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Clínica de Fertilização Bento Gonçalves, Rio Grande do Sul

Encontre clínicas de fertilização em Bento Gonçalves. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Fonoaudióloga Sintia Schio
(54) 3453-2581
Rua São Paulo 60
Bento Goncalves, Rio Grande do Sul
Elizabeth Lemos Silveira
(51) 3222-7139
Rua Dona Laura 45 - 204
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Thyrso Andrade Machado
(55) 3220-4438
R Av Presidente Vargas 2291
Santa Maria, Rio Grande do Sul
Adilson Jair Bellan
(51) 9655-4559
Rua Itaqui 174
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Jairo Aparicio Andrade Bueno
(51) 3330-3658
Ramiro Barcelos 1819 - 101
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Maria Cristina G Barbosa e Silva
(53) 3273-5103
Rua Senador Mendonça 301 - 403
Pelotas, Rio Grande do Sul
Gislaine Astir Lunardi Flores
(51) 3012-1739
General Neto 143
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Newton Luiz Numa Peixoto Primo
(53) 231-5304
R Zalony 160 - Sl. 606
Rio Grande, Rio Grande do Sul
Thyrso Andrade Machado
(55) 3220-4438
Presidente Vargas 2291
Santa Maria, Rio Grande do Sul
Alexandre Guedes Marcolla
513-2275
R Andradasdos 1711 - Sl. 204
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
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Clínica de Fertilização

Muito se fala dos casos de sucesso da fertilização in vitro, técnica conhecida como “bebê de proveta”, cuja fecundação do óvulo pelo espermatozóide ocorre fora do corpo, em laboratório especializado. Depois de um processo muitas vezes difícil e desgastante, o casal exibe o bebê como um marco de vitória. Mas nem sempre a história termina bem. Muitos não alcançam o sucesso desejado. “Frente ao diagnóstico de infertilidade, muitos casais procuram a técnica na busca por um filho biológico. Este tratamento apresenta aspectos difíceis como, por exemplo, injeções de hormônios, a anestesia, obtenção das amostras de espermatozóides e a ansiedade durante cada etapa do tratamento”, destaca a psicóloga Juliana Nicolau Filetto, que investigou o universo dos casais que passam pelo processo.

As exigências do tratamento, segundo Juliana, provocam nos casais um considerável desgaste físico e psíquico, envolvendo vivências de angústia, esperança, frustração, preocupações com as questões econômicas, pressões familiares e sociais, entre outras. O que surpreendeu a psicóloga foi que mesmo os procedimentos de fertilização não oferecendo garantia de gravidez, muitos casais iniciam os procedimentos com alta expectativa em relação à gestação. “É como se, ao iniciar o processo, já se ter a garantia da gravidez”, explica.

No mestrado, defendido em 2004, na Faculdade de Ciências Médicas e orientada pela professora Maria Yolanda Makuch, Juliana entrevistou 92 casais que não tiveram sucesso na fertilização, no período de 1995 a 2000, no Ambulatório de Reprodução Humana do Hospital da Mulher-Caism. No doutorado, defendido este ano, ela selecionou nove casais e fez uma nova análise do material colhido, aprofundando o assunto. Seu objetivo foi basicamente descrever as vivências de homens e mulheres ao estarem iniciando os procedimentos e em longo prazo após o fracasso da terapêutica.

Em suas conclusões, Juliana constatou que dos nove casais, apenas dois adotaram filhos como uma forma de reorganizar os projetos de vida. Um deles não tinha filhos, mas no caso do outro, a parceira já possui um filho do relacionamento anterior e desejava que seu parceiro exercesse a paternidade. Um dado curioso da pesquisa foi observar que dois casais, mesmo já tendo filhos biológicos, tinham o desejo de constituir uma família maior.

No estudo, os casais sem filhos decidiram realizar novas tentativas de fertilizaç&ati...

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