
Teresina, Piauí
Especialidade
Genética Médica

Dados Divulgados por
Dr. Anatole Santos de Almeida Borges
(86) 8845-0070
Rua Magalhães Filho, 768. Centro/Sul. Teresina-PI
Teresina, Piauí
Especialidade
Reprodução Humana/ Ginecologia

Ana Paula de Sousa Pereira
086 9947-8208
Rua Prof. alda Neiva 4781 Dirceu II
Teresina, Piauí
Especialidade
Fisioterapia

Joaquim Vaz Parente - Clam
233-2721
Av Dom Severino 1410
Teresina, Piauí
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Carla Soares Fortes
(86) 3221-6050
R Olavo Bilac 2300 - Ambulatorio H Sao Marcos
Teresina, Piauí
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Multclinn Fonoaudiologia Psicologia
0(86) 3081 0567
rua bejamin constant 1367 centro
teresina, Piauí
Especialidade
fonoaudiologia e psicologia

Implantes Dentais / Odontologia / Teresina
(86) 3217-3215
Rua Pires de Castro 260 - Sala 203 - Ed. Dergin
Teresina, Piauí
Especialidade
Implantes Dentarios

Francisco Xm Lima
(86) 322-1619
r Benedito dos Santos Lima, 2264, Pindorama
Parnaíba, Piauí
 
Dados Divulgados por

Clínica de Angiologia

Fornecido por: 

Projeto de pesquisa realizado no Instituto do Coração (Incor) do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina (FM) da USP desenvolveu um tratamento para combater a arteriosclerose - principal causa de enfartos do coração. Segundo os pesquisadores, trata-se de uma arma com grande potencial para reverter as lesões na parede da artéria que acabam levando à sua obstrução - o que dificulta ou impede o transporte de sangue até as células. Nos casos em que são atingidas as artérias coronárias, que abastecem de oxigênio e nutrientes o músculo cardíaco, o órgão pode parar de bater.

A fórmula alia um medicamento famoso no tratamento de câncer, o taxol, que atua bloqueando a proliferação de células, a uma partícula sintética chamada LDE, que torna a administração de medicamentos mais eficiente. "Esse meio de transporte concentra taxol até três vezes mais na lesão do que se ele fosse injetado diretamente na corrente sangüínea, além de eliminar sua toxidade e possíveis efeitos colaterais", afirma o professor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da USP Raul Maranhão, coordenador da pesquisa e criador da partícula.

Diabetes, obesidade, colesterol alto, hábito de fumar, sedentarismo, estresse e herança genética são alguns dos fatores de risco que podem causar lesões nas artérias e, a partir delas, desencadear um processo de multiplicação celular, inflamação e acúmulo de gordura. O resultado disso é a formação de uma placa que, ao crescer, pode obstruir e dificultar a passagem do sangue - causando angina, caracterizada por dores no peito. Se essa placa se romper e produzir coágulos sanguíneos, a irrigação sangüínea para a coração pode ser subitamente cortada, provocando o infarto de miocárdio. "Este é um quadro grave que pode ser fatal", afirma Maranhão.

Cobaias

A bateria de testes para o novo método foi composta de dois grupos de dez coelhos, número suficiente para garantir os resultados da pesquisa. Todos os animais receberam dieta rica em colesterol durante dois meses, para que desenvolvessem rapidamente a arteriosclerose. "A taxa de colesterol no sangue desses animais foi de 50 ou 60 miligramas por decilitro (mg/dl), que é o nível normal nesta espécie, para aproximadamente 900 mg/dl", diz o pesquisador.

Passado um mês, o "grupo um" recebeu injeções de LDE com taxol e o "grupo dois" apenas soro fisiológico injetado em sua corrente sangüínea. Após dois meses, os coelhos foram sacrificados e as lesões na aorta foram quantificadas. O pesquisador explica que essa artéria foi escolhida por ser mais fácil de identificar e analisar. "Os coelhos do segundo grupo desenvolveram a doença de forma intensa, enquanto os do primeiro mostraram uma diminuição drástica das lesões, da ordem de 70%", afirma.

Maranhão ressalta que a alta taxa de colesterol dos coelhos foi mantida mesmo com as injeções de taxol-LDE. Isso mostra que os resultados alcançados estão relacionados à...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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