Clínica de Audiometria Caxias do Sul, Rio Grande do Sul

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Alvaro Jose Castilhos
(54) 221-4398
Garibaldi 789
Caxias Do Sul, Rio Grande do Sul
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Suzana dos Santos
(51) 3226-5947
Professor Annes Dias 154 - 601
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
GISLAINE ROCHA DE QUADROS
(51) 8171-2976
Consultório de Fonoaudiologia em Canoas
Canoas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Foniatria

Dados Divulgados por
Gisele Finkler da Fonseca
(51) 3231-0688
Rua Grao Para 36
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Alexandre Guedes Marcolla
513-2275
R Andradasdos 1711 - Sl. 204
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Valerie Noronha Menezes Kreutz
(51) 3222-9277
Padre Chagas 147 - Sala 504
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Medicina Estetica

Dados Divulgados por
Gessie Anne Lopes
(51) 3023-8888
Rua Marechal Floriano Peixoto 450
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Medicina Interna

Dados Divulgados por
Jose Antonio Leivas Lang
(53) 3222-5522
Rua Padre Anchieta 2445
Pelotas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Jorge David Rocha Zanol
(51) 3333-9393
Nilopolis 145
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Marcio Pereira Hetzel
(51) 3214-8000
Av Independencia 330 - Sl. 201
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
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Clínica de Audiometria

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Mais de 5 milhões de jovens norte-americanos apresentam alguma perda de audição causada principalmente por concertos de rock, fogos de artifício e cortadores de grama, revelou recente estudo.

Mas, no Brasil, os especialistas apontam outro vilão da surdez juvenil: o walkman. As autoridades dos Centros para Controle e Prevenção de Doenças Estados Unidos, CDCP, ficaram alarmadas com o fato de que, para 250.000 jovens, pelo menos, a deficiência pode ser de moderada a profunda, podendo assim tornar-se definitiva, segundo o estudo publicado no jornal Pediatrics.

"Mesmo quando se tem um dano temporário por alguns poucos dias como audição abafada, isso pode influenciar a capacidade do aprendizado da criança na sala de aula," afirmou Amanda Sue Niskar, do National Center for Environmental Health dos CDCP, que conduziu os estudos.

O estudo abrangeu 5.249 crianças, de 6 a 19 anos, testadas ao longo de seis anos, terminando em 1994, e revelou que 12,5 por cento sofrem de alterações auditivas induzidas por barulho, NITS, que podem abafar os sons de certas freqüências altas e dificultar o discernimento de consoantes na fala.

Os meninos apresentaram maior perda de audição do que as meninas, e os jovens são mais suscetíveis que as crianças.

O barulho "é um problema ambiental e comunitário para a criança", disse Niskar. "Precisamos incentivar as crianças a usar protetores de ouvido durante atividades barulhentas porque as NITS são inteiramente evitáveis."

Walkman

No Brasil, os especialistas destacam os problemas decorrentes do uso excessivo de walkman, acessório inseparável de boa parte dos jovens.

Esses aparelhos, dependendo da intensidade de uso, podem causar a perda de até 30 por cento da audição em apenas um ano.

Mas alguns cuidados reduzem significativamente esses riscos, afirmam. Basta saber dosar o número de horas dos fones nos ouvidos com o volume da música, medido em decibéis, db.

Quanto maior o tempo de música, mais baixo deveria ser o volume. O aparelho auditivo suporta ruídos com freqüência de até 85 db. Acima desse nível, o ouvido já é prejudicado.

"Uma pessoa não pode permanecer em um ambiente com 85 db por mais de oito horas," explicou a fonoaudióloga Sandra Giorgi, do Hospital das Clínicas de São Paulo. "Esse tempo cai para quatro horas em lugares com 90db; duas horas em locais com 95db; uma hora onde a freqüência chega a 100db."

Para se ter uma idéia, disse, enquanto o nível de ruído de uma rua relativamente movimentada é de cerca de 85db, o walkman atinge 90 db. Os aparelhos mais modernos chegam a 110db - perto do limiar da dor, que é de 120db.

O uso excessivo desses aparelhos pode causar a redução precoce da capacidade auditiva porque o volume alto das músicas danifica as células responsáveis pelos sons agudos. Essas células estão localizadas no órgão interno de corti, tipo de caracol onde se filtra o som que chega ao ouvido.

"São as primeiras células a morrer", disse...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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