Clínica de Angiologia São Paulo, São Paulo

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Paulo Engler Pinto Jr.
(11) 3081-9791
Rua Cacapava 49 - Cj. 34
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Maria Mercedes Granja
(11) 3079-3000
Rua Urussui 92 - 125
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Arturo Frick Carpes
(11) 5573-1970
Alameda dos Nhambiquaras 159.
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Cirurgia Cranio-Maxilo-Facial

Dados Divulgados por
Hiran Rodrigues de Souza Junior
(11) 3348-4000
Av. Lins de Vasconcelos 356
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Clarissa Peric de Freitas
(11) 5084-7432
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Terry Rocha de Medeiros
5052-1087
Avenida República do Líbano 2123
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina Estetica

Dados Divulgados por
Masayuki Nakagawa Junior
(11) 3078-0716
Rua Tabapuã 821 - Cj 66
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Administração em Saúde

Dados Divulgados por
Karen Martins Sola
(11) 2109-3791
Av. Nova Cantareira 3659
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Sandra Podóloga
(11) 7830-5454
Atendimento Delivery
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina Estetica

Dados Divulgados por
Wu Chi Haur
(11) 3209-0112
Praça Santo Agostinho 70 - Conjunto 11
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Medicina Preventiva e Social

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Clínica de Angiologia

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Projeto de pesquisa realizado no Instituto do Coração (Incor) do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina (FM) da USP desenvolveu um tratamento para combater a arteriosclerose - principal causa de enfartos do coração. Segundo os pesquisadores, trata-se de uma arma com grande potencial para reverter as lesões na parede da artéria que acabam levando à sua obstrução - o que dificulta ou impede o transporte de sangue até as células. Nos casos em que são atingidas as artérias coronárias, que abastecem de oxigênio e nutrientes o músculo cardíaco, o órgão pode parar de bater.

A fórmula alia um medicamento famoso no tratamento de câncer, o taxol, que atua bloqueando a proliferação de células, a uma partícula sintética chamada LDE, que torna a administração de medicamentos mais eficiente. "Esse meio de transporte concentra taxol até três vezes mais na lesão do que se ele fosse injetado diretamente na corrente sangüínea, além de eliminar sua toxidade e possíveis efeitos colaterais", afirma o professor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da USP Raul Maranhão, coordenador da pesquisa e criador da partícula.

Diabetes, obesidade, colesterol alto, hábito de fumar, sedentarismo, estresse e herança genética são alguns dos fatores de risco que podem causar lesões nas artérias e, a partir delas, desencadear um processo de multiplicação celular, inflamação e acúmulo de gordura. O resultado disso é a formação de uma placa que, ao crescer, pode obstruir e dificultar a passagem do sangue - causando angina, caracterizada por dores no peito. Se essa placa se romper e produzir coágulos sanguíneos, a irrigação sangüínea para a coração pode ser subitamente cortada, provocando o infarto de miocárdio. "Este é um quadro grave que pode ser fatal", afirma Maranhão.

Cobaias

A bateria de testes para o novo método foi composta de dois grupos de dez coelhos, número suficiente para garantir os resultados da pesquisa. Todos os animais receberam dieta rica em colesterol durante dois meses, para que desenvolvessem rapidamente a arteriosclerose. "A taxa de colesterol no sangue desses animais foi de 50 ou 60 miligramas por decilitro (mg/dl), que é o nível normal nesta espécie, para aproximadamente 900 mg/dl", diz o pesquisador.

Passado um mês, o "grupo um" recebeu injeções de LDE com taxol e o "grupo dois" apenas soro fisiológico injetado em sua corrente sangüínea. Após dois meses, os coelhos foram sacrificados e as lesões na aorta foram quantificadas. O pesquisador explica que essa artéria foi escolhida por ser mais fácil de identificar e analisar. "Os coelhos do segundo grupo desenvolveram a doença de forma intensa, enquanto os do primeiro mostraram uma diminuição drástica das lesões, da ordem de 70%", afirma.

Maranhão ressalta que a alta taxa de colesterol dos coelhos foi mantida mesmo com as injeções de taxol-LDE. Isso mostra que os resultados alcançados estão relacionados à...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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