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Clínica de Fertilização Cabo de Santo Agostinho, Pernambuco

Encontre clínicas de fertilização em Cabo de Santo Agostinho. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Gorette de Fatima Bezerra de Albuquerque
813-3414
Rua João Cardoso Ayres 888
Recife, Pernambuco
Lourdes Cariri Chalegre de Almeida
3222-5039
Av.Joao de Barros 819 - Boa Vista Recife
Recife, Pernambuco
Neap-Nucleo Especializado em Anatomia Patologia
Av Portugal 163
Recife, Pernambuco
Marilea de Lima Guimaraes
Rua Tabira 229
Recife, Pernambuco
Ana Maria Vanderlei
3465-9465
Av. Engenheiro Domingos Ferreira 636
Recife, Pernambuco
Monalisa Espíndola
(81)3082.9429
Av. João de Barros 50 - Centro Diagnóstico Lucilo Ávila Jr.
Recife, Pernambuco
Marcelo Dantas de Oliveira
(81) 3117-5544
Av. Visconde de Albuquerque 681
Recife, Pernambuco
Adamastor do Amaral Lemos Filho
3231-7199
R. Alvares de Azevedo 126
Recife, Pernambuco
Ana Tereza da Costa Albuquerque
322-1067
R. Estado do Israel 2621
Recife, Pernambuco
Luisiana Lins Lamour
(81) 3442-4599
R Rua Jaco Velosino 101
Recife, Pernambuco
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Clínica de Fertilização

Muito se fala dos casos de sucesso da fertilização in vitro, técnica conhecida como “bebê de proveta”, cuja fecundação do óvulo pelo espermatozóide ocorre fora do corpo, em laboratório especializado. Depois de um processo muitas vezes difícil e desgastante, o casal exibe o bebê como um marco de vitória. Mas nem sempre a história termina bem. Muitos não alcançam o sucesso desejado. “Frente ao diagnóstico de infertilidade, muitos casais procuram a técnica na busca por um filho biológico. Este tratamento apresenta aspectos difíceis como, por exemplo, injeções de hormônios, a anestesia, obtenção das amostras de espermatozóides e a ansiedade durante cada etapa do tratamento”, destaca a psicóloga Juliana Nicolau Filetto, que investigou o universo dos casais que passam pelo processo.

As exigências do tratamento, segundo Juliana, provocam nos casais um considerável desgaste físico e psíquico, envolvendo vivências de angústia, esperança, frustração, preocupações com as questões econômicas, pressões familiares e sociais, entre outras. O que surpreendeu a psicóloga foi que mesmo os procedimentos de fertilização não oferecendo garantia de gravidez, muitos casais iniciam os procedimentos com alta expectativa em relação à gestação. “É como se, ao iniciar o processo, já se ter a garantia da gravidez”, explica.

No mestrado, defendido em 2004, na Faculdade de Ciências Médicas e orientada pela professora Maria Yolanda Makuch, Juliana entrevistou 92 casais que não tiveram sucesso na fertilização, no período de 1995 a 2000, no Ambulatório de Reprodução Humana do Hospital da Mulher-Caism. No doutorado, defendido este ano, ela selecionou nove casais e fez uma nova análise do material colhido, aprofundando o assunto. Seu objetivo foi basicamente descrever as vivências de homens e mulheres ao estarem iniciando os procedimentos e em longo prazo após o fracasso da terapêutica.

Em suas conclusões, Juliana constatou que dos nove casais, apenas dois adotaram filhos como uma forma de reorganizar os projetos de vida. Um deles não tinha filhos, mas no caso do outro, a parceira já possui um filho do relacionamento anterior e desejava que seu parceiro exercesse a paternidade. Um dado curioso da pesquisa foi observar que dois casais, mesmo já tendo filhos biológicos, tinham o desejo de constituir uma família maior.

No estudo, os casais sem filhos decidiram realizar novas tentativas de fertilizaç&ati...

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