Clínica de Angiologia Parnamirim, Rio Grande do Norte

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Natal Hospital Center
(84) 4009-1000
Afonso Pena 754
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
Zelia Maria Silva de Assis
(84) 3211-8448
Citopatologia Ginecologia e Obstetrícia
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Nubia Eleonora D de Medeiros
(84) 3212-1222
Av. Campos Sales 847
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Marlize de a Romano
(84) 3133-3400
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
CCI-Cinésio Clínica Integrada
(84) 3206-3086
av Rui Barbosa, 14
Natal, Rio Grande do Norte

Dados Divulgados por
Maria do Socorro Santos G Silva
Rua Potengi 467
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Maria do Socorro S.G. da Silva
(84) 3222-3508
Rua Potengi 467
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Maria Elaine F. de Farias
(84) 3211-9333
Av. Campos Sales 782
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Centro Clínico da Dor
(84) 3201-2285
av Hermes Fonseca, 1078 Tirol
Natal, Rio Grande do Norte

Dados Divulgados por
CEAMI-Centro Atendimento Médico Integrado Ltda
(84) 3214-2114
r Benedito Santana, 10 Igapó
Natal, Rio Grande do Norte

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Clínica de Angiologia

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Projeto de pesquisa realizado no Instituto do Coração (Incor) do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina (FM) da USP desenvolveu um tratamento para combater a arteriosclerose - principal causa de enfartos do coração. Segundo os pesquisadores, trata-se de uma arma com grande potencial para reverter as lesões na parede da artéria que acabam levando à sua obstrução - o que dificulta ou impede o transporte de sangue até as células. Nos casos em que são atingidas as artérias coronárias, que abastecem de oxigênio e nutrientes o músculo cardíaco, o órgão pode parar de bater.

A fórmula alia um medicamento famoso no tratamento de câncer, o taxol, que atua bloqueando a proliferação de células, a uma partícula sintética chamada LDE, que torna a administração de medicamentos mais eficiente. "Esse meio de transporte concentra taxol até três vezes mais na lesão do que se ele fosse injetado diretamente na corrente sangüínea, além de eliminar sua toxidade e possíveis efeitos colaterais", afirma o professor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da USP Raul Maranhão, coordenador da pesquisa e criador da partícula.

Diabetes, obesidade, colesterol alto, hábito de fumar, sedentarismo, estresse e herança genética são alguns dos fatores de risco que podem causar lesões nas artérias e, a partir delas, desencadear um processo de multiplicação celular, inflamação e acúmulo de gordura. O resultado disso é a formação de uma placa que, ao crescer, pode obstruir e dificultar a passagem do sangue - causando angina, caracterizada por dores no peito. Se essa placa se romper e produzir coágulos sanguíneos, a irrigação sangüínea para a coração pode ser subitamente cortada, provocando o infarto de miocárdio. "Este é um quadro grave que pode ser fatal", afirma Maranhão.

Cobaias

A bateria de testes para o novo método foi composta de dois grupos de dez coelhos, número suficiente para garantir os resultados da pesquisa. Todos os animais receberam dieta rica em colesterol durante dois meses, para que desenvolvessem rapidamente a arteriosclerose. "A taxa de colesterol no sangue desses animais foi de 50 ou 60 miligramas por decilitro (mg/dl), que é o nível normal nesta espécie, para aproximadamente 900 mg/dl", diz o pesquisador.

Passado um mês, o "grupo um" recebeu injeções de LDE com taxol e o "grupo dois" apenas soro fisiológico injetado em sua corrente sangüínea. Após dois meses, os coelhos foram sacrificados e as lesões na aorta foram quantificadas. O pesquisador explica que essa artéria foi escolhida por ser mais fácil de identificar e analisar. "Os coelhos do segundo grupo desenvolveram a doença de forma intensa, enquanto os do primeiro mostraram uma diminuição drástica das lesões, da ordem de 70%", afirma.

Maranhão ressalta que a alta taxa de colesterol dos coelhos foi mantida mesmo com as injeções de taxol-LDE. Isso mostra que os resultados alcançados estão relacionados à...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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