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Clínica de Fertilização Águas Lindas de Goiás, Goiás

Encontre clínicas de fertilização em Águas Lindas de Goiás. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Flavia de Castro Santana
(62) 3236-9300
Rua T-58 Esquina com T-38 315 - Sala 110
Goiania, Goiás
Lourenca de Oliveira F N Obeid
(62) 3229-0550
Av Doutor Ismerino Soares de Carvalho 1 - Hospital Cemep
Goiania, Goiás
Rosa Christina a Figueiredo
(62) 3541-6022
Goiania, Goiás
Jose Antonio Cesar da Silva
(62) 3281-2900
Al Cel Eugenio Jardim 30 - Cen Med Excelsior
Goiania, Goiás
Maria Auxiliadora de P. Cysneiro
(62) 3521-9191
R 3 - C 63
Goiania, Goiás
Mauricio Sergio Brasil Leite
(62) 3224-6683
R 9 a Sl 141 - Lab Biocito
Goiania, Goiás
Joao Alves de Araujo Filho
(62) 3235-7200
R 1035 - Multimed
Goiania, Goiás
Claudio Gonzaga Amorim
(62) 3212-5858
Av Oeste 3
Goiania, Goiás
Eusa Maria de Paula Carneiro
(62) 3521-2400
Av Araguaia 78 - Lab Saluti
Goiania, Goiás
Humberto Borges Barbosa
(62) 3248-2859
Rua Gurupi Qd25 Lt6/8 000 - 1º Andar
Aparecida de Goiania, Goiás
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Clínica de Fertilização

Muito se fala dos casos de sucesso da fertilização in vitro, técnica conhecida como “bebê de proveta”, cuja fecundação do óvulo pelo espermatozóide ocorre fora do corpo, em laboratório especializado. Depois de um processo muitas vezes difícil e desgastante, o casal exibe o bebê como um marco de vitória. Mas nem sempre a história termina bem. Muitos não alcançam o sucesso desejado. “Frente ao diagnóstico de infertilidade, muitos casais procuram a técnica na busca por um filho biológico. Este tratamento apresenta aspectos difíceis como, por exemplo, injeções de hormônios, a anestesia, obtenção das amostras de espermatozóides e a ansiedade durante cada etapa do tratamento”, destaca a psicóloga Juliana Nicolau Filetto, que investigou o universo dos casais que passam pelo processo.

As exigências do tratamento, segundo Juliana, provocam nos casais um considerável desgaste físico e psíquico, envolvendo vivências de angústia, esperança, frustração, preocupações com as questões econômicas, pressões familiares e sociais, entre outras. O que surpreendeu a psicóloga foi que mesmo os procedimentos de fertilização não oferecendo garantia de gravidez, muitos casais iniciam os procedimentos com alta expectativa em relação à gestação. “É como se, ao iniciar o processo, já se ter a garantia da gravidez”, explica.

No mestrado, defendido em 2004, na Faculdade de Ciências Médicas e orientada pela professora Maria Yolanda Makuch, Juliana entrevistou 92 casais que não tiveram sucesso na fertilização, no período de 1995 a 2000, no Ambulatório de Reprodução Humana do Hospital da Mulher-Caism. No doutorado, defendido este ano, ela selecionou nove casais e fez uma nova análise do material colhido, aprofundando o assunto. Seu objetivo foi basicamente descrever as vivências de homens e mulheres ao estarem iniciando os procedimentos e em longo prazo após o fracasso da terapêutica.

Em suas conclusões, Juliana constatou que dos nove casais, apenas dois adotaram filhos como uma forma de reorganizar os projetos de vida. Um deles não tinha filhos, mas no caso do outro, a parceira já possui um filho do relacionamento anterior e desejava que seu parceiro exercesse a paternidade. Um dado curioso da pesquisa foi observar que dois casais, mesmo já tendo filhos biológicos, tinham o desejo de constituir uma família maior.

No estudo, os casais sem filhos decidiram realizar novas tentativas de fertilizaç&ati...

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