Clínica de Endocrinologia Alegrete, Rio Grande do Sul

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Melissa Marcanzoni Bortolotto
(51) 3486-1291
Papa João Xxiii 28
Gravatai, Rio Grande do Sul
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Maria Cristina G Barbosa e Silva
(53) 3273-5103
Rua Senador Mendonça 301 - 403
Pelotas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Claudete Mariza Dias Correa
(53) 222-1806
Rua Anchieta 2293
Pelotas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Carlos Roberto R. Vargas e Cia
(53) 3231-3500
Marechal Floriano Peixoto 508
Rio Grande, Rio Grande do Sul
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Jorge David Rocha Zanol
(51) 3333-9393
Nilopolis 145
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Alvaro Jose Castilhos
(54) 221-4398
Garibaldi 789
Caxias Do Sul, Rio Grande do Sul
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Marilene Lucas Oliveira Bicca
(53) 3222-7398
Rua Anchieta 2396
Pelotas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Thyrso Andrade Machado
(55) 3220-4438
Presidente Vargas 2291
Santa Maria, Rio Grande do Sul
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Newton Luiz Numa Peixoto Primo
(53) 231-5304
R Zalony 160 - Sl. 606
Rio Grande, Rio Grande do Sul
Especialidade
Medicina Intensiva

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Gessie Anne Lopes
(51) 3023-8888
Rua Marechal Floriano Peixoto 450
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Medicina Interna

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Clínica de Endocrinologia

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Estudo abre frente para produção de hormônios tireoidianos sintéticos.

Um trabalho de modelagem computacional por dinâmica molecular, conduzido no Instituto de Química (IQ) da Unicamp pelo pós-doutorando Leandro Martínez, desvendou o motivo pelo qual o Triac, um hormônio da tireóide, liga-se preferencialmente a uma proteína presente no fígado, que está associada ao controle do metabolismo de gorduras e colesterol. O estudo explica, de modo inovador e inusitado, o mecanismo de seletividade de um hormônio por diferentes variedades de proteínas que se ligam a ele no organismo. Coordenada no IQ pelo professor Munir Skaf, a pesquisa abre uma importante frente de estudos para a compreensão das bases moleculares de seletividade de hormônios em receptores nucleares e para o desenvolvimento de novos ligantes (hormônios tireoidianos sintéticos), objetivando aplicações farmacêuticas, entre as quais a do controle do colesterol e da obesidade.

As pesquisas tiveram início em 2002, quando Martínez ainda fazia sua iniciação científica no Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), sob a orientação do professor Polikarpov, especialista em cristalografia de proteínas. Martínez percebeu que seria interessante estudar as proteínas de interesse do grupo, os receptores de hormônios, utilizando técnicas computacionais, chamadas de simulação por dinâmica molecular. Esta técnica estuda os movimentos de cada átomo das proteínas e dos hormônios e tem a capacidade de mostrar detalhes dessa dinâmica, importantes para a função. O mestrado e o doutorado também foram direcionados no sentido de alavancar ainda mais as pesquisas utilizando essas técnicas. No pós-doutorado, Martínez optou por pesquisar duas variedades destas proteínas: os receptores alfa e a beta do hormônio tireoidiano – que possuem pequenas diferenças, mas funções distintas no organismo.

A proteína alfa é abundante nos tecidos cardíacos e está envolvida na regulação da frequência cardíaca. A proteína beta é encontrada em maior abundância no fígado e está associada ao metabolismo de gorduras e colesterol. Martínez explicou que o interesse da indústria farmacêutica é conseguir desenvolver um ligante capaz de ativar com mais intensidade a variedade beta – um ligante beta-seletivo –, uma vez que com sua utilização seria possível emagrecer e baixar o colesterol, por exemplo, sem causar danos ao coração decorrentes da administração de hormônios tireoidianos naturais.

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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