Clínica de Angiologia Santa Rita, Paraíba

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Analisis-Laboratorio Clinico e Infantil
(83) 241-5353
Av. Camilo Holanda 564
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Maria Marluce de Melo Vasconcelos Castro
(83) 2107-4800
Av. Camilo de Holanda 214
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Jose Arnaldo Tavares de Melo
(83) 226-3700
R. Manoel Cavalcante de Souzaê 138
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Genética Médica

Dados Divulgados por
Maria de Fatima Silveira da Cunha Araujo
(83) 221-1807
R. Borja Peregrino 186 - Sl 02 Terreo
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Gloria Barros de Jesus Medeiros
832-1067
Av Presidente Epitacio Pessoan 114
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Heloisa Helena Ferreira Espinola Almeida
(83) 3222-6919
Av Joao Machado 849 - Sl 510Empresarial Monte Carlo
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Gloria Barros de Jesus Medeiros
832-1067
Av Presidente Epitacio Pessoan 114
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Arabela Cunha Gomes da Silva
(83) 3244-8853
Av Juarez Tavora 522 - Sl. 504Edf. Maximum
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Ana Emilia Lins Silva de Medeiros
(83) 3244-4437
Av Epitacio Pessoa 1251 - Salas 301/302
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Maria de Fatima Silveira da Cunha Araujo
(83) 221-1807
R. Borja Peregrino 186 - Sl 02 Terreo
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
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Clínica de Angiologia

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Projeto de pesquisa realizado no Instituto do Coração (Incor) do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina (FM) da USP desenvolveu um tratamento para combater a arteriosclerose - principal causa de enfartos do coração. Segundo os pesquisadores, trata-se de uma arma com grande potencial para reverter as lesões na parede da artéria que acabam levando à sua obstrução - o que dificulta ou impede o transporte de sangue até as células. Nos casos em que são atingidas as artérias coronárias, que abastecem de oxigênio e nutrientes o músculo cardíaco, o órgão pode parar de bater.

A fórmula alia um medicamento famoso no tratamento de câncer, o taxol, que atua bloqueando a proliferação de células, a uma partícula sintética chamada LDE, que torna a administração de medicamentos mais eficiente. "Esse meio de transporte concentra taxol até três vezes mais na lesão do que se ele fosse injetado diretamente na corrente sangüínea, além de eliminar sua toxidade e possíveis efeitos colaterais", afirma o professor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da USP Raul Maranhão, coordenador da pesquisa e criador da partícula.

Diabetes, obesidade, colesterol alto, hábito de fumar, sedentarismo, estresse e herança genética são alguns dos fatores de risco que podem causar lesões nas artérias e, a partir delas, desencadear um processo de multiplicação celular, inflamação e acúmulo de gordura. O resultado disso é a formação de uma placa que, ao crescer, pode obstruir e dificultar a passagem do sangue - causando angina, caracterizada por dores no peito. Se essa placa se romper e produzir coágulos sanguíneos, a irrigação sangüínea para a coração pode ser subitamente cortada, provocando o infarto de miocárdio. "Este é um quadro grave que pode ser fatal", afirma Maranhão.

Cobaias

A bateria de testes para o novo método foi composta de dois grupos de dez coelhos, número suficiente para garantir os resultados da pesquisa. Todos os animais receberam dieta rica em colesterol durante dois meses, para que desenvolvessem rapidamente a arteriosclerose. "A taxa de colesterol no sangue desses animais foi de 50 ou 60 miligramas por decilitro (mg/dl), que é o nível normal nesta espécie, para aproximadamente 900 mg/dl", diz o pesquisador.

Passado um mês, o "grupo um" recebeu injeções de LDE com taxol e o "grupo dois" apenas soro fisiológico injetado em sua corrente sangüínea. Após dois meses, os coelhos foram sacrificados e as lesões na aorta foram quantificadas. O pesquisador explica que essa artéria foi escolhida por ser mais fácil de identificar e analisar. "Os coelhos do segundo grupo desenvolveram a doença de forma intensa, enquanto os do primeiro mostraram uma diminuição drástica das lesões, da ordem de 70%", afirma.

Maranhão ressalta que a alta taxa de colesterol dos coelhos foi mantida mesmo com as injeções de taxol-LDE. Isso mostra que os resultados alcançados estão relacionados à...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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