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Clínica de Fertilização Barreiras, Bahia

Encontre clínicas de fertilização em Barreiras. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Aldemir Santos Almeida
(73) 3634-1325
Cirurgia Geral Mastologia
Ilheus, Bahia
João Lúcio Ribeiro Cruz
(75) 3422-2010
Praca Ruy Barbosa 143
Alagoinhas, Bahia
Washington Luiz de S e Benevides
(71) 3353-1001
Av Acm 585 - Bloco B S/1406 C M Louis Pasteur
Salvador, Bahia
José Carlos Petronilo Passos Souza
(71) 3353-4940
Rua Rio Grande do Sul 545
Salvador, Bahia
Maria do Carmo Santos Godinho
713-2375
R João das Botas 14 - S/202 C M João Botas
Salvador, Bahia
Gilson Soares Feitosa Filho
(71) 2203-8214
Praça Almeida Couto 500
Salvador, Bahia
Marbele Santos Guimaraes
(75) 3223-5029
Feira de Santana, Bahia
Rogerio Luis P de Paula
(71) 3203-5555
Salvador, Bahia
Bruno Cunha Pires
(75) 3223-5029
Feira de Santana, Bahia
Maria Áurea Sapucaia Câmera
713-3213
Av Sete de Setembro 71 - Ed Executivo S/613614 6º Andar
Salvador, Bahia
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Clínica de Fertilização

Muito se fala dos casos de sucesso da fertilização in vitro, técnica conhecida como “bebê de proveta”, cuja fecundação do óvulo pelo espermatozóide ocorre fora do corpo, em laboratório especializado. Depois de um processo muitas vezes difícil e desgastante, o casal exibe o bebê como um marco de vitória. Mas nem sempre a história termina bem. Muitos não alcançam o sucesso desejado. “Frente ao diagnóstico de infertilidade, muitos casais procuram a técnica na busca por um filho biológico. Este tratamento apresenta aspectos difíceis como, por exemplo, injeções de hormônios, a anestesia, obtenção das amostras de espermatozóides e a ansiedade durante cada etapa do tratamento”, destaca a psicóloga Juliana Nicolau Filetto, que investigou o universo dos casais que passam pelo processo.

As exigências do tratamento, segundo Juliana, provocam nos casais um considerável desgaste físico e psíquico, envolvendo vivências de angústia, esperança, frustração, preocupações com as questões econômicas, pressões familiares e sociais, entre outras. O que surpreendeu a psicóloga foi que mesmo os procedimentos de fertilização não oferecendo garantia de gravidez, muitos casais iniciam os procedimentos com alta expectativa em relação à gestação. “É como se, ao iniciar o processo, já se ter a garantia da gravidez”, explica.

No mestrado, defendido em 2004, na Faculdade de Ciências Médicas e orientada pela professora Maria Yolanda Makuch, Juliana entrevistou 92 casais que não tiveram sucesso na fertilização, no período de 1995 a 2000, no Ambulatório de Reprodução Humana do Hospital da Mulher-Caism. No doutorado, defendido este ano, ela selecionou nove casais e fez uma nova análise do material colhido, aprofundando o assunto. Seu objetivo foi basicamente descrever as vivências de homens e mulheres ao estarem iniciando os procedimentos e em longo prazo após o fracasso da terapêutica.

Em suas conclusões, Juliana constatou que dos nove casais, apenas dois adotaram filhos como uma forma de reorganizar os projetos de vida. Um deles não tinha filhos, mas no caso do outro, a parceira já possui um filho do relacionamento anterior e desejava que seu parceiro exercesse a paternidade. Um dado curioso da pesquisa foi observar que dois casais, mesmo já tendo filhos biológicos, tinham o desejo de constituir uma família maior.

No estudo, os casais sem filhos decidiram realizar novas tentativas de fertilizaç&ati...

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